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	<title>Business Opportunities Weblog Brasil &#187; Brasil Asiático: Verde x Amarelo</title>
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	<description>Oportunidades, Notícias, Dicas e Links para Empreendedores de Negócios</description>
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		<title>Com Japão Em Crise, Dekasseguis Retornam E Abrem Próprio Negócio</title>
		<link>http://brasil.business-opportunities.biz/2009/05/21/com-japao-em-crise-dekasseguis-retornam-e-abrem-proprio-negocio/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2009 02:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MasterMoney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil Asiático: Verde x Amarelo]]></category>
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		<description><![CDATA[MSN:
Desde que a crise econômica foi deflagrada em todo o mundo, o Japão tem sido um de seus protagonistas. O país, que já observava dificuldades para crescer na última década, foi um dos mais afetados. Para os dekasseguis, as demissões foram inevitáveis, de maneira que muitos retornaram ao Brasil.
Prova disso é que o Sebrae registrou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://dinheiro.br.msn.com/financaspessoais/noticia.aspx?cp-documentid=19684401">MSN</a>:</p>
<blockquote><p>Desde que a crise econômica foi deflagrada em todo o mundo, o Japão tem sido um de seus protagonistas. O país, que já observava dificuldades para crescer na última década, foi um dos mais afetados. Para os dekasseguis, as demissões foram inevitáveis, de maneira que muitos retornaram ao Brasil.</p>
<p>Prova disso é que o Sebrae registrou aumento da procura pelo programa Dekassegui Empreendedor, desenvolvido pela entidade em parceira com a Associação Brasileira de Dekasseguis e o BID/Fomin.</p>
<p>O programa foi criado para apoiar os brasileiros que viajam ao Japão para trabalhar e, quando regressam, decidem montar sua empresa. A atuação está focada no Pará, Mato Grosso do Sul, Paraná e em São Paulo.</p>
<p>Além disso, o Sebrae também apoia os aspirantes a empresário no Japão. Por exemplo, em meados de maio, a entidade irá participar da feira ExpoBusiness, na cidade de Nagoya. São esperados 15 mil visitantes.</p>
<p><strong>Alta nos atendimentos</strong><br />
Em São Paulo, onde está localizada a maior comunidade nipo-brasileira, o Sebrae/SP estima, para este ano, um aumento entre 30% a 40% no atendimento de ex-dekasseguis.</p>
<p>Segundo estimativa do Sebrae, justamente os brasileiros que estão há menos tempo na ilha asiática são os que efetivamente pensam em abrir o próprio negócio no Brasil.</p>
<p>&#8220;São aqueles que viajaram para ficar poucos anos, com o objetivo de economizar e montar um negócio&#8221;, conta o coordenador do Dekassegui Empreendedor em São Paulo, Milton Fumio.</p></blockquote>
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		<title>Dekasseguis São Modelos De Empreendedorismo</title>
		<link>http://brasil.business-opportunities.biz/2008/06/19/dekasseguis-sao-modelos-de-empreendedorismo/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 02:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MasterMoney</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil Asiático: Verde x Amarelo]]></category>
		<category><![CDATA[Educação e Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[MS Notícias:
Na semana em que se celebra o Centenário da Imigração Japonesa no Brasil, Campo Grande também comemora o sucesso dos descendentes da terra do sol nascente na cidade morena. Mato Grosso do Sul tem a terceira maior colônia de japoneses do Brasil.

