Wharton: Gripe Aviária: O Que Esperar E Como As Empresas Podem Se Preparar
John E. Calfee, especialista do American Enterprise Institute de Washington, é estudioso da indústria farmacêutica e de políticas de saúde. Ele se diz ‘otimista, porém cauteloso‘ em relação à possibilidade de que a pandemia não ocorra. Um dos motivos que o levam a pensar assim é o fato de que a gripe aviária já tem cerca de 10 anos; todavia, não evoluiu a ponto de infectar grandes contingentes de pessoas pelo contato individual. Calfee lembra também as circunstâncias específicas da colossal irrupção anterior da gripe (1918-1919) como motivo de esperança.
O surto de 1918 foi de uma virulência terrível, porém as condições em que se deu sua disseminação foram bastante incomuns. A transmissão da doença ganhou ímpeto nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial, nos hospitais e nas instalações militares em que os soldados viviam em condições pouco mais do que precárias. Em outras palavras, diz Calfee, o vírus de 1918 teve muito mais oportunidades de mutação no organismo humano.
Atualmente, nada impede que o vírus da gripe aviária passe para o ser humano. O processo de mutação tornará o vírus mais facilmente transmissível, porém o vírus em si mesmo poderá se tornar menos letal. Isso porque um vírus se transmite, em geral, por meio de pessoas infectadas, mas que não se acham gravemente enfermas; afinal de contas, eles precisam circular para interagir com as pessoas e então infectá-las. ‘Contudo, se enchermos os hospitais ou as enfermarias militares de pessoas, aquelas que estiverem muito doentes exporão outras ao vírus‘, observa Calfee. ‘Com isso, espalha-se um vírus letal.’ Mas as condições existentes hoje são muito diferentes das que vigoravam durante a Primeira Guerra Mundial. Além disso, ‘muita gente morreu em 1918 por causa de infecções secundárias, como pneumonia, por exemplo, que hoje têm tratamento.’


















Bruno on March 16th, 2006 at 12:40 pm
Nós aqui no Brasil estamos livres disso? Já estou começando a ficar meio cabreiro…
Doidivanas on March 16th, 2006 at 12:50 pm
Ainda passaremos por muito vírus desses. Precisamos prestar atenção aos nossos atos e aos dos nossos governantes também.
Beijocas
Milton Toshiba on March 16th, 2006 at 5:08 pm
Cris, parece que há um cão infectado, não sei onde, pois ouvi no rádio do carro quando entrei.
Beijos!
MOITA on March 16th, 2006 at 5:15 pm
Cris
O Lula é o Comandante e Chefe das forças armadas. Portanto é considerado um General que se abrevia Gal.
Ela se chama Inacio,isto é, é Gal Inacio.
Daí o medo que ele tem da gripe aviária.
rsssssssssss beijos
Danielamann on March 16th, 2006 at 5:26 pm
Prefiro estar optimista em relação a este assunto e acreditar que assim como ultrapassámos a questão das vacas loucas, também ultrapassaremos a gripe das aves!
Mas que tenho evitado canja, lá isso é uma verdade! AH AH AH
Um abraço amiga,
Daniela