Até há pouco tempo, as empresas que tinham vagas em seus quadros publicavam ofertas de emprego em que anunciavam todos os postos disponíveis, informando aos interessados os requisitos para o preenchimento das funções e o endereço para onde deveriam enviar o currículo.
Agora, o cenário mudou. Ainda é possível encontrar anúncios desse tipo, mas as grandes empresas optaram pela publicação de classificados que passam uma idéia e uma imagem, mas sem a tradicional oferta dos postos de trabalho disponíveis. Hoje, são muitos os profissionais qualificados que escolhem onde, como e com quem desejam trabalhar. O quase pleno emprego, a mudança de mentalidade das novas gerações e a queda no número de profissionais com diploma universitário permitem esse tipo de situação. Na Espanha, por exemplo, os especialistas prevêem um déficit de 800.000 profissionais qualificados em 2010.
Que devem fazer as empresas para preservar seus melhores profissionais?
Receitas Para Conquistar A Lealdade Dos Bons Profissionais
October 12, 2007 by Cris Zimermann | 3 Comments
In Dicas, Garotas do Brasil, Garotos do Brasil, Liderença
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Magui on October 12th, 2007 at 1:09 am
Tem certeza que no Brasil a coisa é assim? Se for está uma beleza.
j. ferreira on October 13th, 2007 at 4:05 am
O mais importante agora é o pós venda que é a receita de sucesso das grandes empresas com a inserção e criação e desenvolvimento dos 5RS uma inovação dos famosos 4ps.
abraços!
Henrique Braga on October 13th, 2007 at 12:33 pm
” Trate o homem como ele é e ele permanecerá como é. Trate o homem como ele pode e deve ser e ele se tornará o que pode e deve ser “.
Goethe
Faça isto e não terá somente um talento em sua empresa, terá além de um bom profissional, um amigo.
Existe um novo conceito em RH que diz ser mais produtivo encontrar um cargo para um profissional de talento do que encontrar um talento para um determinado cargo. Fica mais fácil adminstrar e encontrar seu talentos (Jim Collins).
Com relação ao artigo completo, no que diz respeito que a rotatividade seria “saudável”, discordo plenamente.
Na última revista Exame, uma pesquisa contratada e feita por um respeitável Executivo, com cargos de CEO em seu currículo (não me lembro o nome no momento), dizia que dois fatores principais poderiam determinar o crescimento ou a falência de uma empresa: a Inovação e o grau de Rotatividade. Lembrando que Edmund Phelps ganhou o Nobel de economia em 2006 por defender profeticamente as teorias sobre inovação e desenvolvimento.
Um estudo feito em setembro de 2006 pela Brithish Columbia e colaboradores, demonstrou que as perdas relacionadas à rotatividade em virtude da substituição de um Chefe ou Gerente, geraria um custo de 1 a 2 anos de saláriopara substituí-lo. Se for um Gerente Sênior, os prejuízos seriam maiores ainda, talvez até mesmo irreparáveis.
No minha primeira experiência profissional relacionada à rotatividade, quando tive que substituir uma secretária, levou 2 meses para o sistema de trabalho voltar ao normal. Ou seja, quanto maior a qualificação do profissional, maiores serão os prejuízos relacionados à rotatividade.
“A imaginação é muito mais importante do que o conhecimento. O conhecimento é limitado; a imaginação pode dar a volta ao mundo”.
Albert Einstein
(Conceitos de inovação para ele eram naturais)
Henrique Braga
Website: http://www.promovida.com.br
Blog: http://www.saudedofuturo.wordpress.com