Vendas de equipamentos para lavouras de cana subiram 150% durante a Agrishow. Africanos são os mais interessados em importar tecnologia.

G1:
Costa Rica, Eslováquia, Austrália, Croácia, Turquia, Sudão, Colômbia, Egito. Atraídos pela fama do etanol brasileiro, que corre o mundo na esteira da recente visita do presidente norte-americano, George W. Bush, visitantes de 53 países passaram este ano pela 14a. edição da Agrishow, maior feira de agronegócio do país, que terminou no sábado (5), em Ribeirão Preto (interior de SP). O movimento econômico da feira foi de R$ 700 milhões, 40% a mais que no ano passado.
No balanço desta edição, os estrangeiros registraram forte participação em todos os setores: fizeram mais compras, trouxeram mais expositores e aproveitaram o evento para levar para casa novas possibilidades de negócios para o ano que vem. Eles são mais que bem-vindos pelos fabricantes nacionais: tanto que, para visitantes de outros países, a entrada na Agrishow é gratuita.
Na avaliação do diretor de relações institucionais da feira, Agmar Rodrigues Faria, o biocombustível é alvo de grande curiosidade entre os estrangeiros que visitam o evento. ‘O Bush fez este favor neste ano, colocando o Brasil em evidência. Temos que transformar isso em negócios’, disse. O presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Equipamentos Agrícolas da Abimaq, Francisco Maturro, confirma: ‘Eles estão todos curiosos, perguntando sobre o etanol’.
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