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	<title>Business Opportunities Weblog Brasil &#187; Exportação / Mercado</title>
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	<description>Oportunidades, Notícias, Dicas e Links para Empreendedores de Negócios</description>
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		<title>Projeto Ajuda Empresas A Atuar No Exterior</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 02:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MasterMoney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação / Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades de Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Último Segundo:
No início do ano, a fabricante de fornos e refrigeradores industriais Prática deu o primeiro grande passo em direção à internacionalização. A empresa finalizou uma joint-venture com o grupo português Mercatus, da área de refrigeração, para construir uma nova fábrica em Pouso Alegre (MG). 
Antes, porém, passou por um processo intenso de mudanças: formou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/10/27/projeto+ajuda+empresas+a+atuar+no+exterior+8948915.html">Último Segundo</a>:</p>
<blockquote><p>No início do ano, a fabricante de fornos e refrigeradores industriais Prática deu o primeiro grande passo em direção à internacionalização. A empresa finalizou uma joint-venture com o grupo português Mercatus, da área de refrigeração, para construir uma nova fábrica em Pouso Alegre (MG). </p>
<p>Antes, porém, passou por um processo intenso de mudanças: formou um conselho de administração, auditou balanços e modificou práticas de gestão, auxiliada pelo Instituto Endeavor, de apoio ao empreendedorismo. </p>
<p>&#8220;Foi tudo muito rápido&#8221;, comenta um dos sócios, Luiz Eduardo Rezende. &#8220;O trabalho com a Endeavor queimou etapas do processo.&#8221;</p>
<p>A ajuda da ONG faz parte de um projeto lançado no ano passado pela Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), em conjunto com a União Europeia (UE), que pretende facilitar o caminho das pequenas e médias empresas (PMEs) brasileiras no mercado internacional.</p>
<p>&#8220;São elas que mais precisam de políticas públicas de apoio à internacionalização&#8221;, diz a diretora do projeto, Patrícia Vicentini. O projeto liderado pela ABDI prevê parcerias com 31 entidades públicas e privadas, como a Endeavor, em 16 Estados.</p>
<p>Serão investidos 44 milhões (R$ 112,13 milhões) &#8211; metade por parte da UE e a outra pelo governo brasileiro &#8211; para internacionalizar pelo menos 600 companhias até o fim de 2011. A ideia é oferecer serviços, como elaboração de estudos sobre um determinado mercado, consultoria especializada ou capacitação técnica, de forma gratuita ou a preços acessíveis aos pequenos empreendedores.</p></blockquote>
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		<title>Petrobras É Premiada Por Inovação E Empreendedorismo</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 02:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MasterMoney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exportação / Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Liderença]]></category>
		<category><![CDATA[Made in Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Revista Fator:
A Petrobras foi vencedora nas categorias Companhia mais Empreendedora em Exploração (Most Enterprising Exploration Company) e Inovação em Projetos (Project Innovation), do prêmio anual concedido pela revista Petroleum Economist, uma das mais respeitadas publicações do setor de petróleo e gás. É a terceira vez consecutiva que a Petrobras vence alguma das categorias da premiação. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=89808">Revista Fator</a>:</p>
<blockquote><p>A <a href="http://www2.petrobras.com.br/">Petrobras</a> foi vencedora nas categorias Companhia mais Empreendedora em Exploração (Most Enterprising Exploration Company) e Inovação em Projetos (Project Innovation), do prêmio anual concedido pela revista Petroleum Economist, uma das mais respeitadas publicações do setor de petróleo e gás. É a terceira vez consecutiva que a Petrobras vence alguma das categorias da premiação. </p>
