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	<title>Business Opportunities Weblog Brasil &#187; Natureza Brazil</title>
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	<description>Oportunidades, NotÃ­cias, Dicas e Links para Empreendedores de NegÃ³cios</description>
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		<title>EmpresÃ¡rios Dispostos A Cooperar Com Meio Ambiente Esperam Por Dicas De AÃ§Ãµes</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 10:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[Garotas do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Garotos do Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[O Estado de S. Paulo:
O empresÃ¡rio JosÃ© Reginaldo Brogliatto, proprietÃ¡rio da Brogli PlÃ¡stico, empresa de transformaÃ§Ã£o de plÃ¡stico Ã© um dos participantes do programa do Sebrae-SP.

No entanto, desde o inÃ­cio da empresa, hÃ¡ 10 anos, Brogliatto jÃ¡ tinha uma preocupaÃ§Ã£o com o meio ambiente. &#8216;Sempre separamos o resÃ­duo do plÃ¡stico, classificamos e vendemos separadamente para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://txt.estado.com.br/">O Estado de S. Paulo</a>:</p>
<blockquote><p>O empresÃ¡rio <em>JosÃ© Reginaldo Brogliatto</em>, proprietÃ¡rio da <strong>Brogli PlÃ¡stico</strong>, empresa de transformaÃ§Ã£o de plÃ¡stico Ã© um dos participantes do programa do <strong>Sebrae-SP</strong>.<br />
<img src='http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2007/12/meio-ambiente.jpg' alt='meio-ambiente.jpg' class="thumb"/></p>
<p>No entanto, desde o inÃ­cio da empresa, hÃ¡ 10 anos, <em>Brogliatto</em> jÃ¡ tinha uma preocupaÃ§Ã£o com o meio ambiente. &#8216;Sempre separamos o resÃ­duo do plÃ¡stico, classificamos e vendemos separadamente para empresas de reciclagem.&#8217;</p>
<p>O empreendedor explica que a aÃ§Ã£o Ã© um cuidado, pois hÃ¡ materiais que demoram mais tempo para se decompor. &#8216;A parte social ajuda na imagem da empresa&#8217;, afirma <em>Brogliatto</em>. De acordo com o empresÃ¡rio, nÃ£o Ã© necessÃ¡rio alto investimento para separar o lixo. &#8216;Ã‰ um processo natural, em que os resÃ­duos de cada mÃ¡quina jÃ¡ tÃªm destino certo.&#8217;</p>
<p>A venda do lixo para empresas de reciclagem traz um lucro baixo para o empreendimento. &#8216;Poderia ganhar mais com o processo, mas nÃ£o visamos a isso. Buscamos o melhor para o meio ambiente.&#8217;</p>
<p><em>Brogliatto</em> ainda nÃ£o sabe qual foi a avaliaÃ§Ã£o final do <strong>Sebrae-SP</strong> para a sua empresa: &#8216;Aguardamos sugestÃµes para melhorar o nosso desempenho.&#8217;</p>
<p><strong>Continue lendo</strong>: <strong>SoluÃ§Ãµes&#8230;</strong></p></blockquote>
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		<title>Eventos VÃ£o Agitar JoÃ£o Pessoa E Campina Grande Em 2007</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Dec 2006 02:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida Empreendedor]]></category>
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		<description><![CDATA[Estimativas apontam destaque para o turismo de eventos na ParaÃ­ba e benefÃ­cios para a economia local.

