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	<title>Business Opportunities Weblog Brasil &#187; Biodiversidade Brasil</title>
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	<description>Oportunidades, NotÃ­cias, Dicas e Links para Empreendedores de NegÃ³cios</description>
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		<title>Uma Fortuna Pela AmazÃ´nia</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Jul 2006 05:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biodiversidade Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Hot, Mad or What?]]></category>
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		<category><![CDATA[Socorro! Isto Ã© o Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[
Rosenilgo Gomes Ferreira:
Os 5,1 milhÃµes de km2 que compÃµem a AmazÃ´nia sÃ£o responsÃ¡veis pela produÃ§Ã£o de 20% do oxigÃªnio do planeta. A Ã¡rea tambÃ©m abriga 30% das reservas de Ã¡gua doce potÃ¡vel do mundo. E a regiÃ£o vem sendo devastada por queimadas, derrubada indiscriminada de Ã¡rvores e pela poluiÃ§Ã£o de seus rios. Mas o milionÃ¡rio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="image1091" src="http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2006/07/amazonia_230.jpg" alt="amazonia_230.jpg" align="right"/></p>
<p><a href="http://www.terra.com.br/cgi-bin/index_frame/istoedinheiro/capa.htm">Rosenilgo Gomes Ferreira</a>:<br />
Os 5,1 milhÃµes de km2 que compÃµem a AmazÃ´nia sÃ£o responsÃ¡veis pela produÃ§Ã£o de 20% do oxigÃªnio do planeta. A Ã¡rea tambÃ©m abriga 30% das reservas de Ã¡gua doce potÃ¡vel do mundo. E a regiÃ£o vem sendo devastada por queimadas, derrubada indiscriminada de Ã¡rvores e pela poluiÃ§Ã£o de seus rios. Mas o milionÃ¡rio sueco <em>Johan Eliasch</em>, de 44 anos, quer mudar essa situaÃ§Ã£o para melhor e estÃ¡ Ã  frente de uma verdadeira cruzada para salvar a AmazÃ´nia. Seu objetivo Ã© levantar US$ 18 bilhÃµes, montante que ele considera suficiente para solucionar os problemas da regiÃ£o. &#8216;O mundo tem de pagar ao Brasil pelo serviÃ§o de proteÃ§Ã£o da floresta&#8217;, diz <em>Eliasch</em>. De Londres, o empresÃ¡rio controla a grife de material esportivo <strong>Head</strong>, cuja receita anual soma US$ 640 milhÃµes, e busca financiadores para a causa. A 1Âª. reuniÃ£o da sÃ©rie de encontros que ele pretende realizar nos EUA, Europa e Ã?sia atÃ© o final do ano aconteceu hÃ¡ 2 semanas na City, coraÃ§Ã£o financeiro da capital inglesa. Falando a executivos do setor de seguros, <em>Eliasch</em> lembrou que as mudanÃ§as climÃ¡ticas foram as responsÃ¡veis por grandes catÃ¡strofes naturais no perÃ­odo 2004-2005, como o furacÃ£o Katrina (nos EUA) e o tsumani (na Ã?sia), que custaram indenizaÃ§Ãµes recordes de US$ 83 bilhÃµes no ano passado. &#8216;AÃ§Ãµes focadas na AmazÃ´nia podem reduzir as alteraÃ§Ãµes climÃ¡ticas em um razoÃ¡vel espaÃ§o de tempo, melhorando nossas vidas e o planeta&#8217;, defende.</p>
<p>O projeto tem como principal vertente a criaÃ§Ã£o de santuÃ¡rios ecolÃ³gicos administrados por particulares. Em 2005, <em>Eliasch</em> adquiriu 160 mil hectares no Estado do Amazonas, tirando de cena uma madeireira ilegal. Gastou cerca de US$ 10 milhÃµes. A transaÃ§Ã£o teve o aval da noiva, a brasileira <em>Ana Junqueira</em>, de 35 anos, que tentou (sem sucesso) 2 vezes se eleger deputada federal: em 1994 (pelo PMDB) e em 1998 (pelo PFL). Filha de fazendeiros, ela Ã© conselheira de <em>Eliasch</em> para assuntos ecolÃ³gicos. O empresÃ¡rio diz que uma parte dos US$ 18 bilhÃµes seria drenada para programas governamentais de saÃºde, educaÃ§Ã£o e infra-estrutura para os 20 milhÃµes de habitantes da regiÃ£o.</p>
<p><em>Eliasch</em> Ã© capaz disso tudo? Provavelmente. O empresÃ¡rio tem vasta rede de contatos na Europa que reÃºne empresÃ¡rios e polÃ­ticos. Na Inglaterra, ele Ã© um dos principais doadores do Partido Conservador, do qual integra a comissÃ£o de finanÃ§as. FreqÃ¼enta com desenvoltura a realeza britÃ¢nica. No mundo dos negÃ³cios ele Ã© tido como financista habilidoso, que fez fortuna recuperando empresas endividadas como a <strong>Head</strong>. Quando assumiu o negÃ³cio, a companhia estava Ã  beira da falÃªncia, com prejuÃ­zo de US$ 65 milhÃµes.</p>
