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	<title>Business Opportunities Weblog Brasil &#187; ONGs</title>
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	<description>Oportunidades, NotÃ­cias, Dicas e Links para Empreendedores de NegÃ³cios</description>
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		<title>Como Denunciar Crimes Na Internet</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2007 03:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[EducaÃ§Ã£o e Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Garotos do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[InformÃ¡tica / Internet]]></category>
		<category><![CDATA[ONGs]]></category>
		<category><![CDATA[Participe!]]></category>

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		<description><![CDATA[A SaferNet Brasil Ã© uma organizaÃ§Ã£o nÃ£o governamental, sem fins lucrativos, que reÃºne cientistas da computaÃ§Ã£o, professores, pesquisadores e bacharÃ©is em Direito com a missÃ£o de defender e promover os Direitos Humanos na Sociedade da InformaÃ§Ã£o no Brasil.

AtravÃ©s da Central Nacional de DenÃºncias de Crimes CibernÃ©ticos, operada em parceria com o MinistÃ©rio PÃºblico Federal, oferece [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.denunciar.org.br/twiki/bin/view/SaferNet/WebHomeEn">SaferNet Brasil</a> Ã© uma organizaÃ§Ã£o nÃ£o governamental, sem fins lucrativos, que reÃºne cientistas da computaÃ§Ã£o, professores, pesquisadores e bacharÃ©is em Direito com a missÃ£o de defender e promover os Direitos Humanos na Sociedade da InformaÃ§Ã£o no Brasil.<br />
<img src='http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2007/05/crimes_na_internet.gif' alt='crimes_na_internet.gif' class="thumb"/><br />
AtravÃ©s da <strong>Central Nacional de DenÃºncias de Crimes CibernÃ©ticos</strong>, operada em parceria com o <a href="http://www.prsp.mpf.gov.br/">MinistÃ©rio PÃºblico Federal</a>, oferece Ã  sociedade brasileira e a comunidade internacional um serviÃ§o anÃ´nimo de recebimento, processamento, encaminhamento e acompanhamento on-line de denÃºncias sobre qualquer crime ou violaÃ§Ã£o aos Direitos Humanos praticado atravÃ©s da Internet, tudo dentro dos mais rÃ­gidos padrÃµes tÃ©cnicos e operacionais fixados pelos organismos de padronizaÃ§Ã£o e certificaÃ§Ã£o internacionais. Vale a pena conhecer, participem!</p>
<p>via: <a href="http://meus365dias.blogspot.com/2007/04/saiba-como-denunciar-crimes-na-internet.html">365 dias</a>.</p>
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		<title>Empreendedora Beneficia Mulheres no RÃ¡dio</title>
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		<pubDate>Thu, 04 May 2006 15:44:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[Garotos do Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[ONGs]]></category>

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Adrianne Vitoreli 
(&#8230;) Com a juventude de seus 56 anos, Deuselina Teles, a â€˜Dona Deusaâ€™ se inspirou na fÃªnix (ave mitolÃ³gica que renasceu das cinzas) para promover uma transformaÃ§Ã£o em sua vida. 
A metamorfose comeÃ§ou com uma vitÃ³ria sobre os problemas de saÃºde, que lhe perseguiam hÃ¡ anos. â€˜Tive que optar entre nÃ£o fazer nada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='/wp-content/estaodigital.jpg' alt='' class="thumb"/></p>
<p><strong>Adrianne Vitoreli </strong><br />
(&#8230;) Com a juventude de seus 56 anos, <strong>Deuselina Teles</strong>, a â€˜Dona Deusaâ€™ se inspirou na fÃªnix (ave mitolÃ³gica que renasceu das cinzas) para promover uma transformaÃ§Ã£o em sua vida. </p>
<p>A metamorfose comeÃ§ou com uma vitÃ³ria sobre os problemas de saÃºde, que lhe perseguiam hÃ¡ anos. â€˜Tive que optar entre nÃ£o fazer nada e morrer ou enfrentar de frente um processo de renovaÃ§Ã£o. Durante 50 anos dediquei 90% do meu tempo para a minha famÃ­lia e 10% para mim. De 6 anos para cÃ¡, dedico 90% da minha vida para ajudar a quem precisaâ€™. </p>