ASN:
2007 serÃ¡ o ano do turismo de eventos em JoÃ£o Pessoa e Campina Grande. PrevisÃµes animadoras do JP Convention e Visitors Bureau estimam uma movimentaÃ§Ã£o superior a 10 milhÃµes de dÃ³lares, graÃ§as a mais de 20 eventos captados para as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estimativas apontam destaque para o turismo de eventos na ParaÃ­ba e benefÃ­cios para a economia local</em>.</p>
<p><img id="image1610" src="http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2006/12/Ilha_Areia_Vermelha_Joao-Pessoa-Paraiba.jpg" alt="Ilha_Areia_Vermelha_Joao-Pessoa-Paraiba.jpg" class="thumb"/></p>
<p><a href="http://asn.interjornal.com.br/noticia.kmf?noticia=5593296&#038;canal=212&#038;total=1105&#038;indice=0">ASN</a>:<br />
2007 serÃ¡ o ano do turismo de eventos em JoÃ£o Pessoa e Campina Grande. PrevisÃµes animadoras do <strong>JP Convention e Visitors Bureau</strong> estimam uma movimentaÃ§Ã£o superior a 10 milhÃµes de dÃ³lares, graÃ§as a mais de 20 eventos captados para as 2 cidades. De acordo com <em>Regina Amorim</em>, gestora do projeto <strong>Desenvolvimento do Turismo de Eventos e de NegÃ³cios em JoÃ£o Pessoa e Campina Grande</strong>, a meta de realizar 85 eventos, iniciada em 2005, serÃ¡ alcanÃ§ada no prÃ³ximo ano.</p>
<p>&#8216;A aceitaÃ§Ã£o de JoÃ£o Pessoa e Campina Grande como destinos ideais para eventos Ã© muito grande e vÃ¡rios fatores concorrem para isso: a qualidade de vida, a hospitalidade, o baixo Ã­ndice de violÃªncia, o rico acervo do patrimÃ´nio natural e histÃ³rico-cultural, o litoral com excelentes praias&#8217;, destaca <em>Regina</em>.</p>
<p>AlÃ©m de incentivar o crescimento do setor no prÃ³ximo ano, o projeto ainda prevÃª a capacitaÃ§Ã£o dos gestores e o desenvolvimento de um site com informaÃ§Ãµes turÃ­sticas, que vai mostrar a importÃ¢ncia do segmento e o quanto ainda pode ser explorado em termos de negÃ³cios.</p>
<p>&#8216;Precisaremos de patrocinadores para colocar esse site no ar. Esperamos que ele seja tÃ£o completo que passe a ser indispensÃ¡vel para os que fazem o turismo de eventos e de negÃ³cios&#8217;, prevÃª a gestora.</p>
<p>Outra iniciativa que pretende movimentar as 2 cidades Ã© a criaÃ§Ã£o do <strong>CalendÃ¡rio de Eventos</strong>. &#8216;A idÃ©ia Ã© que possamos produzir um folder com os eventos tÃ©cnicos e cientÃ­ficos e as feiras de negÃ³cios que serÃ£o realizados em 2007&#8242;, complementa. </p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Nordeste Ã‰ A Nossa China</title>
		<link>http://brasil.business-opportunities.biz/2006/12/16/o-nordeste-e-a-nossa-china/</link>
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		<pubDate>Sat, 16 Dec 2006 02:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil AsiÃ¡tico: Verde x Amarelo]]></category>
		<category><![CDATA[Brazilzilzil]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de Vida Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[ExportaÃ§Ã£o / Mercado]]></category>
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		<description><![CDATA[Cris Correa:
A exemplo de vÃ¡rias empresas que estÃ£o apostando no crescimento do consumo na regiÃ£o Nordeste (como Unilever, Johnson &#038; Jonhson e outras), a PerdigÃ£o tambÃ©m intensificou seus investimentos na regiÃ£o.

Em 2006, as vendas da empresa no Nordeste cresceram 25% &#8211; o maior aumento que a PerdigÃ£o registrou no PaÃ­s. 
Por isso, a companhia promete [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://portalexame.abril.uol.com.br/blogs/cristianecorrea/listar.shtml">Cris Correa</a>:<br />
A exemplo de vÃ¡rias empresas que estÃ£o apostando no crescimento do consumo na regiÃ£o Nordeste (como <strong>Unilever</strong>, <strong>Johnson &#038; Jonhson</strong> e outras), a <strong>PerdigÃ£o</strong> tambÃ©m intensificou seus investimentos na regiÃ£o.<br />
<img id="image1584" src="http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2006/12/nordeste_brazil.jpg" alt="nordeste_brazil.jpg" class="thumb"/><br />
Em 2006, as vendas da empresa no Nordeste cresceram 25% &#8211; o maior aumento que a <strong>PerdigÃ£o</strong> registrou no PaÃ­s. </p>
<p>Por isso, a companhia promete dobrar a capacidade de distribuiÃ§Ã£o de seus produtos na Ã¡rea em 2007.</p>
<p>Durante um almoÃ§o com jornalistas hoje, a diretoria da empresa nÃ£o escondeu a satisfaÃ§Ã£o com o resultado do trabalho naquela regiÃ£o. &#8216;O Nordeste Ã© a nossa China&#8217;, afirmou <em>Luis Carlos Campagnola</em>, diretor comercial da <strong>PerdigÃ£o</strong>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A RevoluÃ§Ã£o E O Lucro Verde Das CorporaÃ§Ãµes Ecoxiitas</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Dec 2006 02:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brazilzilzil]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de Vida Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[EstratÃ©gia]]></category>
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		<description><![CDATA[As grandes corporaÃ§Ãµes tornaram-se &#8216;ecoxiitas&#8217;. Seus produtos sÃ£o cada vez mais leves, limpos e eficientes. Saiba como elas pretendem lucrar com esse novo tipo de ambientalismo.

