Colaboradores atuantes que propõem idéias ganham espaço em empresas.
As tradicionais demandas dos empregadores por profissionais inovadores, ousados, que quebram barreiras, saem do tradicionalismo e das regras estão mudando a cara do ambiente corporativo. De tanto martelar esses requisitos como características fundamentais na escolha dos seus quadros, as empresas acabaram por estimular comportamentos novos nos profissionais. Um deles, que já foi identificado e nomeado, é o chamado intraempreendedorismo.
O intraempreendedorismo é uma característica de competência organizacional que significa desenvolver idéias, projetos, novos negócios, diferenciais competitivos e soluções pelos próprios colaboradores das empresas. Colocá-las em prática dentro da empresa é a função do intraempreendedor. Ao contrário do empreendedor clássico, que tem suas idéias e projetos e os transforma em seu próprio negócio, o seu análogo empresarial leva idéias para a empresa em que trabalha.
De acordo com o Professor e Diretor da Escola de Administração Mauá do Centro Universitário Instituto Mauá de Tecnologia, Hazime Sato, o intraempreendedor, além de propor novas soluções, precisa conhecer o ambiente no qual trabalha. ‘O colaborador deve estar alinhado com a missão, visão e valores da empresa para saber se o ambiente favorece o empreendedorismo’, explica Sato. E estar de antenas ligadas como diz Sato é o primeiro passo para sugerir novas idéias. ‘O intraempreendedor tem uma forte necessidade pró-ativa, tem visão ampla das coisas, dissemina objetivos e tem olhar crítico para perceber deficiências e indicar soluções’, acrescenta ele.














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