PEGN:
Não são poucos os empreendedores que criam um novo negócio a partir das próprias necessidades. Com a designer Luciana Villanova, 29 anos, não foi diferente. Mãe de primeira viagem, ela não encontrava roupinhas no tamanho certo para sua filha que nasceu mignon, com apenas 46 centímetros. “Os modelos para recém-nascidos oferecidos no Brasil são muito grandes para bebês prematuros. A criança fica sempre com uma aparência de quem herdou a roupa do irmão mais velho”, afirma. A saída foi apelar para o enxoval importado. Na busca por peças na medida ideal assinadas por grifes estrangeiras, Luciana se deparou com uma marca francesa que confeccionava suas roupinhas por centímetro, sem respeitar a numeração tradicional. Já que por aqui não havia nada parecido, a futura empresária percebeu que estava diante de uma excelente oportunidade para começar o próprio negócio.
Luciana conta que começou a desenhar o conceito da nova empresa em 2006, com o cuidado de registrar a marca Baby Couture logo no início. A experiência adquirida como decoradora e produtora de moda ajudou-a na criação dos modelos produzidos em pequenas quantidades, na busca por estampas e aviamentos exclusivos, além da composição de kits coordenados. A nova empreitada exigiu um investimento de R$ 90.000, o que levou a empresária a propor sociedade à amiga Gisela Park. No início a idéia era… continue lendo.















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