<p>Segundo a revista britânica, o prêmio pelo empreendedorismo foi concedido à Petrobras devido a sua &#8220;determinação para superar os desafios colocados ao desenvolvimento do pré-sal&#8221;. Na categoria Inovação em Projetos, a Companhia teve reconhecido o &#8220;desenvolvimento da tecnologia necessária para recuperar o petróleo extrapesado do campo de Siri, na Bacia de Campos&#8221;. </p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Seja Um Expositor Nota 10!</title>
		<link>http://brasil.business-opportunities.biz/2009/02/12/seja-um-expositor-nota-10/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Feb 2009 02:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MasterMoney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação / Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Garotas do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Garotos do Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Olhar Direto:
Feira não é Festa e sim negócio
Nas feiras, o expositor recebe os visitantes de forma calorosa, para conversar pessoalmente, olho no olho, além de solidificar relacionamentos comerciais, prospectar novos clientes, divulgar produtos e fazer negócios.Então, ao planejar o estande, é imprescindível que o expositor mantenha o foco nos objetivos que o levaram a investir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.olhardireto.com.br/">Olhar Direto</a>:</p>
<blockquote><p><strong>Feira não é Festa e sim negócio</strong><br />
Nas feiras, o expositor recebe os visitantes de forma calorosa, para conversar pessoalmente, olho no olho, além de solidificar relacionamentos comerciais, prospectar novos clientes, divulgar produtos e fazer negócios.Então, ao planejar o estande, é imprescindível que o expositor mantenha o foco nos objetivos que o levaram a investir naquela feira. É necessário, portanto, treinamento, uma cuidadosa preparação, investimento em tempo e recursos para que sejam aproveitadas todas as oportunidades que uma feira oferece. Portanto, não se esqueça que feira não é festa e sim negócio! </p>
<p><strong>Estabeleça Objetivos</strong><br />
São inúmeras as razões que levam as empresas a investirem em feiras de negócios. Entretanto estes objetivos geralmente podem ser agrupados em dois grandes grupos, sendo recomendável que desde o início da preparação fique muito clara a opção desejada: a) realizar vendas diretas; b) potencializar vendas indiretas. </p>
<p>Se o objetivo for realizar vendas diretas, as metas poderão ser claramente estabelecidas em função da expectativa de vendas, refletindo no planejamento de estoques, logística de distribuição, treinamento de vendedores, entre outros. </p>
<p>Por outro lado, se o objetivo for potencializar vendas indiretas, não será fácil a definição de metas, por envolver parâmetros intangíveis e normalmente difíceis de mensurar. Neste caso, o expositor deve ter em mente que a participação em feiras é uma estratégia comercial duradoura cujo principal objetivo é transformar contatos comerciais em contratos de vendas. </p>
<p>Além disso, cabe ressaltar que as metas impostas devem ser realistas pois, se forem subestimadas, poderão inviabilizar o investimento ou se tornar pouco desafiadoras e, em contrapartida, se superestimadas causarão a sensação de fracasso. </p>
<p><strong>Elabore um orçamento detalhado</strong>&#8230; <a href="http://www.olhardireto.com.br/artigoseopinioes/artigo.asp?cod=2773">siga lendo</a>.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Crise Dá Oportunidades Ao Setor De Tecnologia De Informação</title>
		<link>http://brasil.business-opportunities.biz/2008/12/30/crise-da-oportunidades-ao-setor-de-tecnologia-de-informacao/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 02:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MasterMoney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exportação / Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Informática / Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades de Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[DCI:
A crise financeira internacional, que abalou grandes setores econômicos brasileiros, como o automobilístico e da construção civil, pode abrir novas perspectivas para empresários de Tecnologia da Informação na opinião do presidente da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação, seção Rio de Janeiro (Assespro/RJ), Cláudio Nasajon. “Essa crise tem uma parte boa, porque nós, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=6&#038;id_noticia=267308">DCI</a>:</p>