<p>Sua proposta &#8216;verde&#8217;, contudo, Ã© vista com desconfianÃ§a por empresÃ¡rios e ecologistas brasileiros. &#8216;Trata-se de uma idÃ©ia simplÃ³ria, incapaz de alterar a realidade local&#8217;, critica <em>SÃ©rgio Amoroso</em>, dono do <strong>Grupo Orsa</strong>, que controla o <strong>Projeto Jari</strong> de papel e celulose, situado no AmapÃ¡. <em>Amoroso</em> tambÃ©m Ã© contra o uso de recursos privados para financiar o governo. &#8216;Ã‰ preciso criar mecanismos que garantam renda permanente Ã  populaÃ§Ã£o.&#8217; Ã‰ isso que falta na propriedade recÃ©m-adquirida por <em>Eliasch</em>. Ao desbaratar a madeireira ilegal, ele &#8217;salvou a floresta&#8217;, mas acabou com a fonte de renda de mil pessoas ligadas Ã  madeireira. Como compensaÃ§Ã£o, ele permitiu que eles coletassem castanha e aÃ§aÃ­ na Ã¡rea. JÃ¡ <em>Roberto Klabin</em>, herdeiro da fÃ¡brica de papel da famÃ­lia e dono do resort <strong>RefÃºgio EcolÃ³gico Caiman</strong>, situado no Pantanal, apÃ³ia <em>Eliasch</em>. &#8216;A AmazÃ´nia se transformou em terra de ninguÃ©m porque o governo nÃ£o assume suas responsabilidades. A compra de terras jÃ¡ se mostrou uma opÃ§Ã£o viÃ¡vel no Chile e na Argentina&#8217;, avalia. <em>Ted Turner</em>, fundador da <strong>CNN</strong>, o investidor <em>George Soros</em> e o empresÃ¡rio italiano <em>Luciano Benetton</em> sÃ£o alguns dos poderosos que compraram terras e as transformaram em santuÃ¡rios ecolÃ³gicos nos 2 paÃ­ses. SÃ£o esses milionÃ¡rios que <em>Eliasch</em> quer seduzir.</p>
<p>BrasÃ­lia se mantÃ©m alheia Ã  iniciativa. Um integrante do primeiro escalÃ£o do governo federal, que pediu para nÃ£o ser identificado, argumentou que o empresÃ¡rio ainda nÃ£o procurou formalmente as autoridades. A fonte rebateu as acusaÃ§Ãµes de que o governo <em>Lula</em> abandonou a regiÃ£o, citando a criaÃ§Ã£o das <strong>Ã?reas Protegidas da AmazÃ´nia</strong> (<strong>Arpa</strong>), um projeto tocado pela <strong>ONG Fundo Brasileiro para a Biodiversidade</strong> e que deverÃ¡ movimentar US$ 391 milhÃµes atÃ© 2016. Os recursos virÃ£o do <strong>Banco Mundial</strong>, do <strong>Banco AlemÃ£o de Desenvolvimento</strong> e do governo brasileiro. A meta Ã© implantar e gerir 50 milhÃµes de hectares de reservas florestais, um territÃ³rio maior que a Espanha.</p>
<p>Para o biÃ³logo <em>Paulo Moutinho</em>, coordenador do programa de mudanÃ§as climÃ¡ticas do <strong>Instituto de Pesquisa Ambiental da AmazÃ´nia</strong>, atitudes isoladas tÃªm pouca eficÃ¡cia. Primordial seria a uniÃ£o de ecologistas, empresÃ¡rios e governo na luta antidesmatamento. Sua proposta Ã© que se pague ao governo brasileiro pela reduÃ§Ã£o na taxa de derrubada de Ã¡rvores. A queda de apenas 10% no Ã­ndice mÃ©dio de destruiÃ§Ã£o da AmazÃ´nia (que Ã© de 20 mil km2 por ano) renderia ao PaÃ­s US$ 400 milhÃµes. A conta baseia-se no mercado de crÃ©ditos de carbono, pelo qual empresas e governos de naÃ§Ãµes ricas pagam aos paÃ­ses, que ainda tÃªm vastas Ã¡reas verdes, compensaÃ§Ãµes por emitir gases danosos na atmosfera. Como a AmazÃ´nia tem um estoque de 80 bilhÃµes de toneladas de carbono, a &#8216;venda&#8217; desse ativo poderia render atÃ© US$ 160 bilhÃµes.</p>
<p>A briga de <em>Eliasch</em> estÃ¡ sÃ³ comeÃ§ando. PorÃ©m, antes de conquistar apoio mundo afora, ele precisarÃ¡ provar que Ã© capaz de vencer uma floresta que jÃ¡ &#8216;devorou&#8217; figuras como <em>Henry Ford</em> e <em>Daniel Ludwig</em>, cujos empreendimentos de extraÃ§Ã£o de borracha e celulose soÃ§obraram diante da realidade amazÃ´nica.</p>
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		<title>Conhecendo a AmazÃ´nia</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jul 2006 05:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biodiversidade Brasil]]></category>
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45 estudantes do Brasil, Equador, Peru, Suriname e da BolÃ­via, ColÃ´mbia, Venezuela, Guiana e Guiana Francesa, acompanhados por 27 professores e cientistas, estÃ£o tendo a oportunidade de conhecer a AmazÃ´nia em profundidade. Os participantes estÃ£o percorrendo a mesma rota da expediÃ§Ã£o comandada pelo explorador espanhol Francisco de Orellana ao longo do rio Amazonas, nos anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="image1042" src="http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2006/07/mapa.jpg" alt="mapa.jpg" align="right"/></p>
<p>45 estudantes do Brasil, Equador, Peru, Suriname e da BolÃ­via, ColÃ´mbia, Venezuela, Guiana e Guiana Francesa, acompanhados por 27 professores e cientistas, estÃ£o tendo a oportunidade de conhecer a AmazÃ´nia em profundidade. Os participantes estÃ£o percorrendo a mesma rota da expediÃ§Ã£o comandada pelo explorador espanhol <em>Francisco de Orellana</em> ao longo do rio Amazonas, nos anos de 1541 e 1542. </p>
<p>A aventura ao coraÃ§Ã£o da AmÃ©rica do Sul â€“ iniciada em Quito em 24 de junho e encerramento previsto para o dia 27 de julho em BrasÃ­lia, Ã© uma iniciativa da <a href="http://www.otca.org.br/br/exped_jovem.php">OrganizaÃ§Ã£o do Tratado de CooperaÃ§Ã£o AmazÃ´nica &#8211; OTCA</a>, atravÃ©s do projeto <strong>Conhecendo a AmazÃ´nia â€“ A OTCA e a Juventude â€“ Caminhos de Orellana</strong>.</p>
<p>Foram selecionados alunos do ensino mÃ©dio de escolas pÃºblicas e privadas, entre 15 e 18 anos. O candidato precisava fazer uma redaÃ§Ã£o sobre tema relacionado Ã  AmazÃ´nia. Os 5 melhores trabalhos de cada paÃ­s foram selecionados pelo MinistÃ©rio da EducaÃ§Ã£o de suas naÃ§Ãµes.</p>