<p>Esta aÃ§Ã£o a levou Ã  presidÃªncia da <strong>AssociaÃ§Ã£o Geral dos Trabalhadores de Cocalzinho </strong>(<em>Agetaco</em>), municÃ­pio com 17.299 habitantes, localizado a 127 quilÃ´metros de GoiÃ¢nia e, com essa mudanÃ§a, Deusa passou a conjugar todas as variÃ¡veis do verbo empreender. Ela se dedica dia e noite, de forma voluntÃ¡ria, a 3 programas e projetos de alcance social que tÃªm as mulheres como principais beneficiÃ¡rias. </p>
<p>A rÃ¡dio comunitÃ¡ria <strong>VitÃ³ria FM </strong>foi o primeiro deles, cuja concessÃ£o Deusa conseguiu depois de 1 ano de reivindicaÃ§Ãµes e viagens a BrasÃ­lia. â€˜Praticamente me mudei para a capital federal. Foi uma batalha e tanto, mas nÃ£o podia desistirâ€™, conta com orgulho.</p>
<p>Deusa Ã© coordenadora da rÃ¡dio e comanda programa de variedades <strong>De Mulher Para Mulher</strong>, que vai ao ar diariamente das 8h Ã s 11h. Durante esse perÃ­odo da manhÃ£, a empreendedora aborda temas direcionados ao pÃºblico feminino: saÃºde da mulher, planejamento familiar, violÃªncia domÃ©stica, direitos da mulher, economia domÃ©stica e receitas culinÃ¡rias. â€˜Procuro trabalhar uma linguagem simples para que atinja o maior nÃºmero de pessoas. O objetivo geral da rÃ¡dio Ã© o de levar informaÃ§Ãµes importantes e entretenimento Ã  comunidade; e, do programa, contribuir para aumentar a qualidade de vida das mulheresâ€™, afirma. </p>
<p>GraÃ§as ao trabalho desenvolvido na RÃ¡dio VitÃ³ria, Deusa Ã© uma das 400 comunicadoras do Brasil que faz parte da <strong>Rede Cyberela de Comunicadoras Populares</strong>, uma das estratÃ©gias do <strong>Projeto de InclusÃ£o Digital de Mulheres Comunicadoras </strong>da organizaÃ§Ã£o nÃ£o-governamental (ONG) <strong>ComunicaÃ§Ã£o, EducaÃ§Ã£o e InformaÃ§Ã£o em GÃªnero</strong> (<em>Cemina</em>), que visa somar o poder do rÃ¡dio ao potencial das novas tecnologias da informaÃ§Ã£o e da comunicaÃ§Ã£o. â€˜Foi quando percebi o alcance da inclusÃ£o digital e parti para mais uma batalha, que foi conseguir uma estaÃ§Ã£o digital para o municÃ­pioâ€™, explica. <a href="http://asn.interjornal.com.br/site/noticia.kmf?noticia=4338751&#038;canal=40">Siga lendo&#8230;</a></p>
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		<title>Accion Oferece CrÃ©dito A Brasileiros Empreendedores Nos EUA</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Mar 2006 18:49:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de Vida Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[Garotas do Brasil]]></category>
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Fonte: AgÃªncia BR NEWS
A Accion, empresa americana sem fins lucrativos estÃ¡ concedendo crÃ©ditos para brasileiros empreendedores e sem oportunidades financeiras. SÃ£o  pequenos emprÃ©stimos a imigrantes de baixa e mÃ©dia renda sem ou com mal crÃ©dito. O objetivo principal Ã© ajudar na montagem de pequenos negÃ³cios que garantam renda e crescimento econÃ´mico para quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='/wp-content/maciel.jpg' alt='' /> </p>
<p>Fonte: AgÃªncia BR NEWS<br />
A <strong>Accion</strong>, <strong>empresa americana sem fins lucrativos estÃ¡ concedendo crÃ©ditos para brasileiros empreendedores e sem oportunidades financeiras</strong>. SÃ£o  pequenos emprÃ©stimos a imigrantes de baixa e mÃ©dia renda sem ou com mal crÃ©dito. <strong>O objetivo principal Ã© ajudar na montagem de pequenos negÃ³cios que garantam renda e crescimento econÃ´mico para quem nÃ£o tem como conseguir um cartÃ£o de crÃ©dito ou um financiamento bancÃ¡rio</strong>.</p>
<p>Uma das primeiras liÃ§Ãµes que os imigrantes aprendem ao chegar nos Estados Unidos Ã© de que, <strong>para conseguirem realizar seus sonhos de consumo, terÃ£o que gastar e pagar em dia para adquirir um bom crÃ©dito. No entanto, hoje, atÃ© para consumir, os imigrantes estÃ£o enfrentando muitas dificuldades. As empresas de cartÃ£o de crÃ©dito </strong><strong>sÃ³ aceitam clientes que tenham <em>Social Security </em>e um bom histÃ³rico na praÃ§a</strong>. Os <strong>bancos fazem o mesmo </strong>em relaÃ§Ã£o aos emprÃ©stimos e investimentos. Os imigrantes acabam entrando num <strong>ciclo vicioso. Sem crÃ©dito nÃ£o compram. Sem comprar nÃ£o constrÃ³em crÃ©dito</strong>. Se para consumir jÃ¡ estÃ¡ tÃ£o complicado, imagina para abrir um pequeno negÃ³cio. <strong>A maior parte dos imigrantes precisa trabalhar anos e anos para juntar aquele dinheirinho suado</strong>. </p>
