
Cada vez mais, pequenas empresas do Estado têm buscado oportunidades de negócios no exterior, apesar do câmbio menos favorável e da burocracia. Para negócios e serviços de alto valor agregado (forte da cadeia produtiva do Estado), como produção de bijuterias, desenvolvimento de software, confecções de moda praia e Ãntima, além da produção de geléias e de rochas ornamentais, a informação de mercado vale ouro. Por isso, para vencer obstáculos como a valorização do Real, empresas desses segmentos apostam na formação de consórcios, na participação em rodadas de negócios e feiras internacionais e na organização de missões comerciais. É possÃvel investir nesses ramos com capital que vai de R$ 10 mil a R$ 200 mil.
Para pequenas empresas, a união faz a força na hora de exportar. Organizados em associações, consórcios ou Arranjos Produtivos Locais (APLs), empresários buscam apoio de entidades privadas e governamentais para ter informação sobre a aceitação de seus produtos e serviços no mercado externo e como trabalhar suas marcas. No Estado, o Centro Internacional de Negócios (CIN), parceria do Sebrae/RJ com a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), está entre as entidades mais atuantes.
No inÃcio do mês, a Câmara de Comércio Brasil-Alemanha assinou convênio com o Sebrae/RJ para divulgar demandas de compradores alemães na Bolsa de Negócios da entidade cadastro virtual para divulgar oportunidades de negócios. Além da Semana do Rio de Janeiro na França, em junho passado, o CIN planeja mais 2 missões neste ano, para a Ã?ndia e para a China. ‘Neste mês, também recebemos missões da Austrália e da China’, diz Marco Hupe, diretor adjunto do CIN.
Empresários buscam essas oportunidades, pois a informação de mercado é fundamental para exportar. No caso de produtos com valor agregado, saber em que paÃses está a demanda, encontrar parceiros comerciais e conhecer canais de entrada é mais importante do que variações no câmbio. Quando a exportação vira rotina, dá mais segurança à empresa, melhora a imagem e permite seu crescimento. ‘Exportar é bom para todos’, diz Fernando Ribeiro, economista da Fundação Estudos de Comércio Exterior (Funcex). Veja mais oportunidades.













DO on August 31st, 2006 at 11:42 am
Fiquei feliz que algo esteja andando neste paÃs…
Beijos!
Blogue da Magui on August 31st, 2006 at 2:34 pm
Eu não sou expert no assunto mas eu acho que formar grupos para exportar é por conta da quantidade. Eu já mexi nessa área , a burocracia é imensa e se não formar grupos para dividir as despesas fica inviável.