<p>O objetivo Ã© proporcionar aos jovens uma experiÃªncia humana sobre a AmazÃ´nia, conhecendo-a de perto, entendendo seus problemas e se envolver com o futuro da regiÃ£o, o que Ã© de grande utilidade para futuros lÃ­deres comunitÃ¡rios, homens e mulheres de negÃ³cios, governantes, tÃ©cnicos, funcionÃ¡rios pÃºblicos etc.</p>
<p>Diariamente, os expedicionÃ¡rios contam com oficinas e palestras sobre temas histÃ³ricos da regiÃ£o e sua ocupaÃ§Ã£o, problemas atuais da populaÃ§Ã£o rural e urbana, especificidade dos povos indÃ­genas e ribeirinhos, questÃµes ecolÃ³gicas, culminando com discussÃµes sobre as alternativas para a sustentabilidade do espaÃ§o amazÃ´nico.</p>
<p>O consultor da <strong>OTCA</strong>, <em>Aldenir ParaguassÃº</em>, explicou que os estudantes utilizariam programas de computaÃ§Ã£o, nos quais incluiriam suas impressÃµes sobre a experiÃªncia, produzindo anotaÃ§Ãµes e imagens. Ao final dos 34 dias de viagem, todo o material serÃ¡ transformado em documentÃ¡rios, videoclipes, programas para TV, CD-ROM, livros e artigos.</p>
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		<title>FÃ¡brica de Moscas no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jun 2006 17:40:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[AgronegÃ³cio]]></category>
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		<category><![CDATA[Estilo de Vida Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[ExportaÃ§Ã£o / Mercado]]></category>
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Raquel Balarin:
A primeira fÃ¡brica de moscas do Brasil acaba de comeÃ§ar a operar e jÃ¡ negocia exportaÃ§Ãµes do inseto para o Marrocos e a Espanha. Na biofÃ¡brica Moscamed Brasil, em Juazeiro (PE), sÃ£o produzidos machos estÃ©reis da mosca-das-frutas, praga que atinge os pomares do Vale do SÃ£o Francisco e causa prejuÃ­zos anuais de US$ 60 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="image970" src="http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2006/06/fly.jpg" alt="fly.jpg" align="right" /></p>
<p><a href="http://www.valoronline.com.br/valoreconomico/285/primeirocaderno/especial/Brasil+tem+sua+primeira+'fabrica'+de+moscas,,,59,3748878.html">Raquel Balarin</a>:<br />
A primeira fÃ¡brica de moscas do Brasil acaba de comeÃ§ar a operar e jÃ¡ negocia exportaÃ§Ãµes do inseto para o Marrocos e a Espanha. Na biofÃ¡brica <strong>Moscamed Brasil</strong>, em Juazeiro (PE), sÃ£o produzidos machos estÃ©reis da mosca-das-frutas, praga que atinge os pomares do Vale do SÃ£o Francisco e causa prejuÃ­zos anuais de US$ 60 milhÃµes. </p>
<p>Na biofÃ¡brica, as pupas das fÃªmeas sÃ£o eliminadas com um banho-maria. Os machos resistem, recebem radiaÃ§Ã£o e se tornam estÃ©reis. Liberados no ambiente, copulam com fÃªmeas selvagens. Essas fÃªmeas nÃ£o pÃµem ovos e hÃ¡ uma reduÃ§Ã£o na populaÃ§Ã£o de insetos.</p>
<p>Leia tambÃ©m: <a href="http://www.valoronline.com.br/valoreconomico/285/primeirocaderno/especial/Brasil+produz+moscas+para+combater+praga,,,59,3748863.html">Brasil produz moscas para combater praga</a></p>
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		<title>Negros Na Elite</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jun 2006 03:19:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biodiversidade Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[DNA Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EducaÃ§Ã£o e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de Vida Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[Garotas do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Garotos do Brasil]]></category>

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Elaine Cotta e Adriana Nicacio
Wanderlei Coelho teve uma infÃ¢ncia bastante pobre. Ele e o irmÃ£o foram criados pela mÃ£e num barraco de madeira da Vila Madalena, nos anos em que o reduto boÃªmio ainda era habitado pela classe mÃ©dia baixa de SÃ£o Paulo. Ele foi engraxate, tapeceiro, office boy, motorista de tÃ¡xi e mecÃ¢nico. &#8216;Meu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="image869" title="negros_01.jpg" src="http://brasil.business-opportunities.biz/wp-content/uploads/2006/06/negros_01.jpg" align="right"/></p>
<p><strong>Elaine Cotta e Adriana Nicacio</strong><br />
<em>Wanderlei Coelho</em> teve uma infÃ¢ncia bastante pobre. Ele e o irmÃ£o foram criados pela mÃ£e num barraco de madeira da Vila Madalena, nos anos em que o reduto boÃªmio ainda era habitado pela classe mÃ©dia baixa de SÃ£o Paulo. Ele foi engraxate, tapeceiro, office boy, motorista de tÃ¡xi e mecÃ¢nico. &#8216;Meu objetivo era vencer na vida como todo mundo&#8217;, diz. Conseguiu. Hoje Ã© dono de uma casa noturna com capacidade para 2 mil pessoas em SÃ£o Paulo, de restau-<br />