<blockquote><p>A crise financeira internacional, que abalou grandes setores econômicos brasileiros, como o automobilístico e da construção civil, pode abrir novas perspectivas para empresários de Tecnologia da Informação na opinião do presidente da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação, seção Rio de Janeiro (Assespro/RJ), Cláudio Nasajon. “Essa crise tem uma parte boa, porque nós, empresas de  TI [Tecnologia da Informação], fazemos soluções para melhoria de produtividade de outras companhias”, disse.<br />
<img src="http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2008/12/ti.jpg" alt="ti" title="ti" width="216" height="215" class="thumb" /></p>
<p>Recordando a premissa de que produtividade significa produzir mais com menor custo, Nsajon afirmou que qualquer que seja a solução de TI, desde uma simples planilha eletrônica até um software (programa de computador) de gestão, o sistema contribui para aumentar a produtividade. “Se você está numa crise, as empresas devem procurar soluções para aumento de produtividade. Então, eu vejo para nós, lamentavelmente por causa da crise, uma ótima oportunidade para expandirmos nossos horizontes empresariais.”</p>
<p>Para Nasajon, o governo está, acertadamente, investindo em empreendedorismo. Ele acredita que os programas de incentivo a novas empresas do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vão aumentar o número de empresas iniciantes que, certamente, trarão soluções inovadoras.</p></blockquote>
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		<title>Exportadores Brasileiros Pagam Taxas Desnecessárias</title>
		<link>http://brasil.business-opportunities.biz/2008/10/09/exportadores-brasileiros-pagam-taxas-desnecessarias/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 02:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MasterMoney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exportação / Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Socorro! Isto é o Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Empreendedor.com.br:
O custo com pagamento de tributos é uma reclamação constante de empresários, mas há exportadores brasileiros pagando taxas desnecessárias no comércio internacional por desconhecerem programas de isenção concedidos por países ricos. O Sistema Geral de Preferências (SGP) norte-americano é um exemplo. Em vigor desde o início da década de 1970, atualmente concede isenção total de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://empreendedor.uol.com.br/">Empreendedor.com.br</a>:</p>
<blockquote><p>O custo com pagamento de tributos é uma reclamação constante de empresários, mas há exportadores brasileiros pagando taxas desnecessárias no comércio internacional por desconhecerem programas de isenção concedidos por países ricos. O Sistema Geral de Preferências (SGP) norte-americano é um exemplo. Em vigor desde o início da década de 1970, atualmente concede isenção total de tributos para mais de 3,4 mil produtos de diferentes segmentos da economia brasileira.<br />
<a href="http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2008/10/marco_marconini.jpg"><img src="http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2008/10/marco_marconini.jpg" alt="" title="marco_marconini" width="170" height="192" class="thumb" /></a></p>
<p>São mercadorias que deixam de pagar impostos de importação que variam de 0,2% a 30%. </p>
<p>Levantamento feito pela Câmara Americana de Comércio (Amcham) mostra que o índice de utilização do benefício no ano passado foi de 85,56%. </p>
<p>O percentual de empresas que não usam o sistema pode parecer pequeno, mas representa muito em termos de valores. Em 2007, foram US$ 35 milhões em taxas de importação recolhidos aos Estados Unidos desnecessariamente, segundo pesquisa da Amcham. Entre os produtos brasileiros que pagaram impostos por não estarem inscritos no programa, destacam-se autopeças e artigos em madeira (US$ 320 milhões e US$ 200 milhões, respectivamente, em vendas com recolhimento destes tributos). São recursos que poderiam ser reinvestidos na própria produção para ampliar ainda mais o comércio internacional. <a href="http://empreendedor.uol.com.br/_novo/_br/?secao=Noticias&#038;categoria=167&#038;codigo=9433">Continue lendo</a>.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Mercado De Crédito De Carbono</title>