<p><strong>Elise Dietrich</strong>, representante de lÃ­ngua portuguesa da Accion, esclarece que <strong>sÃ£o oferecidos emprÃ©stimos para empreendedores que desejam abrir um pequeno negÃ³cio mas nÃ£o possuem o capital inicial, para empresas jÃ¡ existentes que querem expandir seus negÃ³cios e para pessoas fÃ­sicas que visam apenas construir crÃ©dito</strong>. </p>
<p>A brasileira <strong>Raimunda Barbosa transformou sua loja de conserto de roupas em uma empresa de produtos brasileiros. Seu desejo era trazer do Brasil uma grande variedade de produtos e assim conquistar uma clientela fixa</strong>. Para importar as mercadorias, <strong>precisava de um capital que desprovia</strong>. A opÃ§Ã£o era pedir emprestado ao banco, mas diante de juros tÃ£o altos, Raimunda recorreu a Accion. <strong>Dos U$ 15 mil solicitados Ã  organizaÃ§Ã£o, U$ 6 mil foram aprovados</strong>. Ela ficou satisfeita com a quantia, pois sabia que nenhuma outra empresa faria a mesma oferta diante de um crÃ©dito pequeno. â€˜<strong>Fiquei surpresa, pois o que contou para a aprovaÃ§Ã£o do emprÃ©stimo foram as referÃªncias que deram de mim e nÃ£o o meu crÃ©dito</strong>â€™. Elise diz que <strong>qualquer pessoa Ã© candidata a um emprÃ©stimo. â€˜NÃ£o Ã© necessÃ¡rio ter crÃ©dito, basta apresentar alguns documentos pessoais e financeiros, como extratos bancÃ¡rios dos Ãºltimos 3 meses e referÃªnciasâ€™</strong>. Raimunda concedeu Ã  empresa uma <strong>relaÃ§Ã£o de fornecedores dos quais comprava os produtos da loja</strong>. Diante das boas referÃªncias, a<strong> Accion ofereceu-lhe o dinheiro que deverÃ¡ ser pago em um ano</strong>. Segundo Elise, <strong>a quantia emprestada pode variar entre U$10 e U$25 mil. â€˜Os emprÃ©stimos atÃ© U$ 10 mil normalmente sÃ£o pagos em um ano. Os emprÃ©stimos entre U$ 10 e 25 mil, valor mÃ¡ximo concedido, podem ser pagos num perÃ­odo a ser estipulado durante a negociaÃ§Ã£oâ€™</strong>.</p>
<p>Os <strong>juros cobrados pela organizaÃ§Ã£o variam de acordo com o histÃ³rico do cliente</strong>. Raimunda, por exemplo, por ser uma novata, terÃ¡ que pagar uma<strong> taxa de quase 13% ao ano</strong>. Elise justifica que <strong>os juros sÃ£o necessÃ¡rios, pois Ã© dele que a empresa sobrevive fazendo emprÃ©stimos</strong>. AlÃ©m disso, conforme <strong>os clientes constrÃ³em um bom histÃ³rico, a tendÃªncia Ã© a taxa cair nos prÃ³ximos financiamentos</strong>. </p>
<p>Apesar de reconhecer que <strong>a taxa de juro da Accion Ã© mais barata do que a cobrada pelos bancos, Raimunda ainda acha muito cara</strong>. â€˜Uma fundaÃ§Ã£o Ã© feita para ajudar as pessoas. <strong>Se cobrassem juros mais baixos, outras pessoas iriam procurÃ¡-los e ganhariam de qualquer forma pela quantidade</strong>â€™, acredita.</p>
<p>Independente da taxa de juro, <strong>muitas pessoas tÃªm recorrido Ã  Accion apenas para construir crÃ©dito</strong>. Ã‰ o caso de <strong>Wendell da Costa</strong>, de Massachusetts. <strong>HÃ¡ 4 anos nos Estados Unidos e cansado de viver de aluguel, ele deseja comprar uma casa. Como nÃ£o tem crÃ©dito suficiente, Wendell pediu U$ 1 mil emprestado Ã  Accion, que deverÃ¡ ser pago em 12 meses</strong>. O pagamento em dia da dÃ­vida Ã© o primeiro passo para a realizaÃ§Ã£o do sonho da casa prÃ³pria. Wendell estÃ¡ muito satisfeito com os resultados da sua iniciativa. <strong>Em apenas um mÃªs de emprÃ©stimo, ele solicitou a anÃ¡lise do seu crÃ©dito e o resultado foi uma surpresa</strong>. Com uma <strong>entrada de 10% do valor do bem, Wendell jÃ¡ consegue parcelar o pagamento de um carro e da casa</strong>. </p>
<p><strong>Brasileiros SÃ£o Muito Bem-Vindos</strong>.<br />
Elise informa que <strong>os brasileiros que desejarem solicitar um emprÃ©stimo podem procurar por um representante da empresa nos escritÃ³rios de Boston, Atlanta e Miami ou preencher um formulÃ¡rio online de qualquer parte do PaÃ­s. Ainda nÃ£o estÃ£o disponÃ­veis formulÃ¡rios em PortuguÃªs, mas Ã© possÃ­vel encontrÃ¡-los em espanhol e inglÃªs</strong>. </p>
