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Com talento e criatividade, o artesão Jander Cabral (foto), 34 anos, transforma sementes de jarina, cascas e caroços vegetais, matéria-prima rústica da floresta amazônica, em jóias de fino acabamento. São as chamadas biojóias, que possuem alto valor agregado porque reúnem em colar, pulseira, anel ou brinco, a arte artesanal indígena e a precisão da ourivesaria.
Amazonense de Autazes, a 113km de Manaus, Cabral revela que as biojóias têm alcançado o mercado externo. O artesão realiza mensalmente negócios com compradores da Suíça, Estados Unidos e Inglaterra. No Brasil, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília são as cidades mais interessadas nesse tipo de produto. ‘Desde que me dediquei à produção de biojóias, nunca consegui montar um estoque, porque a procura é muito grande’, diz o artesão.
O principal produto utilizado por ele para a produção de biojóias são as sementes de jarinas, conhecidas como marfim vegetal. Ele também utiliza casca de coco, castanha-da-amazônia, tucumã e cuia, mas a jarina é preferida porque além do seu emprego em colares, pulseiras e gargantilhas, é possível transformá-la em miniaturas de peixe-boi, sapo, boto, entre outros animais. Mais.
Foto: Márcio Vieira.













Fernanda Almeida on August 27th, 2007 at 10:44 am
Como e que faco para contactar o Jander Cabral ?