
Adriana Nicacio:
Os industriais estavam menos preocupados com as urnas do que com a agenda a ser posta em prática. Para eles, o que importa é crescer:
• Armando Monteiro, da CNI: prega um Estado mais enxuto e menos impostos sobre a produção.
• Flávio Rocha, da Riachuelo: líder do varejo defende uma expansão do crédito, com juros menores.
• Maurílio Biagi, usineiro: ataque à burocracia estatal e ao desperdício com o serviço da dívida pública.
• Paulo Skaf, da FIESP: defesa de um choque de eficiência e combate à sonegação na seguridade social.
• Blairo Maggi, sojicultor: briga por medidas emergenciais, como a renegociação da dívida agrícola.
• Maurício Botelho, Embraer: críticas ao ‘Custo Brasil’ e à lentidão dos investimentos em infra-estrutura.
• Horácio Lafer Piva, Klabin: defesa de regras estáveis e agências reguladoras sem influência política.
• Olavo Carvalho, do grupo Monteiro Aranha: ele prega uma nova reforma da Previdência Social.
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