Dificuldade mostra oportunidade a profissional que, depois de acidente volta ao mestrado, cria empresa e desenvolve sistema com controle eletroestimulador.

Computerworld:
… A experiência inovadora começou com um acidente. Silva, na época com 24 anos, mergulhou, bateu a cabeça no chão da mar e ficou tetraplégico – da mesma forma como aconteceu com o autor Marcelo Rubens Paiva. O mestrado em inteligência artificial precisou ser interrompido para que ele pudesse fazer longas sessões de fisioterapia, que também o impediam de realizar um trabalho de oito horas por dia.
2 anos depois, diante da impossibilidade de voltar ao mercado de trabalho e cansado da monotonia, ele voltou para o mestrado. O foco, entretanto, mudou, porque diante dos aparelhos de fisioterapia, Silva teve a visão de uma oportunidade de mercado.
O curso rumou para engenharia biomédica, que aliada ao conhecimento prévio em inteligência artificial, resultou no desenvolvimento de um sistema de detecção do movimento humano. A tecnologia consiste no controle do movimento de uma articulação saudável para posterior leitura e estímulo eletromagnético que possa ser reproduzido em quem tem alguma deficiência.
A ferramenta foi apresentada durante a defesa de mestrado de Silva e acabou na gaveta durante dois anos, até que ele a apresentou em um congresso realizado em Viena (Áustria), ‘que são os melhores em eletroestimulação’, segundo o próprio executivo. Diante da reação dos participantes, que adoraram a idéia, Silva voltou animado para colocar em produção sua iniciativa. Continue lendo.
















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