rante, de uma produtora de eventos e sÃ³cio de uma construtora. Tem ainda investimentos em locaÃ§Ã£o de imÃ³veis e numa escola primÃ¡ria. Como chegou lÃ¡? AlÃ©m de trabalhar muito, estudou Direito. Formado, montou um escritÃ³rio de advocacia, que tambÃ©m funcionava como imobiliÃ¡ria e despachante, mas acabou enveredando pelo mundo dos espetÃ¡culos. &#8216;Sabia que se estudasse e batalhasse muito, conseguiria sair daquela misÃ©ria&#8217;, conta. Aos 52 anos, se orgulha de possuir uma casa avaliada em mais de R$ 1 milhÃ£o em Alphaville, bairro nobre de SÃ£o Paulo, de uma Mercedes SLK200, uma Pajero Sport, um Montana e outros 15 imÃ³veis.</p>
<p>HistÃ³ria de vida semelhante tem um homem chamado <em>Joaquim Barbosa</em>. Com um salÃ¡rio mensal que representa o teto do funcionalismo pÃºblico â€“ nem o presidente da RepÃºblica ganha mais do que ele (aliÃ¡s, ganha 3 vezes menos), o primeiro ministro negro do <strong>Supremo Tribunal Federal </strong>comeÃ§ou a vida profissional varrendo chÃ£o. PrimogÃªnito dos 8 filhos de um pedreiro com uma dona de casa, <em>Barbosa</em> costumava limpar o banheiro do <strong>Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal </strong>cantando em inglÃªs com pronÃºncia perfeita. Deixou boquiaberto o entÃ£o diretor do tribunal, <em>Pedro Luz Cunha</em>, que o apadrinhou, conseguiu um emprego melhor e o orientou a voltar a estudar. Hoje, no auge dos seus tambÃ©m 52 anos, <em>Barbosa</em> fala 4 idiomas Ã© mestre e doutor em Direito PÃºblico pela <strong>Universidade de Paris</strong>, mestre pela <strong>UnB</strong>, professor licenciado da <strong>UERJ</strong> e professor visitante da <strong>Universidade de Columbia</strong>, em Nova York, e da <strong>Universidade da CalifÃ³rnia</strong>. &#8216;Minha nomeaÃ§Ã£o Ã© a coroaÃ§Ã£o de uma carreira&#8217;, disse ao assumir o cargo. &#8216;Tenho a esperanÃ§a de que, nos prÃ³ximos 10 ou 15 anos, uma indicaÃ§Ã£o como esta (de um negro) seja coisa banal. Assim, aceito o fardo, e esse Ã© o preÃ§o que tenho de pagar.&#8217;</p>
<p>Esse sonho de <em>Barbosa</em> jÃ¡ comeÃ§ou a dar sinais de que pode se concretizar. <a href="http://www.terra.com.br/istoedinheiro/">VÃ¡ conferir a pesquisa</a>.</p>
<p>Foto: Daniel Wainstein</p>
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		<title>Oportunidades SÃ£o Muitas. PorÃ©m, NÃ£o Caem Do CÃ©u</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Apr 2006 18:46:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biodiversidade Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[DNA Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de Vida Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[IdÃ©ias de NegÃ³cios]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza Brazil]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
ASN
Quando a oferta diminui e a demanda cresce, o preÃ§o sobe. Esta equaÃ§Ã£o, que deve ser aplicada ao petrÃ³leo nos prÃ³ximos 10 anos, poderÃ¡ beneficiar o Brasil. Da mesma forma, a produÃ§Ã£o do eucalipto poderÃ¡ ampliar a inclusÃ£o social por meio do trabalho no PaÃ­s, assim como a indÃºstria nacional do aÃ§o pode vir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='/wp-content/money01_01.jpg' alt='' class="thumb"/> </p>
<p><a href="http://asn.interjornal.com.br/site/noticia.kmf?noticia=4576969&#038;canal=40">ASN</a><br />
Quando a oferta diminui e a demanda cresce, o preÃ§o sobe. Esta equaÃ§Ã£o, que deve ser aplicada ao petrÃ³leo nos prÃ³ximos 10 anos, poderÃ¡ beneficiar o Brasil. Da mesma forma, a produÃ§Ã£o do eucalipto poderÃ¡ ampliar a inclusÃ£o social por meio do trabalho no PaÃ­s, assim como a indÃºstria nacional do aÃ§o pode vir a ser mais forte. </p>
<p>As oportunidades sÃ£o muitas, porÃ©m hÃ¡ que se saber aproveitÃ¡-las, sem esperar que as soluÃ§Ãµes â€˜caiam do cÃ©uâ€™. Ã‰ o que garante o economista francÃªs <strong>Ignacy Sachs</strong>, diretor da <em>Ã‰cole dÃªs Hautes Ã‰tudes em Sciences Sociales</em>, localizada em Paris. Ele alerta sobre ser agora o momento de construir sinergias entre empresas de grande e pequeno porte. Nesta entrevista do Sebrae, o professor apontou vÃ­cios que podem inverter a tendÃªncia de crescimento e atacou modelos prontos, com os quais definitivamente nÃ£o concorda.</p>
<p><strong>O senhor estÃ¡ desenvolvendo algum trabalho relacionado ao Brasil?</strong><br />
Tenho me dedicado aos estudos das condiÃ§Ãµes e oportunidades no Brasil da inclusÃ£o social por meio do trabalho. A partir daÃ­ surgiram algumas linhas de aÃ§Ã£o que estou tentando viabilizar. Uma delas Ã© construir sinergias entre grandes e pequenas empresas. Acredito que elas podem se ajudar tanto no fornecimento quanto na agregaÃ§Ã£o de valor, criando redes de fornecedores ou de transformadores. O setor de aÃ§o inoxidÃ¡vel Ã© um bom exemplo, pois pode dar lugar a uma rede de pequenas oficinas que usam a matÃ©ria-prima para fabricar diversos produtos. Outra possibilidade Ã© o fomento de florestas familiares. </p>
<p><strong>Como funcionaria uma parceria entre pequenos e grandes nesses moldes, por exemplo, no caso do contrato de fomento de florestas familiares?</strong><br />