		<link>http://brasil.business-opportunities.biz/2008/09/26/mercado-de-credito-de-carbono/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 02:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MasterMoney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exportação / Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades de Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências / Nichos]]></category>

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		<description><![CDATA[ANBA:
O empresário paulista Juarez Cotrim, proprietário da indústria de tijolos Cerâmica Luara, descobriu em 2005 uma oportunidade de negócio ambientalmente sustentável: o mercado de créditos de carbono. O primeiro passo foi adaptar a indústria para cumprir os padrões de emissão de CO2. Produzindo mais de 400 mil tijolos por mês, a cerâmica substituiu as lenhas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.anba.com.br/">ANBA</a>:</p>
<blockquote><p>O empresário paulista Juarez Cotrim, proprietário da indústria de tijolos Cerâmica Luara, descobriu em 2005 uma oportunidade de negócio ambientalmente sustentável: o mercado de créditos de carbono. O primeiro passo foi adaptar a indústria para cumprir os padrões de emissão de CO2. Produzindo mais de 400 mil tijolos por mês, a cerâmica substituiu as lenhas nativas que eram usadas na queima pela biomassa, um pó de serra feito somente de madeiras de reflorestamento que polui menos o ar.<br />
<img src='http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2008/09/carbono.jpg' alt='carbono.jpg' class="thumb"/></p>
<p>Essas mudanças garantiram à empresa, em 2007, a aprovação de um projeto para a venda de créditos de carbono. Esse mecanismo de mercado, criado pelo Protocolo de Kyoto, permite que empresas que reduziram as emissões de gases que contribuem para o efeito estufa possam vender esses créditos a companhias de países desenvolvidos.</p>
<p>Até agora a Cerâmica Luara vendeu mais de 30 mil toneladas de CO2 no mercado de créditos de carbono. A primeira venda, de 23,7 mil toneladas, foi fechada com os Estados Unidos, em fevereiro. A segunda foi realizada no mês passado, com a França, e correspondeu a 6.370 toneladas de CO2. Cada tonelada garante o retorno de seis euros. “Investi o dinheiro na própria empresa. Troquei o maquinário de produção e modifiquei a parte elétrica para reduzir mais o consumo de energia”, afirma Cotrim.</p>
<p><a href="http://www.anba.com.br/noticia_desenvolvimento.kmf?cod=7664187">Artigo completo</a>.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Empresa Usa Frutas Exóticas Para Crescer No Mundo Dos Cosméticos</title>
		<link>http://brasil.business-opportunities.biz/2008/08/26/empresa-usa-frutas-exoticas-para-crescer-no-mundo-dos-cosmeticos/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Aug 2008 02:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MasterMoney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brazilzilzil]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação / Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pequenas Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências / Nichos]]></category>

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		<description><![CDATA[Canal Executivo:
Nos poemas de João Cabral de Melo Neto ou nos adereços de Carmen Miranda, as frutas brasileiras singraram mundo afora e se tornaram conhecidas. E, agora, é o mercado de cosméticos que aposta na boa performance delas, como no caso da marca Brazilian Fruit, de Mogi Mirim, interior de São Paulo, que criou uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www2.uol.com.br/canalexecutivo/notasemp08/emp140820083.htm">Canal Executivo</a>:</p>
<blockquote><p>Nos poemas de João Cabral de Melo Neto ou nos adereços de Carmen Miranda, as frutas brasileiras singraram mundo afora e se tornaram conhecidas. E, agora, é o mercado de cosméticos que aposta na boa performance delas, como no caso da marca <a href="http://www.brazilianfruit.org/">Brazilian Fruit</a>, de Mogi Mirim, interior de São Paulo, que criou uma linha de produtos com várias espécies da flora brasileira, entre elas o açaí, a castanha do Pará, o maracujá, a pitanga e o guaraná. “São produtos que reúnem a qualidade das frutas na confecção de cosmésticos e o conceito de brasilidade”, afirma Veronika Rezzani, sócia-diretora da empresa.<br />
