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Talentosa na cozinha, uma brasileira faz salgadinhos nos fins de semana para vender aos colegas de fábrica e complementar a renda. O número de pedidos se multiplica e ela resolve abandonar a fábrica e dedicar-se com mais afinco à produção alimentícia. Surge, então, a pergunta: é necessário constituir empresa para tocar o negócio?
Num país como o Japão, em que as regras empresariais são bem instituídas e seguidas à risca, o mercado informal é praticamente inexistente. Portanto, a abertura de firma é uma recomendação sensata e coerente para quem tem grandes chances de ver seu negócio prosperar e quer evitar problemas futuros com a Receita Federal. E, diferente do Brasil, abrir uma empresa no Japão é muito mais simples do que parece, e que tem suas compensações fiscais.
‘O Brasil é um dos países mais burocráticos e complicados do mundo quando o assunto é a abertura de uma empresa. O Japão está entre os países em que este processo é considerado mais simples’, explica o administrador e consultor empresarial Kotaro Tsuji (foto), autor do livro Negócio Próprio no Japão. ‘Não é só por uma questão de formalizar a abertura da empresa. Constituir firma também pode reverter em vantagens fiscais e, principalmente, em credibilidade para o produto ou serviço do novo empreendedor.’















Magui on October 30th, 2007 at 11:24 pm
No Brasil tudo é difícil.Só é fácil ganhar a Bolsa Família porque a pobreza é insentivada para garantia da eleição.