Um bom contrato de fomento dÃ¡ ao pequeno as condiÃ§Ãµes razoÃ¡veis de garantir uma renda regular a partir de um certo nÃºmero de hectares plantados de eucalipto. O produtor demora 6 anos para realizar a primeira extraÃ§Ã£o, e vai cortando, de 6 em 6 anos, um sexto da Ã¡rea plantada. EntÃ£o, ele entra no ritmo regular que proporciona a renda constante. Mas nÃ³s devemos tentar adensar o tecido socio-econÃ´mico ao redor dessa cultura de eucalipto, consorciando madeira com outras produÃ§Ãµes agrÃ­colas e silviculturais. A responsabilidade das grandes empresas vai alÃ©m do contrato de fomento. Cabe a elas ajudar a construir estratÃ©gias de desenvolvimento rural e integrado. Se conseguirmos mostrar isto, avanÃ§aremos numa linha importante, pois o PaÃ­s tem condiÃ§Ãµes excepcionais para se destacar na transiÃ§Ã£o da civilizaÃ§Ã£o do PetrÃ³leo. Tem a maior biodiversidade do mundo, Ã© dono da ainda maior floresta tropical do planeta, possui climas e ecossistemas variados, muitos recursos hÃ­dricos, com exceÃ§Ã£o do polÃ­gono da seca, terras cultivÃ¡veis em abundÃ¢ncia e pesquisas agronÃ´mica e biolÃ³gica. </p>
<p><strong>Como o Brasil pode lanÃ§ar mÃ£o desses recursos para avanÃ§ar?</strong><br />
Substituindo combustÃ­veis Ã  base de petrÃ³leo por biocombustÃ­veis, como etanol e biodiesel. Depois, extraindo da biomassa tudo o que a ciÃªncia moderna permite. Biomassa Ã© bioenergia, adubo orgÃ¢nico, matÃ©ria-prima industrial etc. EntÃ£o, estaremos voltando Ã  energia solar, mas nÃ£o serÃ¡ um retrocesso, porque nÃ£o utilizaremos mÃ©todos primitivos de produÃ§Ã£o. SerÃ¡ o primeiro passo para uma nova civilizaÃ§Ã£o para a qual o Brasil tem condiÃ§Ãµes excepcionais e para qual o trÃ³pico, muitas vezes apresentado como obstÃ¡culo, passa a ser uma vantagem. </p>
<p><strong>Como a alta do preÃ§o do petrÃ³leo favorece esta visÃ£o?</strong><br />
Viabilizando energias secundÃ¡rias e tornando mais receptivos a elas os que nÃ£o queriam essas mudanÃ§as. JÃ¡ que nÃ£o fomos capazes de convencer por razÃµes ecolÃ³gicas, que sÃ£o extremamente fortes, o alcanÃ§amos por impulso econÃ´mico. Tem tambÃ©m a questÃ£o ambiental, nÃ£o aquela associada Ã  Ã¡rvore que arrancaram na rua ou a sujeira que jogaram no cÃ³rrego, mas a fundamental, ou seja, estamos correndo rumo a um desastre ecolÃ³gico de grandes proporÃ§Ãµes, provavelmente irreversÃ­veis, ao continuarmos a usar em excesso a energia fÃ³ssil. Para nÃ£o corrermos o risco de mudanÃ§as climÃ¡ticas perigosas, deverÃ­amos cortar em 60% as emissÃµes de gases poluentes. SituaÃ§Ã£o que fica ainda pior agora que o Protocolo de Kioto nÃ£o serÃ¡ cumprido, porque os Estados Unidos se recusam a assinÃ¡-lo. Mesmo que fosse cumprido integralmente, estarÃ­amos a um dÃ©cimo do que Ã© necessÃ¡rio&#8230; </p>
<p><strong>Quais sÃ£o as chances do Brasil neste cenÃ¡rio?</strong><br />
Todas. O problema Ã© nÃ£o esperar que as soluÃ§Ãµes caiam do cÃ©u e fazer mais. O problema das energias renovÃ¡veis Ã© uma das grandes oportunidades do Brasil substituir o petrÃ³leo internamente e exportar. Agora, esta chance comporta um perigo que Ã© olhar somente o lado da sustentabilidade ecolÃ³gica e da economicidade. As novas oportunidades devem ser vistas como um novo ciclo de desenvolvimento plural. </p>
<p><strong>No aspecto social e, principalmente, dos pequenos empreendimentos e do trabalho, quais sÃ£o os erros que nÃ£o podem se repetir?</strong><br />
DeverÃ­amos partir para projetos mais concretos para adensar as oportunidades. Me foi dito que aqui e agora as novas e grandes usinas estÃ£o comprando cana dos pequenos produtores, o que jÃ¡ Ã© uma diferenÃ§a em relaÃ§Ã£o aos latifÃºndios. Em todo projeto aplica-se a lÃ³gica de raciocÃ­nio do fomento florestal, mas nÃ£o apostar na monocultura. O homem que fornece a cana para a usina pode fazer outras coisas. O tema central do debate sobre o futuro rural do mundo estÃ¡ no conceito da pluriatividade do agricultor familiar e das suas famÃ­lias. Chega-se a uma sÃ©rie de oportunidades para terceirizaÃ§Ã£o e aproveitamento do subproduto. Se a gente Ã© capaz de usar dessas oportunidades para criar empreendimentos de pequeno porte vamos ter um tecido socio-econÃ´mico bem diferente da imagem clÃ¡ssica da grande usina com as suas superfÃ­cies de cana. Mas isso nÃ£o Ã© fÃ¡cil de conseguir. </p>
<p><strong>Acredita que a produÃ§Ã£o de vegetais para biomassa &#8211; mamona e outros, como foi o caso da cana â€“ pode ser feita pelo pequeno produtor?</strong><br />
Em relaÃ§Ã£o ao biodiesel Ã© muito mais fÃ¡cil do que com o etanol. No Ãºltimo caso, estamos partindo de uma indÃºstria bem constituÃ­da, economicamente forte e com um mercado mundial promissor. LÃ¡ a negociaÃ§Ã£o vai ser mais difÃ­cil. Em relaÃ§Ã£o Ã  mamona, nÃ£o hÃ¡ dificuldade nenhuma em iniciar a partir do pequeno produtor, porque ainda nÃ£o Ã© um negÃ³cio instalado. Mas, cuidado! Mamona Ã© Ã³leo, sÃ£o rios de glicerina, de alto valor sÃ³ em quantidades limitadas. O que se faz com glicerina? Eu nÃ£o sei. Pode ser transformada? Como? Vamos comeÃ§ar a pensar em sistemas integrados de produÃ§Ã£o rural e isto requer uma mudanÃ§a de mentalidade. Quando me perguntam se existe uma oportunidade? Eu respondo que Ã© uma oportunidade de ouro. Se me perguntam, fÃ¡cil? Eu digo que nÃ£o! O mercado vai empurrar para soluÃ§Ãµes simplificadas e elas nÃ£o sÃ£o boas.</p>
