
Por trás de cada peça, uma história de vida… Tudo começou há três anos, quando Suzana Rodrigues, desempregada e sem perspectivas profissionais, começou a confeccionar bijuterias, sem o propósito de viver para aquilo. Seria apenas um paliativo até encontrar um emprego. Fez sucesso. Aliou criatividade, responsabilidade social e profissionalismo, gerando empregos e capacitando mão-de-obra.
Hoje, a designer e empresária Suzana é proprietária da Arte Brasil Bijuterias e Acessórios. Suas peças, biojóias – como são chamadas – possuem design sofisticado, mesclando o glamour da jóia a elementos da natureza, como sementes de árvores típicas do cerrado brasileiro. São produzidas com a mão-de-obra de presidiárias da Penitenciária Feminina do Distrito Federal e moradores de rua que coletam as sementes.
As jóias da Arte Brasil chamam a atenção não apenas das consumidoras brasileiras como também de outros países. Estiveram expostas este ano na França, durante as comemorações do Ano do Brasil naquele País. Além disso, o trabalho recebeu o selo do Consórcio de Tutela do Trabalho Justo, Ético e Solidário de Milão pela atividade social.
Confira o site da Arte Brasil Bijuterias e Acessórios: http://www.suzanarodrigues.com.br/index.html




















Virtual Entrepreneur » Blog Archive » Empresários Que Dão Certo: Biojóias Feitas Por Presidiárias do Distrito Federal São ExportadasGlobal Entrepreneurship News, Stories and Opportunities From All Continents on June 10th, 2006 at 11:11 pm
[...] Mas essa mistura de tendências e estilos não é a única maneira de atrair os consumidores exigentes. Por trás de cada peça existe uma história de vida. É que os colares, pulseiras, brincos e anéis produzidos pela empresa fazem parte de um trabalho em conjunto com presidiárias da Penitenciária Feminina do Distrito Federal. Suzana explica que tudo começou há 3 anos, quando ela própria se viu em uma situação difícil por estar desempregada e sem perspectivas profissionais. ‘Foi então que comecei a confeccionar as bijuterias, mas sem aquele propósito de viver para aquilo. Seria apenas um paliativo até encontrar um emprego’, conta. [...]