<img src='http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2008/08/brazilian-fruit.gif' alt='brazilian-fruit.gif' class="thumb"/></p>
<p>O açaí, por exemplo, possui princípios energéticos e sua concentração de antocianina (pigmento que previne contra a degeneração celular) é 33 vezes maior que a da uva. “É um hidratante muito eficiente e também suaviza a pele. Já a castanha-do-brasil é rica em ácido oléico, vitaminas e proteínas. Os produtos feitos com essa fruta são ideais para evitar o envelhecimento e ressecamento da pele. A pitanga, por sua vez, é um anti-séptico e emoliente natural”, explica Veronika.</p>
<p>A Brazilian Fruit já exporta para Europa e Estados Unidos e está estruturando as vendas para o Japão. A intenção é que, este ano, as exportações da empresas saltem de 50% para 80% da produção. “O mercado árabe é o próximo passo. Primeiro, optamos por consolidar nossa presença nos principais países da União Européia, como Itália, França, Espanha para depois apresentar os produtos aos árabes, o que deverá acontecer em 2009”, diz Veronika. </p>
<p>Lançada em 2006, durante o principal evento mundial do setor, a Feira Internacional de Perfumaria e Cosmética, Cosmoprof, em Bolonha, na Itália, a marca Brazilian Fruit nasceu direcionada para o mercado externo. Rótulo, formulações foram pensados para atender os importadores. A história da empresária no setor de cosméticos, no entanto, é mais antiga. Há dez anos Veronika e o sócio Gustavo montaram a Gus e Vicki, companhia que fabricava cosméticos para outras empresas colocarem suas marcas. “Em 2005, surgiu a idéia de ter uma marca própria, além de produzir para outras empresas”, conta Veronika.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Cheiro Bom Para Cachorro</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 02:00:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Exportação / Mercado]]></category>
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		<description><![CDATA[ANBA:
Os planos da Pet Passion, que elabora perfumes para cães e gatos, são ambiciosos. Quer exportar para Europa e, de preferência, começar pela terra do perfume: a França. &#8220;Se conseguirmos exportar para os franceses vamos ganhar status para vender em qualquer mercado, inclusive em Dubai&#8221;, diz o diretor e um dos sócios da marca, Emerson [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.anba.com.br/noticia_pequenasexportam.kmf?cod=7406716">ANBA</a>:</p>
<blockquote><p>Os planos da <a href="http://www.petpassion.com.br">Pet Passion</a>, que elabora perfumes para cães e gatos, são ambiciosos. Quer exportar para Europa e, de preferência, começar pela terra do perfume: a França. &#8220;Se conseguirmos exportar para os franceses vamos ganhar status para vender em qualquer mercado, inclusive em Dubai&#8221;, diz o diretor e um dos sócios da marca, Emerson Wan.<br />
<img src='http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2008/07/petpassion.JPG' alt='petpassion.JPG' class="thumb"/></p>
<p>O empresário, que também é químico, acaba de voltar de uma viagem de duas semanas à França. Em Paris, ele pesquisou novas essências, conheceu pet shops e visitou fábricas de perfumes para animais no sul do país. &#8220;Fiquei muito satisfeito porque nosso perfume tem uma apresentação superior ao que vi por lá. Além disso, nossas fragrâncias são tão boas e até melhores que as européias&#8221;, comemora. </p>
<p>A empresa já recebeu contatos da Espanha, tem um contato com a Itália, mas ainda não fechou nenhum negócio. &#8220;O importante é que agora sabemos que estamos no caminho correto. Nesse momento estamos justamente definindo as estratégias que usaremos para chegar até os importadores&#8221;, conta.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Como Enxergar A Economia Brasileira</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 02:00:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[IstoÉDinheiro:
Dois meses atrás, o Brasil batia às portas do paraíso. Havia acabado de receber o grau de investimento das agências classificadoras de risco e nada parecia capaz de deter a maré de otimismo.

