
Rosa trabalha como manicure, de 3ª. à 6ª.f., num salão de beleza próximo à sua casa.
A 2ª.f. seria dia de folga. Mas para ela e Margarida, proprietária do Happy Daisy Cabeleireiros, é o dia em que percorrem hospitais, casas de repouso, asilos etc, atendendo a clientela que não pode se deslocar até o salão. Resultado, estão fazendo um bom dinheiro extra e deixando impecáveis os acamados que visitam, melhorando inclusive a auto-estima dos mesmos. ‘É compensador em todos os sentidos’, diz Rosa. ‘Faço as unhas dos clientes, lixo, massageio, tiro sobrancelhas, ajudo a Margô com os penteados ou simplesmente varro o chão quando ela passa a tesoura nas cabeleiras do pessoal.’, salienta a moça.
Perguntada se teria a mesma iniciativa no caso de ser contratada para embelezar um cadáver, a jovem manicure ri e dispara: se for para deixar o finado mais bonito, e meu bolso mais gordinho, por quê não? Margarida também dá a dica: ‘Ao invés de ficarmos em casa procurando serviço, anunciamos no jornal local aos domingos e logo na manhã seguinte, já temos agenda cheia e destino certos o dia todo.’


















Vinícius Factum on January 27th, 2006 at 10:17 am
É isso aí, Cris. A criatividade é tudo. Eu mesmo tento sempre inovar, buscar novos clientes, apresentar um novo serviço… Sempre procurando facilitar a vida de quem tem interesse ou não. Até cursos em Cybers Café já realizei para frequentadores do local, também via on-line (utilizando o messenger). Minha próxima aquisição vai ser um Notebook, pois assim realizarei treinamentos até em aeroportos. Um bj!
Bruno Kaneoya on January 30th, 2006 at 8:15 am
Oi Cris
bem bacana essa iniciativa!
“Parabéns Rosa!”
Beijo