As grandes corporações tornaram-se ‘ecoxiitas’. Seus produtos são cada vez mais leves, limpos e eficientes. Saiba como elas pretendem lucrar com esse novo tipo de ambientalismo.

Lana Pinheiro:
… De 2 décadas para cá, as empresas viveram sua 1ª. onda ecológica. Começaram a tratar resíduos industriais e a buscar certificações de boa conduta ambiental, como ISO 14000. Há hoje, porém, uma verdadeira quebra de paradigmas no mundo corporativo.
É a chamada Revolução Verde. A gestão ambiental, antes ligada apenas aos processos industriais, é hoje o foco central de grandes companhias. Em muitas delas, os engenheiros são quase ‘ecoxiitas’. E cada novo produto que sai das pranchetas para as linhas de produção já é desenvolvido de acordo com uma filosofia ecológica.
Nela, o que está em jogo é conseguir, sempre, mais por menos. Mais potência com menos consumo, mais desempenho com menos peso, mais eficiência com menos energia e uma melhor imagem corporativa.
Essa ‘ecorrevolução’ chega com a força da revolução de Watt. Não distingue indústria, comércio ou prestadores de serviço. Nem pequenas ou grandes companhias. Vale para todos. Gigantes como Boeing, General Motors e Fiat buscam maior leveza para seus produtos – o que se reflete em menos consumo de petróleo. Ao mesmo tempo, essas empresas não poupam esforços para construir máquinas que usem combustíveis cada vez mais limpos. Leia mais.
Foto montagem: Evandro Rodrigues.
















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