
Aline Lima:
Até pouco tempo atrás, contratar seguro-saúde de companhias estrangeiras era excentricidade de milionário. Nos últimos meses, porém, com as principais seguradoras brasileiras desistindo desse ramo e as operadoras de planos de saúde enfrentando a mais grave crise da história, corretoras de seguros passaram a oferecer esta opção de modo mais generalizado. ‘O cliente quer acesso ao melhor tratamento disponÃvel’, diz Alfenus Ã?vila, da Ã?vila & Associados, uma das empresas especializadas em seguros internacionais. ‘E as coberturas dos planos estrangeiros, nesse sentido, são imbatÃveis’, completa.
Verdade? Em boa medida, sim. O que se oferece na maioria dos casos são apólices um pouco mais baratas do que as ‘top de linha’ do mercado nacional, com coberturas muito maiores – não raro chegando a US$ 2 milhões, enquanto as brasileiras raramente alcançam o primeiro milhão. No entanto, lida-se com companhias sem representação no PaÃs e não há árbitro local para resolução de eventuais conflitos, já que nem a Agência Nacional de Saúde (ANS) nem a Superintendência de Seguros Privados (Susep) regulam os contratos.
Entre as companhias estrangeiras mais contratadas por brasileiros estão nomes como Allianz, IHI Danmark, Eurocross e BUPA (British United Provident Association). Leia as regras.
Fotomontagem: Evandro Rodrigues.













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