<p>A <strong>Accion Internacional atua no Brasil hÃ¡ mais de 2 dÃ©cadas, porÃ©m, os brasileiros que vivem nos Estados Unidos descobriram a empresa hÃ¡ pouco tempo</strong>. De acordo com Elise, de alguns meses para cÃ¡, muitos brasileiros procuraram a empresa. Deles, 16 conseguiram emprÃ©stimos. Em nÃºmeros, <strong>cerca de U$ 100 mil foi financiado para a comunidade brasileira</strong>.</p>
<p>Mais informaÃ§Ãµes no site <a href="http://www.accionusa.org/site/c.lvKVL9MUIsG/b.1359227/k.55A6/Small_Business_Loans__Microlending.htm">www.accionusa.org</a>. A<strong> representante que fala portuguÃªs pode ser contatada no telefone (617) 616-1549</strong>.</p>
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		<title>Prostitutas Cariocas LanÃ§am Marca de Roupas Sensuais</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Nov 2005 04:10:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[Hot, Mad or What?]]></category>
		<category><![CDATA[IdÃ©ias de NegÃ³cios]]></category>
		<category><![CDATA[Made in Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[ 
Daspu, uma nova grife (qualquer semelhanÃ§a NÃƒO Ã© mera coincidÃªncia) rsrsrs
Francisco Alves Filho 
O mercado da moda estÃ¡ prestes a ganhar uma grife idealizada e dirigida por estilistas que ganham a vida desfilando nas ruas do Rio de Janeiro â€“ para vender o prÃ³prio corpo. SÃ£o as prostitutas cariocas que, reunidas em associaÃ§Ã£o, passarÃ£o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='/wp-content/daspu.jpg' alt='' class="thumb"/> </p>
<p><strong>Daspu, uma nova grife </strong>(qualquer semelhanÃ§a NÃƒO Ã© mera coincidÃªncia) rsrsrs</p>
<p><a href="http://www.terra.com.br/cgi-in/index_frame/istoe/1885/comportamento/1885_daspu.htm"><strong>Francisco Alves Filho </strong></a><br />
<strong>O mercado da moda estÃ¡ prestes a ganhar uma grife idealizada e dirigida por estilistas que ganham a vida desfilando nas ruas do Rio de Janeiro â€“ para vender o prÃ³prio corpo</strong>. SÃ£o as <strong>prostitutas cariocas </strong>que, reunidas em associaÃ§Ã£o, <strong>passarÃ£o a confeccionar e comercializar roupas de festa, figurinos bÃ¡sicos e o que chamam de modelitos de &#8216;batalha&#8217; â€“ saias, vestidos e blusas ideais para exercer a mais antiga profissÃ£o. &#8216;SerÃ£o roupas insinuantes, sensuais, mas sem vulgaridade</strong>. Queremos resgatar a elegÃ¢ncia das meninas do passado&#8217;, planeja Gabriela Leite, prostituta fora da ativa que dirige a <strong>Ong Davida</strong> e defende os direitos das colegas.</p>
<p><strong> A originalidade da idÃ©ia jÃ¡ bastaria para chamar a atenÃ§Ã£o, mas o nome escolhido para a empresa nÃ£o poderia ser mais polÃªmico. Inspirado na famosa Daslu â€“ batizada assim por pertencer a duas LÃºcias â€“ a nova grife, que comeÃ§a a lanÃ§ar moda em fevereiro, se chama Daspu, numa referÃªncia direta Ã  ocupaÃ§Ã£o das proprietÃ¡rias</strong>. &#8216;NÃ£o sei se o pessoal da Daslu vai gostar&#8217;, ironiza Gabriela. Parte do lucro serÃ¡ utilizada para financiar os projetos da ONG, como as atividades de<strong> prevenÃ§Ã£o Ã  Aids e a outras doenÃ§as</strong>.</p>
<p>O objetivo Ã© que as peÃ§as da Daspu sejam usadas nÃ£o sÃ³ pelas prostitutas, mas pelo pÃºblico. &#8216;Penso em saias curtas, mas nÃ£o sÃ³ isso. TambÃ©m vamos desenhar algumas saias compridas com fendas, algo mais insinuante&#8217;, explica Gabriela. <strong>Roupas transparentes, nem pensar. Isso Ã© coisa de travesti</strong>&#8216;, descarta ela. O primeiro trabalho experimental foi o desenho para o <strong>bloco carnavalesco Prazeres Davida</strong>, que comeÃ§ou a ensaiar para o Carnaval na Ãºltima semana.</p>
<p>EstÃ£o envolvidas diretamente na empreitada <strong>22 prostitutas e o capital inicial foi emprestado pela prÃ³pria ONG</strong>. Com a venda das roupas, o dinheiro serÃ¡ restituÃ­do.</p>