Os japoneses são uma comunidade que prima pela persistência, luta e paciência. Como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.msnoticias.com.br/">MS Notícias</a>:</p>
<blockquote><p>Na semana em que se celebra o Centenário da Imigração Japonesa no Brasil, Campo Grande também comemora o sucesso dos descendentes da terra do sol nascente na cidade morena. Mato Grosso do Sul tem a terceira maior colônia de japoneses do Brasil.<br />
<img src='http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2008/06/japan.jpg' alt='japan.jpg' class="thumb"/></p>
<p>Os japoneses são uma comunidade que prima pela persistência, luta e paciência. Como Lígia Yoshiko de Almeida Oizumi, de apenas 24 anos. Junto com a mãe, o irmão e a cunhada, a filha de japonês com brasileira comemora os frutos de seu espírito empreendedor. Lígia é proprietária da loja de artesanato Liarte, com sede em Campo Grande. Há dois anos ela decidiu investir em um negócio próprio. Por 15 anos, o pai que estava no Japão trabalhando em uma metalúrgica, mandava dinheiro para a família no Brasil. Na ânsia de querer ajudar a mãe a aplicar bem os recursos, elas tiveram a idéia de abrir a Liarte, especializada em peças em MDF. &#8220;Hoje temos duas lojas, adquirimos uma máquina de corte e gravação a laser e isso se tornou o grande diferencial no mercado&#8221;, diz. Durante um ano Lígia se dedicou à pesquisa de mercado, buscou parceria com o Sebrae/MS, através do Projeto Dekassegui, e só então colocou os planos em prática.</p>
<p>A empresária vai participar da Feira do Empreendedor onde vai ministrar uma oficina de artesanato dentro do Espaço Dekassegui. Ela tem uma dica para quem quer trilhar um caminho de sucesso. &#8220;O empreendedor tem que assumir os riscos e estar ciente disso. Tem que ter muita garra, não desistir nos primeiros obstáculos. Muitas vezes é preciso abdicar até mesmo de conforto e, antes de tudo, deve-se analisar a viabilidade do negócio&#8221;. <a href="http://www.msnoticias.com.br/?p=ler&#038;id=276448">Mais</a>.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Dicas Para Negociar Com Chineses</title>
		<link>http://brasil.business-opportunities.biz/2008/03/27/dicas-para-negociar-com-chineses/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 02:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil Asiático: Verde x Amarelo]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Oportunidades de Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Economia UOL:
Os chineses são ótimos anfitriões. Uma vez convidado a ir ao país ou combinada uma visita, o turista é muito bem tratado. Para não desapontar o &#8216;dono da casa&#8217;, Suzana deu algumas dicas aos brasileiros:

* Eles oferecem chá quente, o que é tido como obrigação. Nunca diga que não quer, é como uma ofensa. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://economia.uol.com.br/planodecarreira/ultnot/infomoney/2008/03/25/ult4229u1434.jhtm">Economia UOL</a>:</p>
<blockquote><p>Os chineses são ótimos anfitriões. Uma vez convidado a ir ao país ou combinada uma visita, o turista é muito bem tratado. Para não desapontar o &#8216;dono da casa&#8217;, <em>Suzana</em> deu algumas dicas aos brasileiros:<br />
<img src='http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2008/03/china-flag.jpg' alt='china-flag.jpg' class="thumb"/></p>
<p>* Eles oferecem chá quente, o que é tido como obrigação. Nunca diga que não quer, é como uma ofensa. É mais polido aceitar e não beber do que recusar a bebida. Uma dica é sempre imitar! Observe e tente fazer parecido, sempre!</p>
<p>* Dê o máximo de informações sobre a sua empresa em mandarim. Leve um folder na língua deles e em inglês, já que nem todos falam o idioma norte-americano com perfeição.</p>
<p>* Procure entregar o cartão de visitas com as duas mãos. As coisas importantes são entregues desta maneira, que é um sinal de respeito. Quando receber o cartão de visitas da pessoa, nada de jogar na bolsa ou carteira. Leia inteiro e mantenha ao seu lado, para não ter que perguntar o nome do chinês. É imperdoável esquecer o cartão!</p>
<p><span id="more-2571"></span></p>
<p>* Evite falar de política e movimentos sociais da China, porque poderá deixar a outra pessoa embaraçada. Apesar de a economia do país ser bastante aberta, de acordo com Suzana, está longe de ser liberal para assuntos sociais.</p>
<p>* Eles utilizam muito o silêncio, o que significa que estão refletindo. O silêncio pode ser interpretado como a busca de uma resposta mais adequada à situação. Não fique agoniado nem pressione.</p>
<p>* Os chineses evitam, a qualquer custo, negar diretamente a pessoa ou contradizê-la em público. Eles não são diretos e objetivos, porque não acham legal deixar o outro constrangido, ou, como eles mesmos dizem, fazer a pessoa &#8216;perder a face&#8217;. Por isso, faça a mesma coisa e evite falar algo que irá prejudicar a harmonia do ambiente.</p>
<p>* Muitos executivos, de acordo com <em>Suzana</em>, confundem a maneira delicada que eles têm ao tratar de negócios, e interpretam uma reunião como positiva aos negócios. Não contradizer e ficar em silêncio são hábitos e não um sinal verde para as negociações.</p>
<p>* O chinês tem mania de querer conhecer o profissional. Ele irá perguntar se é casado e tem filhos, bem como questionará o porquê, caso as respostas sejam negativas. Para nós pode parecer invasivo, mas para eles não é!</p>
<p>* Use tradutores. É mais fácil para os chineses dizer algo na língua nativa e ainda evita uma situação constrangedora. A chance da comunicação ser bem feita aumenta consideravelmente.</p>
<p>* Com relação à roupa, devem ser consideradas as mesmas dicas de uma reunião de negócios no Brasil: formalidade para homens, com terno e gravata, e mulheres, sem decotes e exageros!</p></blockquote>
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		<title>Sapato Brasileiro Vira Artigo De Luxo Na China</title>
		<link>http://brasil.business-opportunities.biz/2007/07/12/sapato-brasileiro-vira-artigo-de-luxo-na-china/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Jul 2007 03:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MasterMoney</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
G1:
A Bical, empresa de calçados infantis de Birigui (interior de São Paulo), está enfrentando a crise do dólar e a concorrência dos sapatos chineses dando ao inimigo um pouco de seu próprio remédio: a empresa agora exporta um de seus modelos para o mercado chinês, que é vendido para o consumidor &#8216;classe A&#8217; do país.