<p><strong>Pode ocorrer mais uma &#8216;corrida ao ouro&#8217;. Como impedir que isto aconteÃ§a?</strong><br />
Com polÃ­ticas pÃºblicas, ou seja, eu venho de uma tradiÃ§Ã£o de pensamento que nÃ£o acredita no desenvolvimento espontÃ¢neo por meio dos jogos de livres regras do mercado. Se conseguirmos, com polÃ­ticas pÃºblicas, uma situaÃ§Ã£o que dÃ¡ aos pequenos um lugar embaixo do sol, nÃ³s avanÃ§aremos. Caso contrÃ¡rio, poderemos ter riqueza, mas uma riqueza paga pelo acÃºmulo da pobreza e desigualdade. Ã‰ por isso que eu falo da inclusÃ£o social pelo trabalho como um eixo absolutamente fundamental. E defendo esse tratamento desigual aos desiguais, por meio de polÃ­ticas em favor dos mais fracos.</p>
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		<title>Brazil Fashion &amp; Amazon Life (SPECIAL)</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Apr 2006 15:43:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biodiversidade Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de Vida Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[Made in Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza Brazil]]></category>

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Beth Lima
When the Portuguese first set foot on Brazilian soil, the native fashion was quite bare and raw: a sort of bikini made of clay and lots of jewellery&#8230; The garment was either plain or painted with geometric motifs and tied around the waist with a piece of string. The jewellery, made out of feathers [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='/wp-content/fashion.jpg' alt='' class="thumb"/></p>
<p><a href="http://www.brazil.org.uk/content/fashion/index.html">Beth Lima</a></p>
<blockquote><p>When the Portuguese first set foot on Brazilian soil, the native fashion was quite bare and raw: a sort of bikini made of clay and lots of jewellery&#8230; The garment was either plain or painted with geometric motifs and tied around the waist with a piece of string. The jewellery, made out of feathers and seeds, decorated forearms and ankles. The Indian woman had a natural charm: she wore her hair down, went around barefoot, and only made herself up for special occasions. </p>
<p>5 hundred years later, much of this native woman is still reflected in present-day Brazilian women: the tendency to have long hair and to wear it down, the naturalness with which they show off their bodies &#8211; be it on the beach, in minute thongs, or in the clothes they wear, which reveal more than they conceal &#8211; or the languid and sensual way in which they walk into the sea. </p>
<p>Brazilian women today, north and south of the country, survive with 4 basic pieces: a pair of jeans, a T-shirt, flip-flops and a bikini &#8211; notwithstanding the <strong>lure of designer clothes</strong>&#8230; <strong>made in Brazil</strong>.</p>
<p>Inspired by the indigenous, a small company has been working to bridge the gap between good fashion sense and green sensibilities &#8211; with considerable success. <a href="http://www.amazonlife.com">Amazon Life </a>has developed and patented an environmentally friendly material that it calls <em>wild rubber</em> or <em>vegetal leather</em>. The company already supplies a number of European fashion designers.</p>
<p><a href="http://www.brazil.org.uk/content/fashion/riodejaneiro/amazon/amazon.html">Amazon Life</a> develops products made by Indians and rural workers from the Amazon Rainforest region. The raw material they work with is vegetal leather, a rubbery fabric made from vulcanized natural latex and used in the manufacture of bags, satchels, briefcases, items of clothing, shoes etc. </p>
<p>The label has 5 lines of products: <strong>Homewares</strong>, <strong>Books</strong>, <strong>CDs and Stationery</strong>, <strong>Food</strong>, <strong>Health and Beauty </strong>and <strong>Fashion</strong>. </p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>&#8230; A marca <a href="http://www.amazonlife.com/">Amazon Life</a> desenvolve produtos feitos por Ã­ndios e trabalhadores rurais da regiÃ£o da Floresta AmazÃ´nica. A matÃ©ria prima da marca Ã© o couro vegetal, tecido emborrachado com lÃ¡tex natural vulcanizado, usado na confecÃ§Ã£o de bolsas, mochilas, pastas, peÃ§as de vestuÃ¡rio, calÃ§ados etc. </p>
<p>A marca tem 5 linhas de produtos: <strong>Arte e DecoraÃ§Ã£o</strong>, <strong>Livros</strong>, <strong>CDs e Papelaria</strong>, <strong>Alimentos</strong>, <strong>SaÃºde e Beleza</strong> e <strong>Moda</strong>.