Lana Pinheiro:
&#8230; De 2 dÃ©cadas para cÃ¡, as empresas viveram sua 1Âª. onda ecolÃ³gica. ComeÃ§aram a tratar resÃ­duos industriais e a buscar certificaÃ§Ãµes de boa conduta ambiental, como ISO 14000. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>As grandes corporaÃ§Ãµes tornaram-se &#8216;ecoxiitas&#8217;. Seus produtos sÃ£o cada vez mais leves, limpos e eficientes. Saiba como elas pretendem lucrar com esse novo tipo de ambientalismo</em>.</p>
<p><img id="image1555" src="http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2006/12/verde.jpg" alt="verde.jpg" class="thumb"/></p>
<p><a href="http://www.terra.com.br/istoedinheiro/">Lana Pinheiro</a>:<br />
&#8230; De 2 dÃ©cadas para cÃ¡, as empresas viveram sua 1Âª. onda ecolÃ³gica. ComeÃ§aram a tratar resÃ­duos industriais e a buscar certificaÃ§Ãµes de boa conduta ambiental, como ISO 14000. HÃ¡ hoje, porÃ©m, uma verdadeira quebra de paradigmas no mundo corporativo.</p>
<p>Ã‰ a chamada <strong>RevoluÃ§Ã£o Verde</strong>. A gestÃ£o ambiental, antes ligada apenas aos processos industriais, Ã© hoje o foco central de grandes companhias. Em muitas delas, os engenheiros sÃ£o quase &#8216;ecoxiitas&#8217;. E cada novo produto que sai das pranchetas para as linhas de produÃ§Ã£o jÃ¡ Ã© desenvolvido de acordo com uma filosofia ecolÃ³gica. </p>
<p>Nela, o que estÃ¡ em jogo Ã© conseguir, sempre, mais por menos. Mais potÃªncia com menos consumo, mais desempenho com menos peso, mais eficiÃªncia com menos energia e uma melhor imagem corporativa.</p>
<p>Essa &#8216;ecorrevoluÃ§Ã£o&#8217; chega com a forÃ§a da revoluÃ§Ã£o de Watt. NÃ£o distingue indÃºstria, comÃ©rcio ou prestadores de serviÃ§o. Nem pequenas ou grandes companhias. Vale para todos. Gigantes como <strong>Boeing</strong>, <strong>General Motors</strong> e <strong>Fiat</strong> buscam maior leveza para seus produtos â€“ o que se reflete em menos consumo de petrÃ³leo. Ao mesmo tempo, essas empresas nÃ£o poupam esforÃ§os para construir mÃ¡quinas que usem combustÃ­veis cada vez mais limpos. <a href="http://www.terra.com.br/istoedinheiro/">Leia mais</a>.</p>
<p>Foto montagem: <em>Evandro Rodrigues</em>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Gostoso Ã‰ Fashion!</title>
		<link>http://brasil.business-opportunities.biz/2006/10/27/gostoso-e-fashion/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Oct 2006 03:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brazilzilzil]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Garotas do Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[Ok, ainda estamos em outubro, mas quando menos esperarmos estarÃ¡ na hora de arrumarmos as malas para as tÃ£o merecidas fÃ©rias. Aqui vai uma sugestÃ£o deliciosa&#8230;

Terra Turismo:
Se vocÃª ainda nÃ£o ouviu falar em SÃ£o Miguel do Gostoso, saiba que esse nome estÃ¡ na boca dos mais descolados turistas. A cidade Ã© um dos points turÃ­sticos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ok, ainda estamos em outubro, mas quando menos esperarmos estarÃ¡ na hora de arrumarmos as malas para as tÃ£o merecidas fÃ©rias. Aqui vai uma sugestÃ£o deliciosa&#8230;</p>
<p><img id="image1480" src="http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2006/10/gostoso.jpg" alt="gostoso.jpg" align="right"/></p>
<p><a href="http://turismo.terra.com.br/">Terra Turismo</a>:</p>
<blockquote><p>Se vocÃª ainda nÃ£o ouviu falar em SÃ£o Miguel do Gostoso, saiba que esse nome estÃ¡ na boca dos mais descolados turistas. A cidade Ã© um dos points turÃ­sticos do litoral nordestino. EstÃ¡ localizada na esquina do continente sul-americano, literalmente onde o vento faz a curva. <a href="http://turismo.terra.com.br/interna/0,,OI530460-EI1414,00.html">Mais</a>.</p>
