Brasil 1 x Croácia 0 - Kaká Inaugurando A Rede Adversária

June 13, 2006 by Cris Zimermann | 0 Comments
In Copa do Mundo 2006, Brazilzilzil, Notícias

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O Brasil pára para ver a seleção brasileira dar o pontapé inicial na Copa do Mundo da Alemanha contra a Croácia, em Berlim

Torcedor Croata Invade Campo No Jogo de Estréia do Brasil
Um torcedor vestido com
a camiseta da seleção croata invadiu hoje o gramado no Estado Olímpico de Berlim, no jogo entre Brasil e Croácia, e o atacante europeu Prso se aproximou, deu um abraço e conseguiu persuadi-lo para que deixasse o campo sem que tivesse que intervir as equipes de segurança.

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UOL Esporte
Kaká
Ricardo Izecson Santos Leite
Nascimento:
22/04/1982, em Brasília (DF)
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Peso: 76 kg
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Altura: 1,86 m
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Clubes: São Paulo (2000 a 2003); Milan-ITA (2003 a 2006)
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Títulos: Torneio Rio-São Paulo (2001); Campeonato Italiano (2004); Copa do Mundo (2002); Copa das Confederações (2005)
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Copas: 1 (2002)

Ele é o ‘intocável’ da seleção de Carlos Alberto Parreira. Se há 4 anos Kaká era a jovem revelação que pouco teve oportunidades no grupo campeão de Luiz Felipe Scolari, hoje o meia do Milan chega à Copa do Mundo com reputação de grande estrela, como um dos homens que pode decidir a favor do Brasil.

Titular absoluto do Milan e reverenciado no futebol europeu, Kaká desempenha um papel importante no ‘quarteto ofensivo’ da seleção brasileira, com responsabilidade de criar as jogadas e municiar os atacantes definidores.

Amadureceu com a camisa da seleção brasileira ao longo da campanha nas eliminatórias do Mundial. A grande afirmação, no entanto, aconteceu no título da Copa das Confederações, em 2005, quando teve atuação brilhante na vitória sobre a Argentina na decisão.

Os primeiros passos no futebol do meia nascido em Brasília aconteceram no São Paulo. Bastou Kaká estrear no time principal para os saudosistas começarem a compará-lo com o ex-meia Raí, um dos maiores jogadores da história do clube. Sua estatura, passadas largas e boa visão de jogo levaram os torcedores a chamarem a revelação de ‘o novo Raí‘.

Mas as semelhanças param por aí. Franzino, Kaká é um jogador ‘de laboratório’. O meia foi acompanhado pelo Departamento de Fisiologia do São Paulo desde que entrou nas categorias de base do clube desde que descobriu-se que sua de idade óssea era defasada.

O meia teve sua primeira chance no time principal do São Paulo, num clássico contra o Santos, marcou um dos gols da vitória por 4 a 2 e se transformou na nova esperança da torcida tricolor. Voltou a destacar-se marcando 2 vezes contra o Botafogo, na decisão do Torneio Rio-São Paulo. Depois do título, decidiu mudar a grafia de seu nome: mudou de ‘Cacá‘ para ‘Kaká‘.

Em 2001 assumiu de vez a condição de ídolo e titular do São Paulo. Após fazer um ótimo Campeonato Brasileiro, foi muito elogiado pelo técnico da Seleção Brasileira, Luiz Felipe Scolari.

Kaká foi convocado para a Copa de 2002 e foi comparado a Ronaldo na Copa de 94. Jogador mais jovem do elenco, o então são-paulino teve melhor sorte que o ‘Fenômeno’, já que chegou a atuar contra a Costa Rica, o que não aconteceu com Ronaldo na conquista do tetra.

Depois do título mundial, passou mais um ano no São Paulo. Mas, sofrendo a cobrança da torcida, que exigia conquistas, Kaká acabou decidindo precocemente optar pela aventura no futebol europeu. Até o momento, é possível dizer que a escolha do meia foi a mais adequada.

Hoje, Kaká desfruta de respeito e idolatria equivalentes às grandes estrelas do Milan, como o ucraniano Shevchenko e o veterano Paolo Maldini. Até o primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi, que também é proprietário do clube de Milão, já declarou ser fã do brasileiro.

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