<p>A esperanÃ§a Ã© que a quantia apurada traga alÃ­vio para a instituiÃ§Ã£o, nesses tempos de poucos patrocinadores. &#8216;NÃ£o fazemos muito sucesso nessa tal de responsabilidade social. <strong>Qual empresa gostaria de associar seu nome a prostitutas?</strong>&#8216;, lamenta Gabriela. Ela estima que a <strong>mÃ©dia de ganho de uma prostituta que trabalha na rua Ã© de R$ 1 mil mensais</strong>. Mas hÃ¡ as que <strong>ganham para pagar somente o almoÃ§o e o jantar</strong>. Por isso, a ONG tem como uma de suas bandeiras atuais a <strong>defesa do projeto de lei que equipara a prostituiÃ§Ã£o a outras profissÃµes, com os mesmos direitos trabalhistas. A diretora da associaÃ§Ã£o reconhece que as chances de aprovaÃ§Ã£o no Congresso nÃ£o sÃ£o grandes</strong>.</p>
<p><strong>Updated</strong> (em Dez. 28, 2005): JÃ¡ acessaram o <a href="http://www.daspu.com.br">site</a> da putique? DÃ¡ para fazer comprinhas online se vocÃª for tÃ­mida(o)&#8230;</p>
<p>Tem outra entrevista com os organizadores da ong <a href="http://www.gaparp.org.br/noticias/index.php?id=12064">aqui</a>.</p>
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		<title>OperaÃ§Ã£o Praia Limpa</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2005 21:59:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de Vida Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[Made in Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza Brazil]]></category>
		<category><![CDATA[NotÃ­cias]]></category>
		<category><![CDATA[ONGs]]></category>

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		<description><![CDATA[
A CleanBeach Ã© uma empresa empreendedora que na busca de soluÃ§Ã£o para um  problema gravÃ­ssimo que afeta nossas praias,  o micro lixo,  criou as &#8216;lixeirinhas CleanBeach&#8217;. Trata-se de uma micro lixeira, em material 100% reciclado,  na forma de cone, que pode ser enterrada na areia para receber o micro lixo, muitas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img .left src='/wp-content/NOSSASENHORADOOPAULISTA.jpg' alt='' class="thumb"/><br />
A <strong><a href="http://www.cleanbeach.com.br/">CleanBeach</a></strong> Ã© uma <strong>empresa empreendedora </strong>que na busca de soluÃ§Ã£o para um  problema gravÃ­ssimo que afeta nossas praias,  o micro lixo,  criou as <strong>&#8216;lixeirinhas CleanBeach&#8217;</strong>. Trata-se de uma <strong>micro lixeira</strong>, <strong>em material 100% reciclado</strong>,  na forma de cone, que <strong>pode ser enterrada na areia</strong> para receber o micro lixo, muitas vezes abandonado nas praias, como tocos de cigarro, palito de picolÃ©, papel de bala, lacres plÃ¡sticos de garrafas dâ€™Ã¡gua, entre outros. As â€œCleanBeachâ€? nÃ£o <strong>sÃ£o descartÃ¡veis</strong>, sÃ£o <strong>higiÃªnicas</strong>, <strong>coloridas</strong>  e podem acompanhar as pessoas no dia-a-dia.<br />
Essa responsabilidade social, contribui  para reduzir o impacto ambiental, decorrente do micro lixo abandonado nas praias, reutiliza lixo plÃ¡stico como matÃ©ria prima e apoia projetos da ONG <strong><a href="http://www.seashepherd.org.br">Instituto Sea Shepherd Brasil</a></strong>, com doaÃ§Ã£o de parte da renda obtida com a venda das lixeirinhas. FaÃ§a sua parte, tenha consciÃªncia ecolÃ³gica e postura prÃ³-ativa. Aprenda e ensine a preservar, multiplique essa atitude, seja inteligente e lute pela natureza!</p>
<p>* A CleanBeach poderia lanÃ§ar o CleanFootballField (para quem leu a matÃ©ria &#8216;Garrafinhas&#8217;), hehehe</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Procura-se Trabalho</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Nov 2005 02:50:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[DNA Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EducaÃ§Ã£o e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de Vida Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[ONGs]]></category>

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		<description><![CDATA[foto Anderson Oliveira 

Como os jovens enfrentam os desafios de um mundo em transformaÃ§Ã£o, que exige cada vez mais educaÃ§Ã£o e espÃ­rito empreendedor 

Falta de experiÃªncia, indecisÃ£o vocacional, baixa escolaridade ou pouca oportunidade. SÃ£o desafios que todos os jovens brasileiros podem enfrentar em seus primeiros passos no mercado de trabalho.
