PEGN:
Num armarinho virtual as vitrines são páginas na internet; a loja é uma telinha de computador. O empresário Natan Sztamfater montou a loja virtual Armarinho.com há 1 ano e meio. Ele descobriu um espaço esquecido pelas grandes empresas.
‘Os grandes lojistas da internet começaram a trabalhar com produtos de valor agregado bem alto, e acabaram deixando para trás algumas grandes oportunidades no mercado da internet, e foi quando a gente encontrou a brecha do armarinho’, conta o empresário.
Para o negócio dar certo, era preciso atrair a clientela. E a estratégia do empresário foi oferecer receitas dos pontos de tricô e crochê como chamariz.
‘Toda mulher que faz tricô, crochê, procura na internet desesperadamente e a gente começou a fornecer essas receitas gratuitamente e depois quando ela vê, ela vai na própria loja como se fosse um supermercado para suprir as necessidades daquela receita’, diz Natan.
Outro desafio: diminuir a insegurança do público. A maioria dos clientes de armarinho tem entre 35 e 60 anos, e pouca intimidade com a internet. O empresário percebeu que as pessoas sentiam falta de contato pessoal e de conversar. Então, decidiu instalar linhas telefônicas ao lado dos computadores dos atendentes.
‘Eu aconselharia a senhora optar pelo plástico. Vai ficar um trabalho mais limpo’, aconselha a atendente ao telefone.
Para se aproximar do consumidor, o empresário fez parcerias com usuários que mantêm blogs na internet. Ele ofereceu descontos para essas pessoas, que compram e divulgam os produtos da loja virtual.
‘Esses pequenos blogs foram nos dando apoio principalmente de confiabilidade’, conta Natan. Não pare agora…

















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