</p></blockquote>
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		<title>Vamos Falar Bem do Brasil em 2006</title>
		<link>http://brasil.business-opportunities.biz/2006/01/04/vamos-falar-bem-do-brasil/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2006 18:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biodiversidade Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[DNA Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Made in Brasil]]></category>

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fonte
1. O Ãºnico paÃ­s do mundo onde se pode abastecer simultaneamente um carro com Ã?lcool, Gasolina e GÃ¡s. Tudo isso, com tecnologia nacional;
2. Que seremos o primeiro paÃ­s do mundo a desenvolver o biodiesel Ã  base de mamona. Novamente tecnologia nacional. SerÃ¡ a redenÃ§Ã£o do Nordeste, pois a mamona Ã© praga por lÃ¡ e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='/wp-content/banner.jpg' alt='' class="thumb"/> </p>
<p><a href="http://www.brazilsite.com/">fonte</a><br />
1. O <strong>Ãºnico paÃ­s do mundo</strong> onde se pode abastecer simultaneamente um carro com Ã?lcool, Gasolina e GÃ¡s. Tudo isso, com <strong>tecnologia nacional</strong>;</p>
<p>2. Que <strong>seremos o primeiro paÃ­s do mundo a desenvolver o biodiesel Ã  base de mamona</strong>. Novamente tecnologia nacional. SerÃ¡ a redenÃ§Ã£o do Nordeste, pois a mamona Ã© praga por lÃ¡ e a PetrobrÃ¡s jÃ¡ estÃ¡ comeÃ§ando desenvolver o sistema produtivo;</p>
<p>3. Que as <strong>fÃ¡bricas mais modernas de produÃ§Ã£o de automÃ³vel </strong>(General Motors e Mercedes Benz) e Volks CaminhÃµes, tambÃ©m estÃ£o aqui;</p>
<p>4. E entre outras coisas, a <strong>PetrobrÃ¡s Ã© a Ãºnica empresa do mundo a deter a tecnologia completa de produÃ§Ã£o de petrÃ³leo em Ã¡guas profundas</strong>;</p>
<p>5. As empresas <strong>produtoras de aÃ§o estÃ£o em sua capacidade mÃ¡xima instalada</strong>;</p>
<p>6. Finalmente os <strong>Estados Unidos </strong>renderam-se a qualidade de nossos aviÃµes (Embraer) e <strong>vÃ£o adquirir aviÃµes altamente especializados para treinamento de sua forÃ§a aeronÃ¡utica</strong>.</p>
<p>Os dados sÃ£o da <a href="http://www.anthropos.com.br/">Antropos Consulting</a>:</p>
<p>1. O Brasil Ã© o paÃ­s que tem tido <strong>maior sucesso no combate Ã  AIDS e outras doenÃ§as sexualmente transmissÃ­veis</strong>, e vem sendo exemplo mundial.</p>
<p>2. O Brasil Ã© o <strong>Ãºnico paÃ­s do hemisfÃ©rio sul que estÃ¡ participando do Projeto Genoma</strong>.</p>
<p>3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos paÃ­ses, a <strong>cidade do Rio de Janeiro, acusada por violÃªncia, foi considerada a mais solidÃ¡ria</strong>.</p>
<p>4. Nas eleiÃ§Ãµes de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiÃµes do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do inÃ­cio das apuraÃ§Ãµes. <strong>O modelo chamou a atenÃ§Ã£o de uma das maiores potÃªncias mundiais: os Estados Unidos</strong>, onde a apuraÃ§Ã£o dos votos teve que ser refeita vÃ¡rias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.</p>
<p>5. <strong>Mesmo sendo um paÃ­s em desenvolvimento, os internautas brasileiros<br />
representam uma fatia de 40% do mercado na AmÃ©rica Latina</strong>.</p>
<p>6. No Brasil, <strong>hÃ¡ 14 fÃ¡bricas de veÃ­culos instaladas e outras 4 se instalando<br />
enquanto alguns paÃ­ses vizinhos nÃ£o possui nenhuma</strong>.</p>
<p>7. Das <strong>crianÃ§as e adolescentes entre 7 a 14 anos</strong>, 97,<strong>3% estÃ£o estudando</strong>.</p>
<p>8. O <strong>mercado de telefones celulares do Brasil Ã© o segundo do mundo</strong>, com 650 mil novas habilitaÃ§Ãµes a cada mÃªs.</p>
<p>9. Na <strong>telefonia fixa, o paÃ­s ocupa a quinta posiÃ§Ã£o em nÃºmero de linhas<br />
instaladas</strong>.</p>
<p>10. <strong>Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO 9000, maior nÃºmero entre os paÃ­ses em desenvolvimento</strong>. No MÃ©xico, sÃ£o apenas 300 empresas e 265 na Argentina.</p>
<p>11. O<strong> Brasil Ã© o segundo maior mercado de jatos e helicÃ³pteros executivos</strong>.</p>
<p><strong>Por quÃª esse vÃ­cio de sÃ³ falar mal do Brasil???</strong></p>
<p>1. Por que nÃ£o se orgulhar em dizer que o <strong>mercado editorial de livros Ã© maior do que o da ItÃ¡lia</strong>, com mais de 50 mil tÃ­tulos novos a cada ano?</p>
<p>2. Que o <strong>Brasil tem o mais moderno sistema bancÃ¡rio do planeta</strong>?</p>
<p>3. <strong>Que as agÃªncias de publicidade ganham os melhores e maiores prÃªmios mundiais</strong>?</p>
