
É preciso passar por um processo de seleção, se enquadrar no perfil procurado pela empresa e, acima de tudo, ter dinheiro para pagar a taxa de franquia - que varia de R$ 30 mil a mais de R$ 1 milhão - e padronizar a loja. Mensalmente, ainda é preciso pagar taxas de royalties, tarifas pagas pelo uso da marca que vão de 5% a 20% do faturamento, e de marketing.
A venda de novas franquias é feita a partir de um estudo de mercado minucioso. Não se deve abrir centenas de franquias para concorrer com as próprias lojas do franqueador.
Pioneiro em franquias de redes de alimentação, o Mc Donald’s tem oito franquias em Brasília, de um total de 22 restaurantes. Abrir uma franquia da rede chega a custar mais de R$ 1 milhão. O franqueado passa por um treinamento intensivo e tem que seguir rigorosamente os padrões do local - o que garante que o sabor do Big Mac consumido em Brasília é exatamente o mesmo do de Amsterdã (Holanda).
Uma loja de O Boticário custa em média R$ 150 mil. Além disso, o franqueado paga uma taxa mensal de 38% sobre tudo o que é comprado em royalties. Para manter o padrão da loja, tudo o que o franqueador recebe vem da pré-formatado da franqueadora. Além disso, os lojistas passam por cursos freqüentes de como expor os produtos e de como atender os clientes e uma equipe da franqueadora visita regularmente as lojas para verificar se o padrão está sendo seguido.














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