Hoje, embora o País não tenha descido ao purgatório, aquela certeza já não existe mais. Isso porque nunca houve tantos sinais contraditórios como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.terra.com.br/istoedinheiro/">IstoÉDinheiro</a>:</p>
<blockquote><p>Dois meses atrás, o Brasil batia às portas do paraíso. Havia acabado de receber o grau de investimento das agências classificadoras de risco e nada parecia capaz de deter a maré de otimismo.<br />
<img src='http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2008/07/economia.jpg' alt='economia.jpg' class="thumb"/></p>
<p>Hoje, embora o País não tenha descido ao purgatório, aquela certeza já não existe mais. Isso porque nunca houve tantos sinais contraditórios como agora. De um lado, o setor produtivo continua batendo recordes. As montadoras de automóveis, por exemplo, fecharam o primeiro semestre com vendas de 1,4 milhão de unidades, o que representa uma alta de 30% em relação a 2007. </p>
<p>Ao mesmo tempo, a nuvem negra que estacionou sobre a economia global &#8211; e em especial sobre os mercados financeiros &#8211; parece mais ameaçadora do que nunca. Na semana passada, a Bolsa de Valores de São Paulo enfrentou alguns de seus piores pregões e devolveu, com sobra, todos os ganhos de 2008.</p>
<p>Diante disso, em que economia se deve acreditar: a das linhas de produção aquecidas ou a do frágil papelório das bolsas? Na verdade, em ambas. A questão é saber quando e como uma irá se conectar à outra. &#8220;O contágio virá como sempre veio: pelo setor externo&#8221;, prevê o economista Paulo Rabello de Castro, sócio da agência de risco SR Rating. Um sinal preocupante, que reforça seu argumento, foi a volta de um fenômeno que o Brasil não vivia havia muito tempo: fuga de capitais. Em junho, as saídas de recursos somaram US$ 5,5 bilhões. Se o fenômeno se aprofundar, o real deverá se desvalorizar. &#8220;Eu não me surpreenderia se o dólar pulasse a R$ 1,90 até o fim do ano&#8221;, diz Rabello de Castro.</p>
<p>Qual seria a lógica disso? <a href="http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/562/artigo94853-1.htm">Leia aqui</a>.</p></blockquote>
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		<title>Investir No Exterior Sem Sair Do Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 29 May 2008 02:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Exportação / Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Garotas do Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Oportunidades de Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências / Nichos]]></category>

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		<description><![CDATA[IstoÉDinheiro:
Os maiores fundos de investimento estrangeiros, os hedge funds, ganharam fortunas nos últimos anos comprando ativos em países emergentes. O Brasil, mesmo sendo um dos destinos preferidos, não podia fazer o caminho inverso com seus fundos similares, os multimercados. Somente em março de 2007, a Comissão de Valores Mobiliários autorizou os gestores dos multimercados a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.terra.com.br/istoedinheiro/">IstoÉDinheiro</a>:</p>
<blockquote><p>Os maiores fundos de investimento estrangeiros, os hedge funds, ganharam fortunas nos últimos anos comprando ativos em países emergentes. O Brasil, mesmo sendo um dos destinos preferidos, não podia fazer o caminho inverso com seus fundos similares, os multimercados. Somente em março de 2007, a <strong>Comissão de Valores Mobiliários</strong> autorizou os gestores dos multimercados a aplicar no Exterior a pequena parcela de 20% dos recursos. Em fevereiro passado, essa porcentagem subiu para 100%. Se você quer aplicar mundo afora sem ter de mandar recursos para outros países e sem fazer conversão de moedas, suas chances aumentaram.<br />
<img src='http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2008/05/investir-no-exterior.JPG' alt='investir-no-exterior.JPG' class="thumb"/></p>
<p>Bancos e gestoras independentes começam a tirar o atraso e criam novos fundos para pessoas físicas dispostas a diversificar as aplicações no mundo globalizado. O <strong>HSBC</strong> e a Gems foram os primeiros. Depois, veio a <strong>Gávea Investimentos</strong>, de <em>Armínio Fraga</em>. O <strong>Itaú</strong> segue o mesmo caminho. O banco confirmou, na semana passada &#8211; ainda que sem muitos detalhes -, que seu fundo multimercado com investimentos em ativos no Exterior está quase saindo do forno. &#8216;Estamos testando vários produtos com essa característica&#8217;, diz <em>Paulo Corchaki</em>, diretor de investimentos do <strong>Itaú Private Bank</strong>. Na mira do gestor, uma ampla gama de investimentos em commodities no mercado internacional. &#8216;Todas as oportunidades são possíveis&#8217;, afirma o executivo. <a href="http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/556/artigo89696-1.htm">Saiba mais</a>.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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