&#8216;Nossa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2007/07/sapato.jpg' alt='sapato.jpg' class="thumb"/></p>
<p><a href="http://g1.globo.com/Noticias/">G1</a>:<br />
A <strong>Bical</strong>, empresa de calçados infantis de Birigui (interior de São Paulo), está enfrentando a crise do dólar e a concorrência dos sapatos chineses dando ao inimigo um pouco de seu próprio remédio: a empresa agora exporta um de seus modelos para o mercado chinês, que é vendido para o consumidor &#8216;classe A&#8217; do país.</p>
<p>&#8216;Nossa estratégia é a mesma das grandes marcas mundiais. Vamos nos posicionar como uma marca global dentro da casa deles, oferecendo outros níveis de estilo e design&#8217;, explica <em>Silton Freire</em>, gerente de comércio exterior da empresa.</p>
<p>A <strong>Bical</strong>, que existe há 42 anos, produz 20 mil pares de sapato ao dia e vem apostando no mercado externo para crescer &#8211; este ano, apesar da crise do setor calçadista, a empresa prevê crescimento de 10% no faturamento. Hoje, a empresa exporta 25% de sua produção.</p>
<p>Continue lendo: <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Economia/0,,MUL67409-5599-9756,00.html">Em 84 países</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Grupo De Empresas Brasileiras Cresce Em Ritmo Chinês</title>
		<link>http://brasil.business-opportunities.biz/2007/05/16/grupo-de-empresas-brasileiras-cresce-em-ritmo-chines/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2007 03:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Estadão:
A nova safra de balanços das companhias de capital aberto é mais um retrato do Brasil que avança como a China e a Índia. As empresas que têm ações na Bolsa de Valores continuam crescendo acima de 10% de um ano para o outro. Dentro desse universo, já considerado de elite para os padrões brasileiros, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2007/05/vale-do-rio-doce.jpg' alt='vale-do-rio-doce.jpg' class="thumb"/></p>
<p><a href="http://www.estadao.com.br/ultimas/economia/noticias/2007/mai/13/127.htm">Estadão</a>:<br />
A nova safra de balanços das companhias de capital aberto é mais um retrato do Brasil que avança como a China e a Índia. As empresas que têm ações na <strong>Bolsa de Valores</strong> continuam crescendo acima de 10% de um ano para o outro. Dentro desse universo, já considerado de elite para os padrões brasileiros, há um grupo que ainda cresce sempre acima da média das empresas negociadas na <strong>Bovespa</strong>.</p>
<p>A pedido do <strong>Grupo Estado</strong>, a consultoria <strong>Economática</strong> elaborou um ranking das empresas de capital aberto que apresentaram crescimento rápido e constante de receita desde 2003.</p>
<p>A <strong>Vale do Rio Doce</strong> encabeça a lista. Mesmo com seu porte gigante, ela conseguiu mais que dobrar o faturamento nos últimos 3 anos &#8211; ele saiu de R$ 19,4 bilhões em 2003 para os atuais R$ 45,2 bilhões. Neste ano, com a incorporação da canadense <strong>Inco</strong>, a roda que move a <strong>Vale</strong> vai girar ainda mais rápido.</p>
<p>No total, 25 empresas entraram no ranking. Para fazer parte dele, teriam de apresentar crescimento acima de 20,4% de 2003 para 2004; de 10,3% de 2004 para 2005 e, finalmente, de 9,2% de 2005 para 2006.</p>
<p>O levantamento incluiu 232 empresas de capital aberto, com valores nominais de receita, sem ajuste de inflação. A <strong>Petrobras</strong>, com faturamento de R$ 158 bilhões em 2006, não entrou no cálculo para não distorcer o resultado geral.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Carnaval Deve Movimentar R$ 3 Bi Em Produtos &#8216;Made In China&#8217;</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Feb 2007 02:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Carnaval 2006 / 2007 / 2008]]></category>
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		<description><![CDATA[Folha Online:
As lojas de produtos populares devem vender cerca de 350 milhões de unidades de itens importados, principalmente da China, neste Carnaval. Apitos, perucas, bexigas, máscaras, cornetas, chapéus e bonés devem movimentar R$ 3,3 bilhões.