<p>4. Por que nÃ£o se fala que o <strong>Brasil Ã© o paÃ­s mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerÃ¡vel parte de seu tempo em trabalhos voluntÃ¡rios</strong>?</p>
<p>5. Por que nÃ£o dizer que o <strong>Brasil Ã© hoje a terceira maior democracia do mundo</strong>?</p>
<p>6.<strong> Que apesar de todas as mazelas, o Congresso estÃ¡ punindo seus prÃ³prios membros, o que raramente ocorre em outros paÃ­ses ditos civilizados</strong>?</p>
<p>7. <strong>Por que nÃ£o lembrar que o povo brasileiro Ã© um povo hospitaleiro, que se esforÃ§a para falar a lÃ­ngua dos turistas, gesticula e nÃ£o mede esforÃ§os para atendÃª-los bem</strong>?</p>
<p>8. <strong>Por que nÃ£o se orgulhar de ser um povo que faz piada da prÃ³pria desgraÃ§a e que enfrenta os desgostos sambando</strong>?</p>
<p>Ã‰!<br />
O Brasil Ã© um paÃ­s abenÃ§oado de fato!!!<br />
Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raÃ§as, de todos os credos.<br />
Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques.<br />
Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente.<br />
Bendita seja, querida pÃ¡tria chamada Brasil!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br />
* <strong>Eu tambÃ©m jÃ¡ cansei de ver somente os &#8216;tombos&#8217;. Estou mais interessada na &#8216;pinga&#8217;, pois a nossa &#8216;cachaÃ§a&#8217; &#8211; com certeza &#8211;<br />
faz a melhor &#8216;caipirinha&#8217; </strong>. <img src='http://brasil.business-opportunities.biz/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><img src='/wp-content/FlagBrazil.gif' alt='' class="thumb"/> </p>
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		<title>Dos Cristais Ã s EssÃªncias</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2005 13:13:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Zimermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biodiversidade Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de Vida Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[Made in Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza Brazil]]></category>

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		<description><![CDATA[
LÃ­lian Cunha
O que levou o herdeiro da austrÃ­aca Swarovski a se tornar sÃ³cio da Centroflora, a maior empresa brasileira de extratos vegetais
Nem sÃ³ de cristais vive a Swarovski no Brasil. AlÃ©m dos bibelÃ´s e das pedrinhas brilhantes que adornam roupas e bijuterias, a companhia austrÃ­aca tem uma inusitada atuaÃ§Ã£o no campo dos fitoterÃ¡picos. Isso mesmo: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='/wp-content/cristal.jpg' alt='' class="thumb"/><br />
LÃ­lian Cunha</p>
<blockquote><p>O que levou o herdeiro da austrÃ­aca <a href="http://www.swarovski.com/"><strong>Swarovski</strong></a> a se tornar sÃ³cio da <a href="http://www.anidro.com.br/"><strong>Centroflora</strong></a>, a maior empresa brasileira de extratos vegetais</p>
<p>Nem sÃ³ de cristais vive a <strong>Swarovski no Brasil</strong>. AlÃ©m dos bibelÃ´s e das pedrinhas brilhantes que adornam roupas e bijuterias, a companhia austrÃ­aca tem uma inusitada atuaÃ§Ã£o no campo dos fitoterÃ¡picos. Isso mesmo: a Swarovski, expoente da indÃºstria do luxo, capaz de transformar com seus cristais qualquer produto em objeto de desejo da classe A (as sandÃ¡lias Havaianas com brilhantes sÃ£o um bom exemplo), Ã© tambÃ©m uma das donas da empresa <strong>Centroflora â€“ a maior fabricante nacional de extratos vegetais para a indÃºstria de medicamentos, cosmÃ©ticos e alimentaÃ§Ã£o</strong>. </p>
<p>Parece <strong>exÃ³tico</strong>? E Ã©. </p>
<p>&#8230;em 99, Langest Swarovski (herdeiro do impÃ©rio) decidiu investir em um projeto sÃ³cio-ambiental. Em vez de procurar uma organizaÃ§Ã£o nÃ£o-governamental ou uma fundaÃ§Ã£o, o milionÃ¡rio conheceu a Centroflora, atÃ© entÃ£o uma pequena empresa comandada por uma <strong>famÃ­lia dinamarquesa em SÃ£o Paulo</strong>. â€œNaquele tempo, funcionÃ¡vamos em um prÃ©dio alugado em Diadema, tÃ­nhamos 30 funcionÃ¡rios e nosso faturamento ficava entre R$ 15 milhÃµes e R$ 20 milhÃµes por anoâ€?, lembra-se Silvio dos Santos, diretor de Recursos Humanos. â€œHoje temos uma <strong>fÃ¡brica de 36 hectares</strong> em Botucatu, no interior de SÃ£o Paulo, <strong>300 empregados </strong>e faturamos <strong>R$ 48 milhÃµes ao ano</strong>.â€?<br />
<a href=" http://www.terra.com.br/istoedinheiro/">Continuem lendo</a>&#8230;</p></blockquote>
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