<p><a href="http://turismo.terra.com.br/galerias/0,,OI18759-EI1414,00.html">Veja as fotos</a>.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Santa Catarina Dos &#8216;Gringos&#8217;</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Sep 2006 03:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brazilzilzil]]></category>
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		<description><![CDATA[Marketing.com.br:
Santa Catarina Ã© o 2Âº. maior estado brasileiro procurado pelos turistas estrangeiros, perdendo apenas para o Rio de Janeiro. Quem afirma Ã© a pesquisa CaracterizaÃ§Ã£o e Dimensionamento do Turismo Internacional no Brasil, realizada pela Fipe em convÃªnio com o MinistÃ©rio do Turismo e a Embratur. Dentro de SC os destinos mais procurados sÃ£o FlorianÃ³polis, BalneÃ¡rio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://marketing.com.br/">Marketing.com.br</a>:<br />
Santa Catarina <img id="image1358" src="http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2006/09/384050-1043-it.jpg" alt="384050-1043-it.jpg" align="right"/>Ã© o 2Âº. maior estado brasileiro procurado pelos turistas estrangeiros, perdendo apenas para o Rio de Janeiro. Quem afirma Ã© a pesquisa <strong>CaracterizaÃ§Ã£o e Dimensionamento do Turismo Internacional no Brasil</strong>, realizada pela <strong>Fipe</strong> em convÃªnio com o <strong>MinistÃ©rio do Turismo</strong> e a <strong>Embratur</strong>. Dentro de SC os destinos mais procurados sÃ£o FlorianÃ³polis, BalneÃ¡rio CamboriÃº e Bombinhas.  	</p>
<p>O maior contingente de visitantes de Santa Catarina vem da Argentina com o objetivo de conhecer as belezas naturais do estado.</p>
<p>Santa Catarina oferece cobiÃ§adas praias, serras que se cobrem de neve e ecoturismo. Eles se dividem nas partes norte e sul do estado. A capital de Santa Catarina estÃ¡ em 1Âº. lugar entre os destinos mais procurados pelos turistas estrangeiros. FlorianÃ³polis reÃºne agito, romantismo e uma lista de 100 praias para serem exploradas.</p>
<p>Os 342 mil habitantes de Floripa, como a cidade Ã© carinhosamente conhecida, dispÃµem de uma total infra-estrutura com shopping centers, faculdades, hotÃ©is, restaurantes e vida noturna intensa.</p>
<p>Nas praias desta capital Ã© possÃ­vel praticar surfe, remo, vela, sand-board, jet ski, mergulho e windsurf. Passeios de escuna sÃ£o feitos para inÃºmeras ilhas, onde podem ser encontradas fortalezas construÃ­das pelos portugueses no sÃ©culo XVIII&#8230;</p>
<p>Cristo e nudismo em CamboriÃº<br />
As praias de CamboriÃº recebem o maior nÃºmero de turistas estrangeiros e brasileiros de Santa Catarina. A cidade de 75 mil habitantes tem um fluxo de um milhÃ£o de visitantes por temporada que se distribuem em 6km de praia. <a href="http://marketing.com.br/0_turi1.html">Saiba mais</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Produtos Da AmazÃ´nia Transformam-Se Em JÃ³ias Artesanais</title>
		<link>http://brasil.business-opportunities.biz/2006/09/06/produtos-da-amazonia-transformam-se-em-joias-artesanais/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Sep 2006 03:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[DNA Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de Vida Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[ExportaÃ§Ã£o / Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Garotos do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Made in Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza Brazil]]></category>

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		<description><![CDATA[
JornalEmpresaseNegocios.com.br:
Com talento e criatividade, o artesÃ£o Jander Cabral (foto), 34 anos, transforma sementes de jarina, cascas e caroÃ§os vegetais, matÃ©ria-prima rÃºstica da floresta amazÃ´nica, em jÃ³ias de fino acabamento. SÃ£o as chamadas biojÃ³ias, que possuem alto valor agregado porque reÃºnem em colar, pulseira, anel ou brinco, a arte artesanal indÃ­gena e a precisÃ£o da ourivesaria.
