
LÃlian Cunha
O que levou o herdeiro da austrÃaca Swarovski a se tornar sócio da Centroflora, a maior empresa brasileira de extratos vegetais
Nem só de cristais vive a Swarovski no Brasil. Além dos bibelôs e das pedrinhas brilhantes que adornam roupas e bijuterias, a companhia austrÃaca tem uma inusitada atuação no campo dos fitoterápicos. Isso mesmo: a Swarovski, expoente da indústria do luxo, capaz de transformar com seus cristais qualquer produto em objeto de desejo da classe A (as sandálias Havaianas com brilhantes são um bom exemplo), é também uma das donas da empresa Centroflora – a maior fabricante nacional de extratos vegetais para a indústria de medicamentos, cosméticos e alimentação.
Parece exótico? E é.
…em 99, Langest Swarovski (herdeiro do império) decidiu investir em um projeto sócio-ambiental. Em vez de procurar uma organização não-governamental ou uma fundação, o milionário conheceu a Centroflora, até então uma pequena empresa comandada por uma famÃlia dinamarquesa em São Paulo. “Naquele tempo, funcionávamos em um prédio alugado em Diadema, tÃnhamos 30 funcionários e nosso faturamento ficava entre R$ 15 milhões e R$ 20 milhões por anoâ€?, lembra-se Silvio dos Santos, diretor de Recursos Humanos. “Hoje temos uma fábrica de 36 hectares em Botucatu, no interior de São Paulo, 300 empregados e faturamos R$ 48 milhões ao ano.â€?
Continuem lendo…
















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