DCI:
A formalização em massa que deve acontecer a partir de 1º de julho deste ano por conta da criação do Empreendedor Individual trará à economia do País uma série de benefícios, pagamento de um imposto, contribuição à previdência, entre outros. O próprio sistema financeiro deverá ser beneficiado.
Segundo o diretor de Administração e Finanças do Sebrae Nacional, Carlos Alberto do Santos, a criação dessa nova figura jurídica possibilitará aos bancos migrar algumas carteiras de clientes de pessoa física para jurídica. “Caberá aos bancos identificar esses clientes e oferecer produtos mais adequados ao perfil deles”.
O fato de não ser formal faz com que esse cliente não tenha acesso às linhas de financiamento de capitais de giro, por exemplo, explica o diretor. “Esses empresários acabam contraindo empréstimos muito caros, como em cartões de crédito, cheques especiais ou linhas de crédito direto ao consumidor”.
A expectativa é de que até o fim do ano que vem 1,1 milhão de informais ingressem no Empreendedor Individual. “Esse potencial filão de clientes irá abrir conta de pessoa jurídica e uma estratégia para captar os novos correntistas deve ser estudada com atenção pelos bancos”, diz o economista do Sebrae.















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