O desemprego e o subemprego desprezam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>foto Anderson Oliveira </strong><br />
<strong><br />
<blockquote>Como os jovens enfrentam os desafios de um mundo em transformaÃ§Ã£o, que exige cada vez mais educaÃ§Ã£o e espÃ­rito empreendedor </p></blockquote>
<p></strong></p>
<p>Falta de experiÃªncia, indecisÃ£o vocacional, baixa escolaridade ou pouca oportunidade. SÃ£o desafios que todos os jovens brasileiros podem enfrentar em seus primeiros passos no mercado de trabalho.<br />
O desemprego e o subemprego desprezam o talento de milhÃµes de jovens brasileiros, mas nenhum, rico, pobre ou remediado, quer ficar onde estÃ¡. Vamos ver aqui como eles buscam a profissionalizaÃ§Ã£o e driblam os obstÃ¡culos para ingressar em um mercado cada vez mais exigente.<br />
<img src='/wp-content/edgar.jpg' alt='' class="thumb"/><br />
Alguns tÃªm a felicidade de encontrar logo o caminho, como o carioca <strong>Edgar Nogueira</strong>. Aos 13 anos ele ganhou um computador e inventou um site de busca, o <strong><a href="http://aonde.com/">aonde.com</a></strong>. Hoje, empresÃ¡rio de 21 anos, recÃ©m-formado em AdministraÃ§Ã£o (e a caminho do mestrado), segue feliz e resolvido com sua empresa e mantÃ©m um segundo site, o <strong><a href="http://www.encontroideal.com/">namoro.com</a></strong>, de relacionamentos.</p>
<p>JÃ¡ a paulista <strong>DÃ©bora Tatiana Vilhena</strong>, 19 anos, abriu mÃ£o de alguns sonhos, para preservar outros. Nascida numa famÃ­lia pobre, empregou-se como empacotadora de supermercado. â€œPrecisava trabalhar logoâ€?, assume ela, que abdicou do sonho da universidade. â€œParticular Ã© muito cara; pÃºblica, muito difÃ­cil. A luta pela faculdade gratuita Ã© muito injustaâ€?, constata.</p>
<p>Morador da periferia de Natal, <strong>Neilton de Freitas</strong>, 21 anos, aprendeu com a <strong>ONG Natal VoluntÃ¡rios</strong>, que o caminho Ã© difÃ­cil, mas ninguÃ©m deve se contentar com menos do que deseja. Ele participa de um dos projetos mantidos pela entidade, o <strong>Asa Branca</strong>, terminando o curso de garÃ§om. â€œBusquei o setor de turismo, forte na cidadeâ€?, conta ele que, antes, tentou o <strong>mais brasileiro dos sonhos</strong>: <strong>ser jogador de futebol</strong>. Sua meta Ã© ser IntÃ©rprete de InglÃªs. â€œSou jovem, tenho todas as chances. Com investimento, os jovens conseguem se destacarâ€?, acredita.</p>
<p><strong>E a experiÃªncia?</strong><br />
A mineira <strong>Angelina de Lima Ramos</strong>, 22 anos, passou um ano dando com a cara na porta antes de arrumar um emprego por causa do currÃ­culo vazio de experiÃªncias. HÃ¡ quatro anos ela Ã© vendedora de uma loja de iluminaÃ§Ã£o em Juiz de Fora e concentra suas crÃ­ticas nos obstÃ¡culos do mercado. â€œVeja o mito da experiÃªncia: como alguÃ©m com 16, 17 anos pode ser experiente se ninguÃ©m dÃ¡ uma oportunidade? Uma tremenda injustiÃ§aâ€?, denuncia.</p>
<p><strong>â€œO Brasil tem poucos com muita chance e muitos sem nenhumaâ€?</strong>, avalia o carioca <strong>William SebastiÃ£o dos Santos Oliveira</strong>, 22 anos, que sÃ³ pÃ´de estudar atÃ© a 6a sÃ©rie, porque precisou trabalhar para ajudar em casa. Agora, vai encontrando sua vocaÃ§Ã£o. Descobriu a <strong>Incubadora Afro-Brasileira</strong>, que promove o empreendedorismo entre jovens afrodescendentes. LÃ¡, desenvolveu sua empresa de grafismo e hÃ¡ alguns meses vive da ilustraÃ§Ã£o de camisetas e faixas.</p>
<p>Jovem apicultor do Extremo Sul do paÃ­s, o gaÃºcho <strong>Francis Leal Batista</strong>, 19 anos, cursa Engenharia AgrÃ­cola graÃ§as a uma bolsa do Programa Universidade para Todos, do governo federal. Antes, ele participou do <strong>Jovem Apicultor</strong>, programa de capacitaÃ§Ã£o da Universidade de Santa Cruz do Sul, que o motivou a desenvolver sua prÃ³pria criaÃ§Ã£o de abelhas. â€œQueria ser biÃ³logo, mas nÃ£o teria condiÃ§Ãµes de pagar a faculdade. Aqui, encontrei minha vocaÃ§Ã£o e tenho muito mais mercadoâ€?, comemora.</p>
