PEGN:
Placas, mapas e pisos táteis. Os empresários Paulo Serra e Fádua Ayassami investiram R$ 120 mil para abrir um negócio com esses produtos.
‘Em 1 ano, nós já recuperamos. Porém, o trabalho de qualidade, seriedade e pesquisa é que foram fatores primordiais para que se obtivesse esse retorno’, afirma o empresário Paulo Serra.
No Brasil, segundo o IBGE, quase 15% da população é portadora de alguma deficiência, o que corresponde a 25 milhões de pessoas.
Desde 2004, a Lei Federal de Acessibilidade assegura aos portadores de qualquer deficiência o atendimento adequado nas repartições públicas e em qualquer empresa do país.
No Brasil, são poucos os espaços públicos e privados que já têm sinalização para portadores de deficiência visual.
‘De maneira adequada, menos de 5%. Apesar de existir a lei há 3 anos’, diz Paulo.
Os projetos da empresa seguem as normas do manual de acessibilidade, que fornece medidas, tamanhos e cores. Para isso, foram investidos R$ 80 mil na compra de um equipamento de alta tecnologia, que faz a gravação nas placas.
O alfabeto é convertido em pontos em alto relevo, que permitem a leitura aos portadores de deficiência visual. Esse sistema de leitura pelo tato foi criado pelo francês Louis Braille, em 1825.
A produção de placas e mapas começa no computador. Depois, a arte é transferida para o software da máquina e o equipamento grava em placas de vários tamanhos. Leia mais.

















DO on May 20th, 2008 at 9:30 am
Oi,CRIS
Passando pra pedir ajuda dos amigos para um amigo blogueiro que esta muito doente.
Explico hoje lá no RAMSES.
( Desculpe o comentário padrão )
Beijos!!