Os produtos têm preço de até R$ 10 e já estão nas chamadas lojas de R$ 1,99, que somam 55 mil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u114203.shtml">Folha Online</a>:<br />
As lojas de produtos populares devem vender cerca de 350 milhões de unidades de itens importados, principalmente da China, neste Carnaval. Apitos, perucas, bexigas, máscaras, cornetas, chapéus e bonés devem movimentar R$ 3,3 bilhões.<br />
<img id="image1693" src="http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2007/02/sambing.gif" alt="sambing.gif" class="thumb"/><br />
Os produtos têm preço de até R$ 10 e já estão nas chamadas lojas de R$ 1,99, que somam 55 mil pontos no país. Os produtos chegaram nos últimos 2 meses.</p>
<p>Segundo números da da <strong>ABIPP</strong> (<strong>Associação Brasileira dos Importadores de Produtos Populares</strong>), as vendas de Carnaval representam 30% do faturamento anual, que no ano passado foi de R$ 9 bilhões em 2006. O Natal responde por 45% das vendas.</p>
<p>&#8216;Neste ano, apesar das dificuldades que tivemos nas importações, desde o Natal, conseguimos trazer produtos melhores e com os mesmos preços dos anos anteriores, devido a desvalorização do dólar frente ao real&#8217;, disse <em>Gustavo Dedivitis</em>, presidente da <strong>ABIPP</strong>.</p>
<p>O setor de produtos populares espera crescer entre 8% e 10% em 2007, chegando a R$ 10 bilhões, e trazer cerca de 1 bilhão de unidades. &#8216;Os produtos populares geram um estoque de 150 mil empregos nas empresas importadoras e nas lojas de R$ 1,99 no país&#8217;, disse <em>Dedivitis</em>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>O Nordeste É A Nossa China</title>
		<link>http://brasil.business-opportunities.biz/2006/12/16/o-nordeste-e-a-nossa-china/</link>
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		<pubDate>Sat, 16 Dec 2006 02:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cris Correa:
A exemplo de várias empresas que estão apostando no crescimento do consumo na região Nordeste (como Unilever, Johnson &#038; Jonhson e outras), a Perdigão também intensificou seus investimentos na região.

Em 2006, as vendas da empresa no Nordeste cresceram 25% &#8211; o maior aumento que a Perdigão registrou no País. 
Por isso, a companhia promete [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://portalexame.abril.uol.com.br/blogs/cristianecorrea/listar.shtml">Cris Correa</a>:<br />
A exemplo de várias empresas que estão apostando no crescimento do consumo na região Nordeste (como <strong>Unilever</strong>, <strong>Johnson &#038; Jonhson</strong> e outras), a <strong>Perdigão</strong> também intensificou seus investimentos na região.<br />
<img id="image1584" src="http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2006/12/nordeste_brazil.jpg" alt="nordeste_brazil.jpg" class="thumb"/><br />
Em 2006, as vendas da empresa no Nordeste cresceram 25% &#8211; o maior aumento que a <strong>Perdigão</strong> registrou no País. </p>
<p>Por isso, a companhia promete dobrar a capacidade de distribuição de seus produtos na área em 2007.</p>
<p>Durante um almoço com jornalistas hoje, a diretoria da empresa não escondeu a satisfação com o resultado do trabalho naquela região. &#8216;O Nordeste é a nossa China&#8217;, afirmou <em>Luis Carlos Campagnola</em>, diretor comercial da <strong>Perdigão</strong>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>China, A Superpotência</title>
		<link>http://brasil.business-opportunities.biz/2006/06/26/china-a-superpotencia/</link>
		<comments>http://brasil.business-opportunities.biz/2006/06/26/china-a-superpotencia/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Jun 2006 05:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil Asiático: Verde x Amarelo]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de Vida Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A China hoje parece os Estados Unidos dos anos 30. Prepara o salto para se tornar líder do planeta. Conseguirá?
