
Adrianne Vitoreli:
As férias de julho no Brasil, tão esperadas pelas crianças, chegaram. É tempo de viajar, conhecer outros lugares, visitar familiares e se divertir. Mas, apesar da folga nas escolas, boa parte dos pais continua no trabalho. O que fazer com as crianças nesse período? Para evitar que fiquem grudadas no computador ou que reclamem noite e dia da falta de diversão, uma boa opção são as colônias de férias. Em Goiânia são várias opções que variam de preço conforme as atividades oferecidas.
A empresa Barlavento Ações Educacionais programou diversas atividades culturais, de arte, esporte e diversão na colônia de férias itinerante. ‘Cada dia da semana a criança poderá experimentar uma atividade diferente: teatro, trilhas, música, oficinas criativas e os passeios’, explica o proprietário Sandro Sáfadi. A colônia atende crianças de 3 a 11 anos, das 14 às 18h durante a semana.
Para crianças de 1 a 7 anos, uma das opções são as atividades oferecidas pela Aquarela Centro Cultural de Esporte e Lazer Infantil, durante as ‘Férias Ativas da Aquarela’. Os pequenos participam de atividades musicais, de artes, inglês, karatê, natação e recreação. De acordo com Alessandra Pereira, da secretaria do Centro Cultural, a previsão é de que a partir da 2ª. semana do mês deverá aumentar a procura pela colônia. ‘Temos vagas para 70 crianças, por semana, e o nosso diferencial é que oferecemos atividades internas, para pais que preferem que os filhos não façam passeios pela cidade’, ressalta ela.
A implementação de tantas atividades e a segmentação de empresas nesse setor é explicada pelo consultor de Marketing, Desenvolvimento Local e Associativismo do Sebrae em Goiás, Paulenrique Neiva. De acordo com ele, oferecer diferenciais é uma forma que as empresas encontraram para inverter o quadro de queda na demanda, já que as crianças e jovens estão cada vez mais plugados na internet. ‘As empresas procuram inovar e montar programações específicas para determinada faixa etária, por entenderem que a concorrência com o computador é grande. Muitas optam por investir na cultura, outras em esportes e ainda as que privilegiam o contato com a natureza. Esse é o caminho para quem não quer perder mercado’, avalia.















DO on July 10th, 2006 at 4:21 am
Tenho convicção que é um tipo de negócio que as diferenças,ainda que pequenas,é que fazem seu sucesso.
beijos,CRIS!!
Ceiça on July 10th, 2006 at 8:30 am
Oi Cris Bom dia!!
Passei pra deixar um abraço!