As trajetórias bem sucedidas de duas empresas que nasceram de incubadoras foram lembradas na manhã desta quinta-feira, 25 de junho, em mais uma edição do projeto Café Empresarial, do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico (CDT) da Universidade de Brasília. José Rizzo e Gustavo Simões – presidentes da Pollux Automation e da Nanox Intelligent Materials, respectivamente – contaram como, a partir de um pequeno empreendimento, se tornaram referências no mercado dentro e fora do país.
“Precisávamos receber clientes. Na incubadora, conseguimos espaço físico para isso, além de toda a infraestrutura instalada”, contou José Rizzo. Segundo o empresário, a incubação deu visibilidade à empresa.
“Investidores interessados em negócios promissores costumam visitar incubadoras. Foi aí que começamos a formar uma rede de contatos importante para a Pollux”, disse. A empresa, especializada em automação industrial, montagem automática e robótica, possui clientes até na Europa.
Para Gustavo Simões, diretor-presidente da Nanox, a incubação fornece ao empreendedor os conhecimentos básicos para que possa colocar seu produto ou serviço no mercado. “Ao sair da universidade, só sabemos o que aprendemos durante o curso. O conhecimento de negócios, marketing e gestão é oferecido pela incubadora”, afirmou. A Nanox desenvolve soluções em nanotecnologia e tem em sua cartela de clientes empresas como a Petrobras.
DESAFIOS – Os empresários lembraram ainda os desafios que os empreendedores têm de enfrentar até a empresa se consolidar e começar a dar lucro. “Por mais que a incubadora dê suporte, cabe ao empreendedor fazer o negócio dar certo”, garantiu Rizzo. Mais.
Empresários Defendem Incubadoras No Apoio A Jovens Empreendedores
July 6, 2009 by MasterMoney | 0 Comments
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