Amazonense [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="image1292" src="http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2006/09/290806_biojoias.jpg" alt="290806_biojoias.jpg" align="right"/></p>
<p><a href="http://www.jornalempresasenegocios.com.br/">JornalEmpresaseNegocios.com.br</a>:<br />
Com talento e criatividade, o artesÃ£o <em>Jander Cabral</em> (foto), 34 anos, transforma sementes de jarina, cascas e caroÃ§os vegetais, matÃ©ria-prima rÃºstica da floresta amazÃ´nica, em jÃ³ias de fino acabamento. SÃ£o as chamadas biojÃ³ias, que possuem alto valor agregado porque reÃºnem em colar, pulseira, anel ou brinco, a arte artesanal indÃ­gena e a precisÃ£o da ourivesaria.</p>
<p>Amazonense de Autazes, a 113km de Manaus, <em>Cabral</em> revela que as biojÃ³ias tÃªm alcanÃ§ado o mercado externo. O artesÃ£o realiza mensalmente negÃ³cios com compradores da SuÃ­Ã§a, Estados Unidos e Inglaterra. No Brasil, Rio de Janeiro, SÃ£o Paulo e BrasÃ­lia sÃ£o as cidades mais interessadas nesse tipo de produto. &#8216;Desde que me dediquei Ã  produÃ§Ã£o de biojÃ³ias, nunca consegui montar um estoque, porque a procura Ã© muito grande&#8217;, diz o artesÃ£o.</p>
<p>O principal produto utilizado por ele para a produÃ§Ã£o de biojÃ³ias sÃ£o as sementes de jarinas, conhecidas como marfim vegetal. Ele tambÃ©m utiliza casca de coco, castanha-da-amazÃ´nia, tucumÃ£ e cuia, mas a jarina Ã© preferida porque alÃ©m do seu emprego em colares, pulseiras e gargantilhas, Ã© possÃ­vel transformÃ¡-la em miniaturas de peixe-boi, sapo, boto, entre outros animais. <a href="http://www.jornalempresasenegocios.com.br/site/showdetailspop.php?topgroupid=&#038;groupid=5&#038;subgroupid=28&#038;contentid=17139">Mais</a>.</p>
<p>Foto: <em>MÃ¡rcio Vieira</em>.</p>
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		<title>Uma Fortuna Pela AmazÃ´nia</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Jul 2006 05:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biodiversidade Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Brazilzilzil]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de Vida Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[Hot, Mad or What?]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza Brazil]]></category>
		<category><![CDATA[NotÃ­cias]]></category>
		<category><![CDATA[Socorro! Isto Ã© o Brasil]]></category>

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Rosenilgo Gomes Ferreira:
Os 5,1 milhÃµes de km2 que compÃµem a AmazÃ´nia sÃ£o responsÃ¡veis pela produÃ§Ã£o de 20% do oxigÃªnio do planeta. A Ã¡rea tambÃ©m abriga 30% das reservas de Ã¡gua doce potÃ¡vel do mundo. E a regiÃ£o vem sendo devastada por queimadas, derrubada indiscriminada de Ã¡rvores e pela poluiÃ§Ã£o de seus rios. Mas o milionÃ¡rio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="image1091" src="http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2006/07/amazonia_230.jpg" alt="amazonia_230.jpg" align="right"/></p>
<p><a href="http://www.terra.com.br/cgi-bin/index_frame/istoedinheiro/capa.htm">Rosenilgo Gomes Ferreira</a>:<br />
Os 5,1 milhÃµes de km2 que compÃµem a AmazÃ´nia sÃ£o responsÃ¡veis pela produÃ§Ã£o de 20% do oxigÃªnio do planeta. A Ã¡rea tambÃ©m abriga 30% das reservas de Ã¡gua doce potÃ¡vel do mundo. E a regiÃ£o vem sendo devastada por queimadas, derrubada indiscriminada de Ã¡rvores e pela poluiÃ§Ã£o de seus rios. Mas o milionÃ¡rio sueco <em>Johan Eliasch</em>, de 44 anos, quer mudar essa situaÃ§Ã£o para melhor e estÃ¡ Ã  frente de uma verdadeira cruzada para salvar a AmazÃ´nia. Seu objetivo Ã© levantar US$ 18 bilhÃµes, montante que ele considera suficiente para solucionar os problemas da regiÃ£o. &#8216;O mundo tem de pagar ao Brasil pelo serviÃ§o de proteÃ§Ã£o