Marcelo Musa Cavallari e Luís Antônio Giron:
Nova York é o símbolo máximo do poderio econômico dos Estados Unidos, consolidado ao longo do século XX. No centro da cidade-símbolo do capitalismo está o Empire State Building. Erguido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A China hoje parece os Estados Unidos dos anos 30. Prepara o salto para se tornar líder do planeta. Conseguirá?</em></p>
<p><a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG74519-6013-422,00.html">Marcelo Musa Cavallari e Luís Antônio Giron</a>:<br />
Nova York é o símbolo máximo do poderio econômico dos Estados Unidos, consolidado ao longo do século XX. No centro da cidade-símbolo do capitalismo está o <strong>Empire State Building</strong>. Erguido em 1931, o edifício que durante décadas foi o mais alto do mundo marca na paisagem o que era, na época de sua construção, apenas uma ambição americana. Nos 15 anos que se seguiram, os EUA passaram da condição de país grande e de importância crescente à de maior potência do mundo. Lugar que ainda lhe cabe e está longe de ser contrastado por quem quer que seja. A ambição virou fato.</p>
<p>A imagem dos operários construindo o <strong>Empire State</strong> se repete na China contemporânea. Em vez de erguer o mais alto edifício do mundo, os chineses fizeram do país um canteiro de obras para sediar a mais grandiosa das <strong>Olimpíadas</strong> desde que os gregos inventaram os jogos. Pequim 2008 seria o cartão de visitas de um país que se apresenta ao mundo como o sucessor dos EUA no trono de superpotência mundial. E a questão que surge é: a China tem cacife para tanto?</p>
<p>Não é novidade que as projeções econômicas apontam para o domínio da China dentro de 50 anos. O crescimento do PIB, em 9,8 % ao ano, credencia o país a bater as nações concorrentes e a se tornar a maior economia do mundo, substituindo os EUA. Segundo o banco <strong>ä Goldman-Sachs</strong>, em 2050 a China deverá superar em US$ 9 trilhões o PIB dos EUA. O Brasil, que seria um dos quatro grandes segundo as mesmas projeções, terá apenas US$ 6 trilhões.</p>
<p><center><img id="image1006" src="http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2006/06/china_011.jpg" alt="china_011.jpg" /><img id="image1005" src="http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2006/06/china_021.jpg" alt="china_021.jpg" /></center><br />
<center>Troca de Guarda<br />
Wuhan, China, nos dias de hoje, e Nova York &#8211; EUA, nos anos 30. O Empire State Building foi o cartão de visitas da superpotência americana. Os chineses querem fazer o mesmo com os Jogos Olímpicos de 2008</center><br />
<center>.</center></p>
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		<pubDate>Sun, 07 May 2006 21:54:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil Asiático: Verde x Amarelo]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de Vida Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[
Fernando Blumenschein e Ricardo Wyllie
As trajetórias econômicas da China e da ?ndia nas últimas 3 décadas, servem de lição para o Brasil, considerando-se que nesse mesmo período, o país apresentou o pior desenvolvimento de toda  sua história. 