<p><strong>DesperdÃ­cio social</strong><br />
Com pouco estudo e sem experiÃªncia, a cearense <strong>A. G. F</strong>, de 19 anos, sente na pele as dificuldades de ingressar no mercado de trabalho. â€œFiz atÃ© a 7a sÃ©rie e depois que engravidei nÃ£o deu para continuar nos estudos. Quando meu filho nasceu, nÃ£o tinha com quem deixÃ¡-lo e por isso nÃ£o procurei empregoâ€?, diz ela, que conta com a solidariedade da avÃ³ para sobreviver.</p>
<p>Por muito pouco a baiana <strong>Luciana Xavier</strong>, de 21 anos, nÃ£o engrossou o triste exÃ©rcito de desalentados. Dos 2 aos 14 anos, ela viveu nas ruas de Salvador, pedindo esmola, dormindo ao relento. Sua vida sÃ³ tomou outro rumo quando ingressou no <strong>Projeto AxÃ©</strong>, um dos mais bem-sucedidos programas brasileiros de atendimento e educaÃ§Ã£o de crianÃ§as e adolescentes em situaÃ§Ã£o de risco pessoal e social. â€œO AxÃ© mudou os rumos da minha existÃªncia. Percebi potencialidades em mim mesma que nÃ£o conhecia. Isso me ajudou a descobrir o que gostava de fazer. Terminei o curso de moda e virei estilista. Ganhei uma bolsa para estudar numa faculdade de moda de FlorenÃ§a, na ItÃ¡lia, e agora quero ser uma profissional revolucionÃ¡riaâ€?, conta Luciana.</p>
<p>Em SÃ£o Paulo, o projeto <strong>Cidade Escola Aprendiz </strong>tambÃ©m vem trabalhando com sucesso em prol do resgate da cidadania e da profissionalizaÃ§Ã£o de jovens das camadas populares. Participante da primeira turma do Aprendiz, a paulistana <strong>MÃ´nica Alves</strong>, de 23 anos, formou-se em arquitetura e trabalha na restauraÃ§Ã£o de prÃ©dios no centro de SÃ£o Paulo e como produtora de eventos do <strong>CafÃ© Aprendiz</strong>, um dos braÃ§os do projeto. <strong>â€œO Aprendiz me fez acreditar que eu poderia conseguir fazer o que gostava. O problema de alunos de escolas pÃºblicas, como era o meu caso, Ã© nÃ£o acreditar e nÃ£o saber como concretizar os seus sonhosâ€?</strong>, afirma.</p>
<p><strong>DifÃ­cil acesso</strong><br />
Um segmento da juventude que enfrenta dificuldades ainda mais especÃ­ficas para furar a barreira do desemprego Ã© o dos <strong>portadores de necessidades especiais</strong>. Embora a legislaÃ§Ã£o brasileira exija que empresas a partir de determinado porte reservem a eles pelo menos 5% de suas vagas, a situaÃ§Ã£o Ã© complexa. <strong>â€œO portador tem dificuldade para entrar no mercado nÃ£o apenas por causa de suas limitaÃ§Ãµes, mas tambÃ©m pelo preconceito e pelas deficiÃªncias na capacitaÃ§Ã£o e atendimento a essas pessoasâ€?</strong>, diz Roberto dos Santos Pinto, gerente de Trabalho do <strong>Instituto Brasileiro de Defesa dos Direitos da Pessoa Portadora de DeficiÃªncia (IBDD)</strong>, do Rio de Janeiro. </p>
<p>A carioca e estudante de Direito <strong>Joana de Montenegro Roquete</strong>, 22 anos, Ã© uma beneficiada pelo <strong>programa do IBDD</strong>. Portadora de uma doenÃ§a degenerativa que a tornou dependente de uma cadeira de rodas, ela trabalha, hÃ¡ um ano e meio, na consultoria jurÃ­dica da companhia Furnas Centrais ElÃ©tricas, como empregada terceirizada. â€œA lei que obriga as empresas a contratarem deficientes facilitou minha entrada no mercado, mas a maior dificuldade do portador de deficiÃªncia nÃ£o Ã© obter uma vaga e, sim, boa qualificaÃ§Ã£o, principalmente pela dificuldade de acesso fÃ­sico Ã s instituiÃ§Ãµes de ensinoâ€?, diz Joana. </p>
<p><strong>Subempregados</strong><br />