da floresta&#8217;, diz <em>Eliasch</em>. De Londres, o empresÃ¡rio controla a grife de material esportivo <strong>Head</strong>, cuja receita anual soma US$ 640 milhÃµes, e busca financiadores para a causa. A 1Âª. reuniÃ£o da sÃ©rie de encontros que ele pretende realizar nos EUA, Europa e Ã?sia atÃ© o final do ano aconteceu hÃ¡ 2 semanas na City, coraÃ§Ã£o financeiro da capital inglesa. Falando a executivos do setor de seguros, <em>Eliasch</em> lembrou que as mudanÃ§as climÃ¡ticas foram as responsÃ¡veis por grandes catÃ¡strofes naturais no perÃ­odo 2004-2005, como o furacÃ£o Katrina (nos EUA) e o tsumani (na Ã?sia), que custaram indenizaÃ§Ãµes recordes de US$ 83 bilhÃµes no ano passado. &#8216;AÃ§Ãµes focadas na AmazÃ´nia podem reduzir as alteraÃ§Ãµes climÃ¡ticas em um razoÃ¡vel espaÃ§o de tempo, melhorando nossas vidas e o planeta&#8217;, defende.</p>
<p>O projeto tem como principal vertente a criaÃ§Ã£o de santuÃ¡rios ecolÃ³gicos administrados por particulares. Em 2005, <em>Eliasch</em> adquiriu 160 mil hectares no Estado do Amazonas, tirando de cena uma madeireira ilegal. Gastou cerca de US$ 10 milhÃµes. A transaÃ§Ã£o teve o aval da noiva, a brasileira <em>Ana Junqueira</em>, de 35 anos, que tentou (sem sucesso) 2 vezes se eleger deputada federal: em 1994 (pelo PMDB) e em 1998 (pelo PFL). Filha de fazendeiros, ela Ã© conselheira de <em>Eliasch</em> para assuntos ecolÃ³gicos. O empresÃ¡rio diz que uma parte dos US$ 18 bilhÃµes seria drenada para programas governamentais de saÃºde, educaÃ§Ã£o e infra-estrutura para os 20 milhÃµes de habitantes da regiÃ£o.</p>
<p><em>Eliasch</em> Ã© capaz disso tudo? Provavelmente. O empresÃ¡rio tem vasta rede de contatos na Europa que reÃºne empresÃ¡rios e polÃ­ticos. Na Inglaterra, ele Ã© um dos principais doadores do Partido Conservador, do qual integra a comissÃ£o de finanÃ§as. FreqÃ¼enta com desenvoltura a realeza britÃ¢nica. No mundo dos negÃ³cios ele Ã© tido como financista habilidoso, que fez fortuna recuperando empresas endividadas como a <strong>Head</strong>. Quando assumiu o negÃ³cio, a companhia estava Ã  beira da falÃªncia, com prejuÃ­zo de US$ 65 milhÃµes.</p>
<p>Sua proposta &#8216;verde&#8217;, contudo, Ã© vista com desconfianÃ§a por empresÃ¡rios e ecologistas brasileiros. &#8216;Trata-se de uma idÃ©ia simplÃ³ria, incapaz de alterar a realidade local&#8217;, critica <em>SÃ©rgio Amoroso</em>, dono do <strong>Grupo Orsa</strong>, que controla o <strong>Projeto Jari</strong> de papel e celulose, situado no AmapÃ¡. <em>Amoroso</em> tambÃ©m Ã© contra o uso de recursos privados para financiar o governo. &#8216;Ã‰ preciso criar mecanismos que garantam renda permanente Ã  populaÃ§Ã£o.&#8217; Ã‰ isso que falta na propriedade recÃ©m-adquirida por <em>Eliasch</em>. Ao desbaratar a madeireira ilegal, ele &#8217;salvou a floresta&#8217;, mas acabou com a fonte de renda de mil pessoas ligadas Ã  madeireira. Como compensaÃ§Ã£o, ele permitiu que eles coletassem castanha e aÃ§aÃ­ na Ã¡rea. JÃ¡ <em>Roberto Klabin</em>, herdeiro da fÃ¡brica de papel da famÃ­lia e dono do resort <strong>RefÃºgio EcolÃ³gico Caiman</strong>, situado no Pantanal, apÃ³ia <em>Eliasch</em>. &#8216;A AmazÃ´nia se transformou em terra de ninguÃ©m porque o governo nÃ£o assume suas responsabilidades. A compra de terras jÃ¡ se mostrou uma opÃ§Ã£o viÃ¡vel no Chile e na Argentina&#8217;, avalia. <em>Ted Turner</em>, fundador da <strong>CNN</strong>, o investidor <em>George Soros</em> e o empresÃ¡rio italiano <em>Luciano Benetton</em> sÃ£o alguns dos poderosos que compraram terras e as transformaram em santuÃ¡rios ecolÃ³gicos nos 2 paÃ­ses. SÃ£o esses milionÃ¡rios que <em>Eliasch</em> quer seduzir.</p>
