
O empresário Carlos Magno gostou tanto de franquias que agora ele pensa em passar para o outro lado, de franqueado para franqueador. Magno foi dono de uma franquia do Giraffas por cinco anos, e, em novembro, irá inaugurar uma do Montana Grill. O empresário tem ainda dois restaurantes, um de risotos e outro de saladas, e já contratou uma consultoria para fazer franquias das marcas.
“Nós contratamos uma consultoria para poder bolar cardápios, padronizar o atendimento e o produto. É um trabalho longo e caro, mas é um investimento”, afirma.
Para Magno, franquias são ideais para quem tem um trabalho e quer fazer um investimento sem ter muita preocupação.
“A franquia te dá uma base, um padrão pronto, que é só seguir. Se por um lado isso te ajuda muito, por outro perde-se a flexibilidade do empreendedor. Você não pode variar, e, se tiver um perfil ousado, pode não gostar disso”, acredita.
Magno acredita que o lucro de negócios próprios e de franquias são muito parecidos.
“O difícil quando você tem uma marca própria é tomar decisões corretas. Pela falta de experiência você pode tanto acertar como pode errar muito, e aí você vai à falência. A falta de baseline fica ainda mais complicado quando o negócio expande”, diz ele.
O processo para lançar uma franquia também não é fácil. Desde o contato com o novo franqueador até a abertura da loja, Magno levou três meses.
















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