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Nascida em São Carlos (SP), em família de muitos médicos, Mônika Bergamaschi começou a contrariar expectativas quando decidiu que seria engenheira agrônoma. Na faculdade, no entanto, começou a se sentir insegura sobre sua escolha. ‘Eu era muito ansiosa para ser pesquisadora, não queria ir para o campo, mas sabia que essa era a minha área’. A dúvida persistiu até o meio do curso, quando teve aula de cooperativismo. ‘O tema me encantou e eu descobri que era aquilo que eu queria fazer’. Em busca de mais prática, foi trabalhar em um banco, fazia análise para concessão de crédito rural. Concluído o curso, fez pós-graduação e agora termina o MBA na FEA/USP. Seu tema: cooperativismo. Foi uma das fundadoras da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), de Ribeirão Preto. Lá o trabalho dela é buscar o consenso entre as reivindicações das empresas de agronegócio e a disposição do governo. Especialista, busca fixar os conceitos de cooperativismo, que lhe são tão caros, no meio das negociações de empresários e do governo.















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