O subemprego Ã© outra faceta do drama enfrentado por muitos jovens, principalmente aqueles de baixa renda e escolaridade deficiente. Eles transitam por uma infinidade de empregos, em funÃ§Ãµes mÃ­nimas e corriqueiras. O mineiro <strong>A. L.</strong>, de 16 anos, de Ipatinga, Ã© um exemplo. HÃ¡ um ano, largou a escola e passou a se dedicar integralmente ao emprego em um mercadinho do bairro. â€œÃ‰ muito cansativo trabalhar o dia todo e ainda estudar Ã  noiteâ€?, diz. E o emprego no mercadinho, sem carteira assinada, nÃ£o Ã© o primeiro. Ele comeÃ§ou aos 14 anos numa oficina mecÃ¢nica, jÃ¡ foi ajudante de pedreiro e balconista em um bar perto de casa. <strong>â€œDecidi trabalhar porque meus pais nÃ£o tinham condiÃ§Ãµes de me dar coisas que eu queria. Desejava ter meu prÃ³prio dinheiro e agora ganho um salÃ¡rio mÃ­nimo. Estou satisfeito com o que faÃ§o, mas sei que a situaÃ§Ã£o nÃ£o estÃ¡ fÃ¡cil. LÃ¡ no mercado, chega muita gente procurando trabalho. Por isso, eu tento fazer tudo certinho, senÃ£o vem outro e toma minha vagaâ€?</strong>, constata o garoto.</p>
<p><a href="http://ondajovem.terra.com.br/">Ainda quer mais? Veja a matÃ©ria na Ã­ntegra</a><br />
Bom Final de Semana!</p>
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		<title>ProfissÃ£o: Fazer o Bem</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2005 17:17:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Rodrigo Vieira da Cunha 
O crescimento do terceiro setor trouxe na carona o empreendedorismo social. Ã‰ um trabalho que exige suar a camiseta, mas pode garantir uma bela carreira&#8230;
Empreendedores sociais sÃ£o as pessoas fÃ­sicas que trazem inovaÃ§Ãµes para o terceiro setor, mais conhecido pela atuaÃ§Ã£o das ONGs. &#8220;Assim como um empreendedor de negÃ³cios, os empreendedores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ashoka.org.br/">Rodrigo Vieira da Cunha </a></p>
<p>O crescimento do <strong>terceiro setor </strong>trouxe na carona o <strong>empreendedorismo social</strong>. Ã‰ um trabalho que exige suar a camiseta, mas pode garantir uma <strong>bela carreira</strong>&#8230;</p>
<p>Empreendedores sociais sÃ£o as pessoas fÃ­sicas que trazem inovaÃ§Ãµes para o terceiro setor, mais conhecido pela atuaÃ§Ã£o das <strong>ONGs</strong>. &#8220;Assim como um empreendedor de negÃ³cios, os empreendedores sociais sÃ£o <strong>visionÃ¡rios</strong>, <strong>criativos</strong>, <strong>determinados</strong> e, principalmente, <strong>inovadores</strong>&#8220;, diz William Drayton, fundador da Ashoka, uma entidade formadora de empreendedores sociais (ver entrevista na pÃ¡gina 60). &#8220;A diferenÃ§a Ã© que usam essas qualidades para apresentar novas soluÃ§Ãµes para problemas sociais.&#8221; Ã‰ um <strong>trabalho de formiguinha</strong>: silencioso, cotidiano e, na grande maioria das vezes, que nada exige em troca, alÃ©m de garantir melhores condiÃ§Ãµes de vida Ã s pessoas de baixa renda ou abandonadas pelo Estado&#8230;</p>
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		<title>Banco de CurrÃ­culo Para Pessoas com Necessidades Especiais</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2005 14:57:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[ONGs]]></category>

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Para reduzir a distÃ¢ncia entre pessoas com deficiÃªncia (auditiva e motora, por exemplo) e o mercado de trabalho, o Instituto Paradigma criou um Banco de CurrÃ­culos. O cadastro ficarÃ¡ Ã  disposiÃ§Ã£o das empresas conveniadas Ã  ONG, para futura seleÃ§Ã£o. O sistema foi montado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil possui aproximadamente <strong>15,2 milhÃµes de deficientes </strong>com mais de 16 anos.<br />
Para reduzir a distÃ¢ncia entre pessoas com deficiÃªncia (auditiva e motora, por exemplo) e o mercado de trabalho, o <strong>Instituto Paradigma </strong>criou um <strong>Banco de CurrÃ­culos</strong>. O cadastro ficarÃ¡ Ã  disposiÃ§Ã£o das empresas conveniadas Ã  ONG, para futura seleÃ§Ã£o. O sistema foi montado com o suporte da consultoria Profit-TI. Maiores informaÃ§Ãµes no site <a href="http://www.institutoparadigma.org.br">www.institutoparadigma.org.br</a>. </p>
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