De 1975-2003, a taxa de crescimento médio anual da renda per capita no Brasil foi de apenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="image213" src="http://brazilbusiness.biz/wp-content/uploads/2006/05/chinese.jpg" alt="chinese.jpg" class="thumb"/></p>
<p><a href="http://www.valoronline.com.br/valoreconomico/285/primeirocaderno/opiniao/Licoes+chinesas+e+indianas+para+as+reformas+no+Brasil+,,,58,3668764.html">Fernando Blumenschein e Ricardo Wyllie</a><br />
As trajetórias econômicas da China e da ?ndia nas últimas 3 décadas, servem de lição para o Brasil, considerando-se que nesse mesmo período, o país apresentou o pior desenvolvimento de toda  sua história. </p>
<p>De 1975-2003, a taxa de crescimento médio anual da renda per capita no Brasil foi de apenas 0,8%, enquanto que na ?ndia alcançou 3,3% e, na China, 8,2%. Comparando os <em>índices de desenvolvimento humano</em> (<strong>IDH</strong>), a variação no caso brasileiro ficou em cerca de 50% do observado nos outros 2 países. Sob idênticas condições de comportamento da economia mundial, China e ?ndia conseguiram avanços importantes, mas o Brasil permaneceu praticamente estagnado. </p>
<p>Apesar das grandes diferenças históricas e culturais, as economias da ?ndia e China guardam semelhanças com a brasileira. Lá, assim como aqui, havia agendas de reformas que significavam mudanças de tratamento das estruturas de mercado, de abertura econômica e de redimensionamento do Estado. Tal proximidade entre as propostas pode ser explicada por 4 fatores:</p>
<p><strong>1º.-</strong> Os 3 países marcados pela pobreza e desigualdade. As economias interessadas em participar mais ativamente do comércio e do mercado financeiro internacional têm adotado uma postura mais pragmática, baseada na disciplina fiscal, na austeridade monetária e na busca pela competitividade. </p>
<p>É possível encontrar descrições para a China e ?ndia, de reformas que em tese são absolutamente coincidentes com as que já estiveram em pauta no Brasil. Por que motivo tais reformas não produziram os mesmos efeitos positivos na economia brasileira?</p>
<p>As explicações para o ‘fracasso’ das reformas no Brasil, comparadas com as transformações na China e ?ndia, estariam concentradas nas diferenças de contextos históricos, culturais e políticos. Porém, são igualmente marcantes as diferenças entre China e ?ndia no que tange a estes mesmos contextos. Ademais, a estrutura econômica difere marcadamente entre os 2 países. Enquanto a China apresenta maior presença do setor industrial e uma abertura ao comércio internacional, a ?ndia continua relativamente fechada e com participação preponderante do setor de serviços. Diferenças significativas também podem ser constatadas no setor público: a China tem um déficit de 1,7% do PIB contra cerca de 8% na ?ndia.<br />
<img id="image214" src="http://brazilbusiness.biz/wp-content/uploads/2006/05/indianboy.jpg" alt="indianboy.jpg" class="thumb"/><br />
Não obstante, China e ?ndia procuraram seguir princípios de estratégia de política econômica que são comuns: implantação de reformas que movam o país na direção à desregulamentação econômica interna e maior inserção na economia mundial. Quanto à desregulamentação, citando-se a ?ndia (década de 80), essas reformas precederam as mudanças tradicionais por estarem orientadas mais para o setor produtivo. Buscavam, através de simplificações na vida das empresas, uma forma de incentivar a economia de mercado e elevar a lucratividade do investimento privado, sendo, por este motivo, denominadas de ‘pró-business’. Tais medidas não encontram paralelo no caso brasileiro, exceto talvez por alguns itens de um precário e já esquecido programa de desburocratização. Além disso, uma maior inserção relativa na economia mundial, especialmente no comércio, é um fenômeno apenas recente. </p>
<p><strong>2º.-</strong> O processo de reformas mostrou-se suficientemente profundo e contínuo, tendo sua forma e conteúdo de implementação adequados aos contextos institucionais de cada país. Estas lições são importantes. Mudanças estruturais devem ter o poder de diminuir as ineficiências e falhas que permeiam o funcionamento de vários segmentos e mercados e o comprometimento do governo com as reformas deve ser grande o suficiente para alterar de forma substancial as regras que causam aquelas ineficiências. Ademais, a continuidade é condição sine qua non e, na sua ausência, podem-se reverter alguns ganhos institucionais que foram conseguidos no passado. Neste caso, são evidentes as falhas na experiência brasileira, que tem se mostrado omissa. O processo de mudança estrutural tem sido descontínuo, sendo algumas das reformas de efeito meramente cosméticos. </p>