<p>BrasÃ­lia se mantÃ©m alheia Ã  iniciativa. Um integrante do primeiro escalÃ£o do governo federal, que pediu para nÃ£o ser identificado, argumentou que o empresÃ¡rio ainda nÃ£o procurou formalmente as autoridades. A fonte rebateu as acusaÃ§Ãµes de que o governo <em>Lula</em> abandonou a regiÃ£o, citando a criaÃ§Ã£o das <strong>Ã?reas Protegidas da AmazÃ´nia</strong> (<strong>Arpa</strong>), um projeto tocado pela <strong>ONG Fundo Brasileiro para a Biodiversidade</strong> e que deverÃ¡ movimentar US$ 391 milhÃµes atÃ© 2016. Os recursos virÃ£o do <strong>Banco Mundial</strong>, do <strong>Banco AlemÃ£o de Desenvolvimento</strong> e do governo brasileiro. A meta Ã© implantar e gerir 50 milhÃµes de hectares de reservas florestais, um territÃ³rio maior que a Espanha.</p>
<p>Para o biÃ³logo <em>Paulo Moutinho</em>, coordenador do programa de mudanÃ§as climÃ¡ticas do <strong>Instituto de Pesquisa Ambiental da AmazÃ´nia</strong>, atitudes isoladas tÃªm pouca eficÃ¡cia. Primordial seria a uniÃ£o de ecologistas, empresÃ¡rios e governo na luta antidesmatamento. Sua proposta Ã© que se pague ao governo brasileiro pela reduÃ§Ã£o na taxa de derrubada de Ã¡rvores. A queda de apenas 10% no Ã­ndice mÃ©dio de destruiÃ§Ã£o da AmazÃ´nia (que Ã© de 20 mil km2 por ano) renderia ao PaÃ­s US$ 400 milhÃµes. A conta baseia-se no mercado de crÃ©ditos de carbono, pelo qual empresas e governos de naÃ§Ãµes ricas pagam aos paÃ­ses, que ainda tÃªm vastas Ã¡reas verdes, compensaÃ§Ãµes por emitir gases danosos na atmosfera. Como a AmazÃ´nia tem um estoque de 80 bilhÃµes de toneladas de carbono, a &#8216;venda&#8217; desse ativo poderia render atÃ© US$ 160 bilhÃµes.</p>
<p>A briga de <em>Eliasch</em> estÃ¡ sÃ³ comeÃ§ando. PorÃ©m, antes de conquistar apoio mundo afora, ele precisarÃ¡ provar que Ã© capaz de vencer uma floresta que jÃ¡ &#8216;devorou&#8217; figuras como <em>Henry Ford</em> e <em>Daniel Ludwig</em>, cujos empreendimentos de extraÃ§Ã£o de borracha e celulose soÃ§obraram diante da realidade amazÃ´nica.</p>
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		<title>Conhecendo a AmazÃ´nia</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jul 2006 05:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biodiversidade Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[EducaÃ§Ã£o e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Garotas do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Garotos do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza Brazil]]></category>
		<category><![CDATA[NotÃ­cias]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>

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45 estudantes do Brasil, Equador, Peru, Suriname e da BolÃ­via, ColÃ´mbia, Venezuela, Guiana e Guiana Francesa, acompanhados por 27 professores e cientistas, estÃ£o tendo a oportunidade de conhecer a AmazÃ´nia em profundidade. Os participantes estÃ£o percorrendo a mesma rota da expediÃ§Ã£o comandada pelo explorador espanhol Francisco de Orellana ao longo do rio Amazonas, nos anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="image1042" src="http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2006/07/mapa.jpg" alt="mapa.jpg" align="right"/></p>
<p>45 estudantes do Brasil, Equador, Peru, Suriname e da BolÃ­via, ColÃ´mbia, Venezuela, Guiana e Guiana Francesa, acompanhados por 27 professores e cientistas, estÃ£o tendo a oportunidade de conhecer a AmazÃ´nia em profundidade. Os participantes estÃ£o percorrendo a mesma rota da expediÃ§Ã£o comandada pelo explorador espanhol <em>Francisco de Orellana</em> ao longo do rio Amazonas, nos anos de 1541 e 1542. </p>
