Chuck – Work at Home Business Opportunities, menciona em seu post 7 Habits Of Highly Effective People
que, para as pessoas familiarizadas com as técnicas de ‘comportamento cognitivo’, os 7 hábitos não são novidade. De fato, o livro de Stephen Covey chega a ser repetitivo. Eu mesma não consegui chegar até o fim. Entretanto, não custa analisar outros pontos de vista. Acompanhem o de Gilberto Cavicchioli:
Não é de hoje que a concorrência entre empresas prestadoras de serviços tem se intensificado, seja qual for o segmento de atuação no mercado. Além disso, os avançados processos e soluções tecnológicas são insuficientes para garantir uma posição de vantagem competitiva duradoura.
Serviços diferenciados, geralmente rápidos, ou melhor, no tempo do cliente e de eficiência reconhecida, são incorporados como parte integrante do total de ofertas, em que todo produto se torna a soma de um bem tangÃvel acompanhado de serviços.
Produto = Bem + Serviços
Os 7 hábitos aqui comentados numa analogia aos 7 Hábitos das Pessoas Eficazes, de Stephen Covey, se concentram no segundo termo dessa simples equação aritmética – os serviços, ou melhor, aquilo que adiciona valor.
À medida que os mercados se tornam globalizados, mais próximos e competitivos, o desenvolvimento de produtos torna-se mais fácil com qualidade e preços equivalentes. Resta trabalhar o termo serviços, pois os produtos com suas caracterÃsticas tangÃveis tornam-se customizados.
Dados recentes mostram que em paÃses desenvolvidos a evolução da população em idade ativa, por ramo de atividade, aponta para a ocupação de aproximadamente 65% da população ligada a serviços. Atividades agrÃcolas bem como industriais somadas não atingem 30%.
Resta, portanto, diferenciar-se por meio do ataque à caracterÃstica predominante em serviços que é a sua intangibilidade, ou seja, algo que não poder ser tocado, que não resulta na propriedade de nada. É o pacote de benefÃcios para o consumidor. Vamos aos 7 hábitos…
1-) Ser Ãntegro
É ter coragem e autodisciplina. Coragem para reconhecer seus pontos fracos em relação à concorrência, tentar aprimorá-los contando com clientes internos empáticos, motivados e clientes externos alinhados com as estratégias da empresa ou do negócio.A autodisciplina é a determinação para alcançar metas traçadas no sentido das melhorias na qualidade daquilo que o cliente mais valoriza.
2-) Ser flexÃvel
É estar aberto ao novo, ao inesperado com a visão de que o imprevisto em serviços deve ser previsto, discutido e encaminhado para solução com rapidez. Fazer o cliente entender o problema é considerado o maior desafio.
3-) Ser comunicativo
A comunicação ou inteligência lingüÃstica é o que suporta a sincronização na seqüência de serviços ofertados ao cliente. Num restaurante, por exemplo, desde as atitudes do manobrista à cordialidade de ser acompanhado até a mesa e o atendimento atencioso são atos aparentemente pequenos mas que causam ótima impressão desde que desempenhados com naturalidade, interesse honesto, cortesia e bom senso.
4-) Ser confiável
Poderia vir como o hábito número 1, pois em serviços não há test-drives a serem realizados ou porções de comida a serem degustadas. Não dá para experimentar antes. É confiar ou nada. Vender serviço é antes de tudo vender uma promessa. A confiança cria um reservatório de boa vontade no cliente que em momentos difÃceis proporcionará oportunidades para retomar, reconstruir, refazer e até ampliar negócios.
5-) Ser de qualidade
A qualidade de um serviço é determinada pelo quociente entre qualidade recebida e qualidade esperada. Quanto maior a qualidade recebida pelo cliente em relação à sua expectativa, mais satisfeito ele ficará. O conceito de qualidade está muito atrelado às percepções do consumidor de serviços na hora da entrega do serviço. Essa hora é denominada como “hora da verdade� é o momento da oportunidade de demonstrar seu papel. Um momento após, essa oportunidade já se foi e as percepções do cliente poderão estar completamente alteradas e dispersas. Dica: Não prometa demais, não crie muita expectativa. Inicie com o trivial e depois surpreenda.
6-) Surpreender
Envolve o conhecimento do prestador de serviço do seu mercado alvo, seus clientes ativos, potenciais e de sua própria estrutura de serviços. É elevar-se e observar a situação vista de cima e colocando-se no lugar do cliente, tentando compreendê-lo em suas atividades e não julgá-lo. Vale observar que nem mesmo o cliente, muitas vezes, sabe ao certo o que irá surpreendê-lo e se soubesse não seria surpresa. A surpresa estará sempre relacionada a observações pessoais captadas do cliente em momentos que ele jamais esperaria ser atendido, ou melhor, surpreendido. Surpreender o cliente requer desenvolver a capacidade de entender como o cliente entende e dar-lhe a solução, o feedback, o encaminhamento.
7-) Ser de serviço
É querer acima de tudo, prestar serviço. Atender, ser útil, facilitar, agregar valor a algo para torná-lo diferenciado. Ter clareza e simplicidade diante das dificuldades, antever situações, transmitir segurança sincera, trabalhar em equipe e finalmente conseguir fazer seu cliente ganhar tempo. Não há forma mais adequada de valorizá-lo e provocar reações positivas.















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