<p><strong>3º.-</strong> Os fundamentos macroeconômicos, suportados pelas políticas monetária e fiscal, devem ser sólidos por  tempo suficientemente longo. Desfazer-se do passado e projetar resultados para o futuro é um processo demorado e que transcende mandatos políticos. O debate atual acerca da crença de que a estabilidade macroeconômica (fiscal e monetária) pode estar comprometendo o crescimento do Brasil é um sinal de que este 3º. princípio não está consolidado no consciente nacional. </p>
<p><strong>4º.-</strong> Apesar de institucionalmente distintos, os 2 países possuem instituições políticas e legais fortes e estáveis. Ou seja, os mesmos fatores que podem representar barreiras aos ajustes de curto prazo, por vezes necessários, são os que acabam garantindo a continuidade das reformas, impedindo mudanças oportunistas nas regras do jogo. No caso brasileiro, a mais recente ‘reforma’ fiscal foi acompanhada de uma elevação da carga tributária e possibilitou um maior equilíbrio orçamentário do governo, mas manteve ineficiências para toda a economia. Outro fator foi a elevação do risco regulatório em setores chaves ligados à infra-estrutura, ocasionado por ingerência política e instabilidade das regras das agências reguladoras. </p>
<p>Em síntese, a consciência sobre a necessidade das reformas e o conhecimento a respeito de quais são os principais pontos a serem por elas alcançados não são condições suficientes à correta implementação das mesmas, tampouco para que os efeitos desejados apareçam. A continuidade, profundidade e alcance das reformas adotadas na China e na ?ndia demonstram de forma muito clara que, no Brasil, os princípios estratégicos que garantem o sucesso das reformas não se verificaram na historiografia econômica brasileira recente. </p>
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		<link>http://brasil.business-opportunities.biz/2006/02/16/asia-iii-desvendando-misterios-culturais-religiosos-e-linguisticos/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2006 11:44:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil Asiático: Verde x Amarelo]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de Vida Empreendedor]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Em seqüência a nossa série de posts ?sia I &#8211; A Verdadeira Muralha da China e ?sia II &#8211; Negociando a Bolha Chinesa, vamos conferir mais alguns aspectos do estilo de vida asiático.
Viviana Araneda, chefe do departamento da ?sia e Oceania da Direção de Relações Econômicas Internacionais da chancelaria chilena, participou de um fórum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='/wp-content/asia3.jpg' alt='' class="thumb"/> </p>
<p>Em seqüência a nossa série de posts <a href="http://brasil.business-opportunities.biz/2006/02/09/asia-i-a-verdadeira-grande-muralha-da-china/">?sia I &#8211; A Verdadeira Muralha da China</a> e <a href="http://brasil.business-opportunities.biz/2006/02/15/asia-ii-negociando-a-bolha-asiatica/">?sia II &#8211; Negociando a Bolha Chinesa</a>, vamos conferir mais alguns aspectos do estilo de vida asiático.</p>
<p>Viviana Araneda, chefe do departamento da ?sia e Oceania da Direção de Relações Econômicas Internacionais da chancelaria chilena, participou de um fórum sobre mercados asiáticos realizado na Universidade Católica do Chile. <strong>Durante a primeira onda de negociações do TLC com a China, todos os negociadores sentaram-se em torno de uma mesa muito grande e, diante do silêncio dos representantes asiáticos, os chilenos apresentaram suas propostas, evidenciando assim o maior domínio de um grupo de especialistas que já havia negociado mais de 40 acordos. ‘À medida que as rodadas de negociações se sucediam, eles foram aprendendo e acabaram se tornando negociadores melhores do que nós’</strong>, admitiu ela.</p>
<p>Para superar a distância cultural e as percepções estereotipadas,<strong> é preciso que os centros de estudos superiores da América Latina contem com programas educativos voltados para a ?sia</strong>. A especialidade ?sia-Pacífico nas universidades da região é pouco desenvolvida. Contudo, <strong>uma exceção digna de nota é o México</strong>, onde — por exemplo — o Colégio do México tem cursos especializados na região disputados por bolsistas de toda a América Latina, além de outras instituições do país. Em seguida, <strong>vêm as universidades peruanas </strong>e, no caso do Chile, <strong>o Instituto de Estudos Internacionais da Universidade do Chile, que tem um pequeno programa sobre a ?sia bastante tradicional, antecipando-se aos acontecimentos em sua preocupação com essa região</strong>.</p>