<p>A aventura ao coraÃ§Ã£o da AmÃ©rica do Sul â€“ iniciada em Quito em 24 de junho e encerramento previsto para o dia 27 de julho em BrasÃ­lia, Ã© uma iniciativa da <a href="http://www.otca.org.br/br/exped_jovem.php">OrganizaÃ§Ã£o do Tratado de CooperaÃ§Ã£o AmazÃ´nica &#8211; OTCA</a>, atravÃ©s do projeto <strong>Conhecendo a AmazÃ´nia â€“ A OTCA e a Juventude â€“ Caminhos de Orellana</strong>.</p>
<p>Foram selecionados alunos do ensino mÃ©dio de escolas pÃºblicas e privadas, entre 15 e 18 anos. O candidato precisava fazer uma redaÃ§Ã£o sobre tema relacionado Ã  AmazÃ´nia. Os 5 melhores trabalhos de cada paÃ­s foram selecionados pelo MinistÃ©rio da EducaÃ§Ã£o de suas naÃ§Ãµes.</p>
<p>O objetivo Ã© proporcionar aos jovens uma experiÃªncia humana sobre a AmazÃ´nia, conhecendo-a de perto, entendendo seus problemas e se envolver com o futuro da regiÃ£o, o que Ã© de grande utilidade para futuros lÃ­deres comunitÃ¡rios, homens e mulheres de negÃ³cios, governantes, tÃ©cnicos, funcionÃ¡rios pÃºblicos etc.</p>
<p>Diariamente, os expedicionÃ¡rios contam com oficinas e palestras sobre temas histÃ³ricos da regiÃ£o e sua ocupaÃ§Ã£o, problemas atuais da populaÃ§Ã£o rural e urbana, especificidade dos povos indÃ­genas e ribeirinhos, questÃµes ecolÃ³gicas, culminando com discussÃµes sobre as alternativas para a sustentabilidade do espaÃ§o amazÃ´nico.</p>
<p>O consultor da <strong>OTCA</strong>, <em>Aldenir ParaguassÃº</em>, explicou que os estudantes utilizariam programas de computaÃ§Ã£o, nos quais incluiriam suas impressÃµes sobre a experiÃªncia, produzindo anotaÃ§Ãµes e imagens. Ao final dos 34 dias de viagem, todo o material serÃ¡ transformado em documentÃ¡rios, videoclipes, programas para TV, CD-ROM, livros e artigos.</p>
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		<title>FÃ¡brica de Moscas no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jun 2006 17:40:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[AgronegÃ³cio]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de Vida Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[ExportaÃ§Ã£o / Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Made in Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza Brazil]]></category>
		<category><![CDATA[NotÃ­cias]]></category>

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Raquel Balarin:
A primeira fÃ¡brica de moscas do Brasil acaba de comeÃ§ar a operar e jÃ¡ negocia exportaÃ§Ãµes do inseto para o Marrocos e a Espanha. Na biofÃ¡brica Moscamed Brasil, em Juazeiro (PE), sÃ£o produzidos machos estÃ©reis da mosca-das-frutas, praga que atinge os pomares do Vale do SÃ£o Francisco e causa prejuÃ­zos anuais de US$ 60 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="image970" src="http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2006/06/fly.jpg" alt="fly.jpg" align="right" /></p>
<p><a href="http://www.valoronline.com.br/valoreconomico/285/primeirocaderno/especial/Brasil+tem+sua+primeira+'fabrica'+de+moscas,,,59,3748878.html">Raquel Balarin</a>:<br />
A primeira fÃ¡brica de moscas do Brasil acaba de comeÃ§ar a operar e jÃ¡ negocia exportaÃ§Ãµes do inseto para o Marrocos e a Espanha. Na biofÃ¡brica <strong>Moscamed Brasil</strong>, em Juazeiro (PE), sÃ£o produzidos machos estÃ©reis da mosca-das-frutas, praga que atinge os pomares do Vale do SÃ£o Francisco e causa prejuÃ­zos anuais de US$ 60 milhÃµes. </p>
<p>Na biofÃ¡brica, as pupas das fÃªmeas sÃ£o eliminadas com um banho-maria. Os machos resistem, recebem radiaÃ§Ã£o e se tornam estÃ©reis. Liberados no ambiente, copulam com fÃªmeas selvagens. Essas fÃªmeas nÃ£o pÃµem ovos e hÃ¡ uma reduÃ§Ã£o na populaÃ§Ã£o de insetos.</p>
<p>Leia tambÃ©m: <a href="http://www.valoronline.com.br/valoreconomico/285/primeirocaderno/especial/Brasil+produz+moscas+para+combater+praga,,,59,3748863.html">Brasil produz moscas para combater praga</a></p>
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