<p>Sem dúvida alguma um ativo essencial, e que <strong>faz a diferença no sucesso do empresário latino-americano ou do profissional de negócios na ?sia, é o domínio de um idioma da região</strong>. O Inglês não basta. <strong>Para os profissionais e empreendedores de um país, o ideal é aprender mandarim ou cantonês. Quem quiser participar desse processo precisa agregar esse valor</strong>.</p>
<p>Prova também desse interesse é a <strong>grande quantidade de centros de estudo de mandarim por toda a América Latina</strong>. É uma boa coisa, contanto que a oferta atenda à demanda. Contudo, pode ser também mera moda passageira que deixará muita gente arruinada pelo caminho. <strong>Há quem acredite que, o ensino maciço do mandarim é um equívoco, sendo melhor adotar-se um enfoque seletivo, voltado para quem necessite de fato, por motivo de trabalho ou de desempenho de outra função qualquer, de conhecer o idioma de um país asiático</strong>.</p>
<p>É necessário começar pelo princípio, e não pelo final: em primeiro lugar, <strong>aprender bem a própria língua </strong>e, em segundo lugar, o Inglês. Muitas pessoas têm problemas graves de redação. Devemos atacar, primeiro, as prioridades. <strong>Qualquer colégio latino oferendo como opção o estudo do mandarim é desperdício de dinheiro</strong>.</p>
<p><strong>Quem sabe bem a língua mãe aprende melhor qualquer outro idioma</strong>. Não é necessário chegar a dominar um idioma da região, <strong>somente o Inglês seria imprescindível</strong>. Porém, <strong>é preciso valorizar a vasta cultura asiática, conhecer algumas palavras em mandarim, por exemplo, é visto como algo de muito bom tom na China</strong>.</p>
<p>Os aspectos culturais próprios da ?sia acabam repercutindo na mesa de negociações. <strong>Para um homem de negócios coreano, o indivíduo com quem se negocia é um amigo a quem se deve observar constantemente, ao passo que para um chinês, trata-se de uma ocasião de conflito constante</strong>.</p>
<p><strong>Como negociar com um asiático?</strong></p>
<p><strong>Uma negociação intercultural entre um profissional ou empreendedor latino-americano e seu colega asiático deve atender aos seguintes objetivos</strong>: </p>
<li>estabelecer um diálogo crítico e autocrítico;
</li>
<li>eliminar os estereótipos negativos de cada cultura, pôr de lado a arrogância, isto é, não achar que a verdade está sempre do nosso lado;
</li>
<li>desenvolver contatos pessoais para que os outros vejam como somos e não achar que o outro pensa exatamente como nós.
<p>E, se <strong>as crenças religiosas também definem de modo importante a sociabilidade dos asiáticos, deve-se buscar o entendimento desses valores</strong>. A falta destes pode levar à frustração e à venda medíocre de produtos pouco adequados ao gosto asiático, levando ao <strong>fracasso do empreendimento</strong>. </p>
<p><strong>Diferentemente da América, na ?sia sempre coexistiram religiões muito diferentes entre si, como o confucionismo, budismo, taoísmo, xintoísmo e islamismo, entre outras</strong>. Mas <strong>os valores asiáticos presentes em boa parte da ?sia têm origem no confucionismo, não tanto em sua forma religiosa, e sim em seus preceitos filosóficos e estilo de vida</strong>. Alguns intelectuais asiáticos defendem que a ênfase do confucionismo sobre <strong>o trabalho duro, a poupança, lealdade à família e o orgulho nacional influíram decididamente no desenvolvimento econômico da ?sia</strong>.</p>
<p>Na <strong>?sia</strong>, os interesses da comunidade vêm antes dos interesses individuais; portanto, as decisões em qualquer organização são tomadas, de preferência, com <strong>base no consenso e não na confrontação</strong>. Coesão, ordem e harmonia social são prioridades que se viabilizam por meio de princípios morais e de um governo forte. Além disso, <strong>os principais elementos do chamado neoconfucionismo que une a China, Japão, Coréia e Vietnã são: respeito à autoridade e à tradição, respeito à educação e preferência por um governo de caráter moral</strong>. Diante disso, os valores ocidentais se sobressaem pelo <strong>individualismo</strong>, pela <strong>liberdade</strong>, pelo <strong>gozo da vida presente</strong>, o que torna <strong>difícil para nós compreendermos um adiamento tão grande do prazer presente por um futuro melhor</strong>.</li>
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